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Presa, empresaria justificou os crimes dizendo que não queria ver a família sofrer. É rigorosamente o mesmo argumento dos que defendem o aborto e a eutanazia. Ou não é?
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Mulher matou marido, irmã e sobrinha por compaixão
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Obama, o novo embaixador da Cultura da Morte
Governo norte-americano agora vai financiar o aborto nos outros países, bem como os movimentos abortistas.
23/01/2009 - 12:25
Obama anula restrições de financiamento a grupos pró-aborto
Reuters
http://www.abril.com.br/noticias/mundo/obama-anula-restricoes-financiamento-grupos-pro-aborto-246337.shtml
WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai suspender na sexta-feira as restrições ao financiamento de grupos que prestam serviços ou aconselhamento para a realização de abortos no exterior, revertendo a política de seu antecessor, George W. Bush, informou uma autoridade de seu governo.
"Será hoje. Ele vai assinar um decreto (revertendo o regulamento global)", disse.
A decisão do presidente democrata é uma vitória para os defensores dos direitos reprodutivos, uma questão que sofre mudanças cada vez que o poder passa de um partido a outro.
Quando a proibição estava em vigor, a verba destinada a serviços de planejamento familiar não poderia ir para clínicas ou grupos que fizessem ou aconselhassem mulheres interessadas em se submeter a um aborto em outros países, mesmo que o dinheiro para essas atividades viesse de outras fontes que não o governo norte-americano.
A medida foi chamada de "Política da Cidade do México" porque foi revelada em uma conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) feita na cidade em 1984 e se tornou uma das principais políticas sociais do governo conservador do ex-presidente republicano Ronald Reagan.
O ex-presidente Bill Clinton, democrata, suspendeu a lei quando assumiu o governo em janeiro de 1993 e seu sucessor, George W. Bush, a retomou em janeiro de 2001.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Camata protesta contra cartilha que ensina usuário a drogar-se
O senador Gerson Camata (PMDB-ES) criticou em Plenário a edição de uma cartilha, pelo Ministério da Saúde, intitulada "O álcool e outras drogas alteram seus sentidos, mas não afetam seus direitos no serviço de saúde", com orientações para o consumo de maconha, crack, cocaína e ecstasy.
-- Vou requerer ao Tribunal de Contas da União que informe se é lícito usar dinheiro público para ensinar a usar cocaína, crack, maconha -- informou, nesta terça-feira (9).
De acordo com reportagem publicada pelo jornal O Globo, disse o senador, a cartilha informa ao usuário de maconha que ele deve sempre "andar com um vidro de colírio".
Ao consumidor de cocaína, sugere-se o uso de um canudo de plástico em vez de uma cédula de dinheiro para aspirar o pó, sem manipulá-lo, e o usuário de crack é aconselhado a beber muita água após consumir a droga, e ainda alimentar-se antes e depois de usá-la. Quem é usuário de ecstasy, por sua vez, deve tomar bebida isotônica antes e depois do consumo, de acordo com as instruções do Ministério da Saúde.
O senador lamentou que a cartilha apenas ensine como se faz e dê a entender que não "há mal nenhum em consumir", sem, em nenhum momento, dizer que o uso de drogas é prejudicial à saúde ou que financia o tráfico, a violência.
Da Redação / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
http://www.senado. gov.br/agencia/ verNoticia. aspx?codNoticia= 81565&codAplicativo= 2
