Mostrando postagens com marcador Aborto e Mídia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aborto e Mídia. Mostrar todas as postagens

domingo, 25 de novembro de 2012

Obama, reeleito com dinheiro de sangue.

Quão baixo um político pode ir para conseguir se manter no poder? Não, você não pensou tão baixo assim. Obama, presidente e candidato a reeleição nos EUA, pouco antes do fim da sua campanha, colocou no ar um comercial que redefine qualquer limite de bom senso. Apelativo é apelido.

Se trata de uma campanha chamada "Filhas por Obama", retratando pequenas crianças apelando a seus pais para que votem em Obama, pois apenas assim - PASMEM - elas poderão fazer abortos quando crescerem. Isso mesmo. Uma produção, paga para apoiar a reeleição de Obama se dignou a produzir um comercial pedindo direito a aborto através da boca de menininhas.

Este é o homem aclamado pela mídia global, especialmente a brasileira, como o melhor líder para os EUA e para o mundo; o nobel da Paz, o baluarte da "esperança", a encarnação do progresso face os perigos do "ultra-conservadorismo" representado por Romney.

NOJO. INDIGNAÇÃO. REPULSA.

Você viu? Dra. Lenise Garcia na Rede Record

Dra. Lenise Garcia em entrevista na Rede Record sobre a posição católica frente ao aborto. Vale a pena ver e divulgar.

http://noticias.r7.com/record-news/videos/211-jornal-da-record-news/professora-fala-sobre-posicao-catolica-frente-ao-aborto/50a6dde06b7148676bb025d7/

segunda-feira, 26 de março de 2012

Feminismo: representante das mulheres?


http://vivopelavida.com.br/
Neste pequeno vídeo que está dando o que falar por aí, uma mulher (até então desconhecida) pede a palavra na sessão do Senado em comemoração ao Dia Internacional da Mulher e questiona os movimentos que se dizem “representantes das mulheres”, nas pessoas das senadoras ligadas a eles, sobre os reais interesses da legalização do aborto.
É uma pergunta que deve ser feita: se todas as pesquisas indicam que a grande maioria da população brasileira é contra a legalização, e se metade dessa maioria é constituída por mulheres, por que os movimentos feministas, que tantas conquistas já trouxeram a elas, hoje têm a legalização do aborto como uma de suas principais bandeiras? Eles dizem que as representam – dizem até que “se as mulheres tivessem mais poder no Estado/na Igreja, o aborto já teria sido legalizado”. Será mesmo??
Pois a mulher do vídeo foi além: “50% das crianças abortadas são mulheres.” É verdade…. E isso sem contar que, com o aborto legalizado numa sociedade cujos alguns setores ainda têm um forte resquício de machismo, eu não me espantaria se o número de mulheres abortadas passasse a ser até maior que o de homens…
Parabéns a essa mulher, pela coragem – e pela verdadeira lucidez, ao ser incisiva sem nem mesmo deixar de considerar o “comprometimento com o bem” de quem luta do lado contrário. Se este comprometimento existe ou não, o tempo dirá… O que não se pode deixar passar é o debate claro, direto, sem hipocrisia de parte alguma. É assim que tem que ser!
E em tempo: se você não quer que o aborto, a eutanásia e até a incitação ao suicídio (!) passem a ser permitidos pela lei, não deixe de se manifestar contra asmudanças do Código Penal. Entre aqui para entender e saber como agir!
PS1: Ficaram duas curiosidades, para mim: assistir ao resto da sessão, com a resposta das senadoras, e saber quem é esta mulher. A primeira vou tentar satisfazer depois, no site da TV Senado. Já a segunda, a única pista que tenho é o sotaque paulistano…
UPDATE (15-03-12): Pronto, descobri. Seu nome é Renata Gusson Martins, é Farmacêutica-bioquímica aqui em São Paulo. Aqui ela se apresenta e manda uma mensagem pra todos…
PS2: Para saber mais sobre as Fundações Ford, Rockefeller, McArthur e outras que mantêm suas estruturas gigantes difundindo a política do aborto pelo mundo, cliqueaqui.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Mulher canadense está disposta a viver na prisão por evangelizar centros de aborto


Mary Wagner é uma católica canadense de 36 anos que se dedica ao apostolado pró-vida até o preço de sua liberdade e já não recorda quantas vezes esteve na prisão por defender a vida.

Esta semana, Mary –solteira, sem filhos e de escassos recursos econômicos– começou a cumprir uma nova condenação de 40 dias no cárcere. Seu delito foi ter ingressado pacificamente em um centro abortista e dar de presente rosas brancas com mensagens pró-vida às mulheres que procuravam abortar.

Conforme informa o site ReligionenLibertad.com (ReL), Mary Wagner é "interna assídua dos cárceres de mulheres de Toronto e Columbia Britânica", "devota do Rosário e da Madre Teresa, pequena e frágil, doce, nada ameaçadora". "Seu crime é oferecer apoio e alternativas às mulheres que se aproximam de centros abortistas. Quando é presa, aproveita para evangelizar as internas", explica a nota.

Mary "já perdeu a conta das vezes que foi presa desde a primeira, em 1 de fevereiro de 1999. Mas não lhe importa: no cárcere de mulheres já a conhecem, e ela aproveita essas estadias para evangelizar. E para consolar às presidiárias que abortaram".

Esta tenaz mulher cresceu no seio de uma família numerosa e católica, seus pais foram ativistas pró-vida. Entretanto, foi na Jornada Mundial da Juventude 1993 de Denver (EUA), onde experimentou um despertar espiritual.

"Em Denver aconteceu algo. Viu aqueles jovens incontáveis e sua alegria especial. Com 19 anos, Mary entendeu ‘como Deus nos olha e ama a cada um de nós de uma forma próxima e pessoal’. Sempre tinha sabido que Deus ama, mas agora entendia seu amparo e amor inesgotável. Mas como, declarava já em uma entrevista no ano 2000, ‘faz-me sentir feliz, cheia de gozo e posso viver como Cristo nos ensinou’", afirma ReL.

"Em novembro de 1999 ela foi presa pela primeira vez por violar a ‘área de segurança’ de um centro abortista. Foi seu primeiro natal na cadeia".

"Seu crime é entrar em clínicas abortistas, na sala de espera, ou no jardim ante a porta de entrada, e repartir rosas brancas com um cartão às mulheres que estão ali. No cartão está escrito: ‘Você foi feita para amar e ser amada. Sua bondade é maior que as dificuldades. As circunstâncias na vida mudam. Uma nova vida, embora seja diminuta, promete um gozo irrepetível. Há esperança!’".

Esta semana, um juiz de Toronto a declarou culpada de "uso e desfrute ilegal" das instalações da clínica abortista de Bloor West, perto de Toronto, assim como de "atrasar o desenvolvimento do negócio".

As testemunhas afirmaram que "Mary tinha sido amável, tranqüila, pacífica em seu trato com as mulheres da clínica, mas para o juiz deu na mesma".

Mary aproveita seu encarceramento para evangelizar. "No cárcere de mulheres reparte folhetos sobre a Bíblia e a Igreja. Escuta as mulheres que abortaram (o 90% das presas), chora com elas, reza com elas".

"Para quando saírem, recomenda-lhes centros que ajudam a mulher a superar o trauma pós-aborto. Recebe visitas e cartas. As pessoas pró-vida a visitam, como faziam os primeiros cristãos com seus detentos encarcerados pelo César. Mary reza muito: onde Deus quer enviá-la na próxima vez?"

Mary Wagner pode receber cartas de apoio na prisão, através do endereço:

Vanier Centre for Women
665 Martin St
Milton, Ontario
L9T 5E6
CANADA


segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Rede Globo levanta a bandeira pró-aborto veladamente


Domingo à noite, dia primeiro de agosto de 2010, o programa "Fantástico", transmitido pela Rede Globo de Televisão, irradiou uma matéria na qual era abordada a questão do aborto clandestino no país.

Apesar de parecer que o programa tivesse sido elaborado para denunciar o problema, é importante que o público perceba claramente que a reportagem nada mais foi do que o apoio, por parte da emissora, ao projeto do governo Lula, comprometido com interesses internacionais, de promover o aborto no Brasil.

Esta mensagem explica e fundamenta por que o principal objetivo do programa não era denunciar a prática do aborto. Não é a primeira nem a última vez que a mídia e o governo brasileiro tentam promover o aborto por estes meios. A estratégia utilizada pela Rede Globo foi elaborada nos anos em 1990 em Nova York pela Fundação Ford, implementada pela ONU e seguida fielmente pelo governo Lula.


O ABORTO COMO PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA: COMO ENGANAR O POVO BRASILEIRO

Na noite do primeiro domingo agosto de 2010, o programa "Fantástico", transmitido pela Rede Globo de Televisão, transmitiu uma reportagem na qual eram exibidas cenas tomadas em clínicas de aborto clandestinas, revelando o envolvimento de policiais que protegem o crime, a conivência do Conselho Federal de Medicina, que só pune o médico que pratica aborto em caso de reincidência, e a permissividade das autoridades que permitem a venda ilegal de drogas abortivas.

Tentou-se manter pouco visível para o público que este programa fazia parte de uma série de outros que a Rede Globo vem apresentando, como o veiculado pelo mesmo Fantástico no dia 10/6/2010, nos quais o aborto é sistematicamente apresentado como um problema de saúde pública.

É fato conhecido que apresentar o aborto como problema de saúde pública é a estratégia utilizada pelo nosso governo para promover não só a legalização do aborto, como também o reconhecimento desta prática como um direito.

Quando o governo insiste que o aborto deve ser considerado um problema de saúde pública, o que se quer dizer é que sua prática não mais deve ser considerada como uma questão de direito penal, o que, dito em outras palavras, significa o mesmo que sustentar que a prática do aborto não deve ser proibida por lei. Ora, segundo o próprio direito, tudo o que não é explicitamente proibido pela lei é direito dos cidadãos.

É o que fez o governo Lula em 2005, ao reconhecer perante a ONU, em documento oficial, o aborto como um direito humano das mulheres e em seguida afirmando-se comprometido a revisar a legislação punitiva para as mulheres que praticam o aborto, conforme
consta nas páginas nona e décima do "SEXTO INFORME PERIÓDICO DO BRASIL" apresentado pelo governo brasileiro em agosto daquele ano ao Comitê da ONU para a Eliminação da Discriminação contra a Mulher. http://www.pesquisasedocumentos.com.br/cedaw.pdf 

É o que fez também o governo Lula ao instalar, em 2005, uma Comissão Tripartite estabelecida com o propósito, segundo afirma em documento oficial, "DE EXAMINAR O TEMA DO ABORTO E APRESENTAR UMA PROPOSTA PARA REVISAR A LEGISLAÇÃO PUNITIVA DO ABORTO". Em parceria com a ONU, o Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para Mulher (UNIFEM) e com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), a Comissão pretendeu demonstrar ao público "O DESCOMPASSO DO LEGISLADOR BRASILEIRO PERANTE A LEGISLAÇÃO DO ABORTO E A INCONSTITUCIONALIDADE DA CRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO" e passou a defender não mais a simples legalização do aborto, mas a própria "INCONSTITUCIONALIDADE DE QUALQUER CRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO". Como conseqüência dos trabalhos da Comissão Tripartite, o governo Lula, através da Secretaria da Política das Mulheres, depois da aprovação pessoal do próprio presidente, apresentou ao Congresso Nacional o substitutivo do PL 1135/91, cuja relatora e aliada do governo na Câmara veio a ser a então deputada federal Jandira Feghali, projeto que, em seus primeiros artigos, DEFINIA O ABORTO COMO UM DIREITO e nos seus últimos artigos REVOGAVA TODOS OS ARTIGOS DO CÓDIGO PENAL QUE DEFINIAM O ABORTO COMO UM CRIME, tornando-o com isso, caso o projeto viesse a ser aprovado, LEGAL DURANTE TODOS OS NOVE MESES DA GRAVIDEZ, DESDE A CONCEPÇÃO ATÉ O MOMENTO DO PARTO, e posicionando o Brasil como a nova e espetacular referência emergente no cenário internacional na difusão da Cultura da Morte.

Na realidade, definir o aborto como um problema de saúde pública, retirando-o da esfera penal, é o primeiro passo para defender e promover esta prática como um direito, que é o objetivo que realmente se pretende com esta política.

O governo brasileiro, ao adotar esta postura, entretanto, nada mais está fazendo do que seguir o relatório programático estabelecido em 1990 pela Fundação Ford, conhecido como "REPRODUCTIVE HEALTH: A STRATEGY FOR 1990S" (Saúde Reprodutiva, uma Estratégia para os anos 90), no qual estimava-se que, para alcançar o crescimento populacional zero, não seria suficiente apenas a oferta de serviços médicos, mas seria necessário em primeiro lugar a promoção das mudanças sociais necessárias pelas quais as mulheres poderiam ser motivadas a não desejar ter filhos o que, segundo a Fundação, não era um problema que pudesse ser resolvido pela classe médica, mas pelos especialistas em ciências sociais, com os quais a Fundação trabalhava, como parte principal de seu programa, desde o fim da segunda guerra mundial.

As mudanças propostas envolviam

1. A reconceitualização da saúde e a doença como processos sociais.

2. A introdução da educação sexual precoce.

3. O empoderamento das organizações de mulheres para promover os novos conceitos de saúde e direitos sexuais e reprodutivos.

4. A transformação dos julgamentos morais e dos valores éticos pelos quais as decisões reprodutivas são tomadas pelos indivíduos e pela sociedade.

A nova abordagem, pela qual estimava-se poder finalmente alcançar o crescimento populacional zero, foi imediatamente adotada pelas Conferências Mundiais sobre População promovidas pela ONU e pelo próprio Fundo de Atividades Populacionais da ONU (FNUAP), que passaram a exigí-las dos países membros como se fossem obrigações contidas em tratados internacionais de direitos humanos.

A estratégia, segundo o relatório da Fundação Ford, não poderia deixar de reconhecer a necessidade de promover o acesso ao aborto seguro, o que exigiria que a prática fosse enfocada de uma maneira inteiramente nova, transferindo-a do antigo esquema legal para o novo paradigma da saúde reprodutiva das mulheres, como está sendo feito pelo governo Lula que segue a mesma cartilha dos Comitês da ONU e da Fundação Ford, ao qual agora somou-se também a Rede Globo de Televisão.

Segundo pode-se ler no "REPRODUCTIVE HEALTH: A STRATEGY FOR 1990S", com o qual iniciou-se toda esta nova política,

"O RECONHECIMENTO E O RESPEITO PELOS DIREITOS REPRODUTIVOS, COM OS QUAIS A CRIMINALIZAÇÃO PENAL DO ABORTO POSSUI UMA RELAÇÃO DIRETA, É UM OBJETIVO DE LONGO PRAZO ESTABELECIDO PELA FUNDAÇÃO FORD".

O relatório, leitura obrigatória para quem quer entender o que realmente está acontecendo sobre este tema no Brasil, pode ser encontrado neste endereço:

O modo como as diretivas contidas neste documento foram incorporadas às política da ONU e do governo Lula, com a finalidade de promover uma cultura da morte que, mais adiante, inevitavelmente irá converter-se em uma ditadura da morte, pode ser lido em detalhes no dossiê preparado pelas Comissões em Defesa da Vida das Dioceses de Guarulhos e Taubaté, intitulado "CONTEXTUALIZAÇÃO DA DEFESA DA VIDA NO BRASIL", disponível neste endereço:



quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Demasiados abortos




Lenise Garcia

Logo que saiu a pesquisa de um grupo da UnB, coordenado pela Dra. Débora Diniz, sobre números do aborto no Brasil, foi-me solicitado pelo Jornal da Tarde um artigo de opinião. Apesar de estar em viagem, fiz o esforço de produzir, no mesmo dia, o texto que segue abaixo. Não tive oportunidade de vê-lo publicado, e posteriores tentativas de contato com a jornalista que o solicitou não surtiram efeito.
Ontem o programa Fantástico repercutiu essa pesquisa, e por isso penso que é oportuno trazer aqui o breve artigo.


Demasiados abortos


Este foi o título de um Editorial do jornal espanhol El Pais, em 10 de dezembro de 2008, em que comentava que o aborto é “percebido por muitos jovens como um método anticoncepcional de emergência, quando é uma intervenção agressiva que pode deixar sequelas físicas e psicológicas.” O jornal mostrava a preocupação com o grande aumento do número de abortos, depois de uma lei mais permissiva, na Espanha. 


A pesquisa recentemente publicada no Brasil sobre números do aborto merece também sérias reflexões. Foi dirigida e interpretada por pessoas que defendem a descriminalização do aborto, mas dados são dados, e certamente é possível analisá-los por outros ângulos, como faço aqui.
O âmago do problema consiste no aborto em si, sendo falsa a dicotomia entre aborto clandestino “arriscado” e aborto legal “sadio”, pois nenhum aborto é saudável, nem ética, nem social, nem psicologicamente. Se o aborto é o problema, o aborto não pode ser a solução.
O enorme número detectado mostra uma chaga social, e traz muitos questionamentos. Fica evidente, pelas estatísticas e pelos depoimentos, a futilidade, até frivolidade, que envolve muitos casos. Vê-se o aborto sendo usado como método de controle de natalidade, por pessoas que poderiam perfeitamente arcar com a manutenção e educação de mais um filho. Isso indica que, se legalizado no Brasil, o aborto seguiria uma escalada similar à que aconteceu em outros países, como a Espanha, ou como a Rússia, na qual há mais crianças mortas no ventre das mães do que nascidas vivas.


Vê-se também a facilidade de acesso a medicamentos abortivos proibidos, e a clínicas clandestinas, sem que as autoridades tomem nenhuma providência. A conivência governamental, e fortes indícios do envolvimento de entidades estrangeiras que promovem o aborto no Brasil, fornecendo aparelhagem e treinamento a profissionais de saúde, foram as justificativas apresentadas por vários deputados que solicitaram a criação de uma CPI para investigar o aborto clandestino no Brasil. Criada ao final de 2008, a CPI até agora não foi instalada, pela resistência das lideranças dos partidos da base governista, que se recusam a indicar membros. O financiamento público da pesquisa agora publicada mostra que o governo deseja mostrar apenas parte dos fatos, e não o seu conjunto.


Os números refletem também o baixo investimento no aspecto mais importante: a prevenção da gravidez indesejada, que só se pode conseguir com educação e o favorecimento de uma vivência da sexualidade consciente e responsável. 


http://brasilsemaborto.wordpress.com/2010/08/02/demasiados-abortos/