Mostrando postagens com marcador Células-tronco adultas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Células-tronco adultas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Contra o argumento de que se pode destruir embrião congelado porque são inviáveis de qualquer modo, eis fato que cala!

Nasce bebê concebido de sêmen congelado há 21 anos

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/04/090414_bebesemencongeladomv.shtml

Médicos nos Estados Unidos anunciaram o nascimento de uma menina concebida por meio de fertilização in vitro (FIV) usando sêmen que ficou congelado durante 21 anos.

O pai do bebê, Chris Biblis, hoje com 38 anos de idade, recebeu tratamento para leucemia entre os 13 e os 18 anos. Aos 16, antes de ser submetido a sessões de radioterapia, Biblis foi aconselhado a congelar seu sêmen, uma prática pouco comum na época.

Os especialistas responsáveis, de uma clínica em Charlotte, na Carolina do Norte, acreditam que o intervalo de 22 anos entre o congelamento do sêmen, em 1986, e a concepção, em 2008, seja o mais longo já registrado.

Apenas 35% dos espermatozoides do pai eram saudáveis, o que significa que o método de FIV convencional - em que o esperma e os óvulos são misturados no laboratório para que a fertilização ocorra espontaneamente - oferecia menos chances de sucesso.

A técnica usada para fertilizar o óvulo extraído da esposa de Biblis, a injeção intracitoplasmática de espermatozoides (intracytoplasmic sperm injection, ou ICSI, na sigla em inglês), foi usada pela pela primeira vez em 1992.

Nela, os especialistas selecionam um espermatozoide saudável e o injetam no óvulo, aumentando a probabilidade de concepção. Após a fecundação, o ovo é colocado no útero da mãe.

Chris Biblis, clinicamente livre da leucemia há 20 anos, e sua mulher Melodie, de 33, decidiram fazer o tratamento em maio de 2008.

O médico responsável, Richard L.Wing, do grupo Reproductive Endocrinology Associates of Charlotte (REACH), disse:

"Eles alcançaram a gravidez no primeiro ciclo de injeção intracitoplasmática de espermatozóides, usada em conjunção com a FIV".

"Hoje, esse é um procedimento de rotina para (o tratamento da) infertilidade masculina, usando os óvulos dela e o sêmen congelado".

Stella Biblis nasceu com ótima saúde no dia 4 de março.

quarta-feira, 25 de março de 2009

'Célula embrionária é para fazer bebê', diz especialista

Qua, 25 Mar, 08h08

O neurocirurgião português Carlos Lima, do Hospital de Egas Moniz, em Lisboa, conhecido por aplicar desde 2001 uma técnica experimental de recuperação de lesão medular baseada no implante de células-tronco retiradas da mucosa olfativa, é um crítico das pesquisas com células embrionárias. Para ele, não se investe mais em células-tronco adultas porque não se pode patenteá-las.

"Grupos econômicos fazem toda essa publicidade em torno de células embrionárias, que na minha opinião nunca vão funcionar. A natureza não faz células embrionárias para reparar o corpo, mas para fazer bebês."

O especialista explica que existem células com a potencialidade das embrionárias, como as do nariz, que não só fazem neurônio, mas fazem fígado, sangue ou pâncreas. "Querem continuar a gastar tempo, dinheiro e energia, causando sofrimento ao paciente, por uma única razão: célula da mucosa olfativa não tem patente. Do ponto de vista financeiro, não traz benefício", disse o neurocirurgião, que veio ao Brasil para uma conferência sobre o tema realizada ontem na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Desde o início da pesquisa, 125 pessoas foram operadas e tiveram diferentes graus de recuperação - uma delas, a carioca Camila Magalhães Lima, de 23 anos, tetraplégica desde os 12 por causa de bala perdida. Camila foi operada por ele em 2006 e diz ter recuperado parte da sensibilidade nos pés e nas costas, além de conseguir dar alguns passos com ajuda de equipamentos. "Mas hoje ela não poderia ser operada, pelos critérios da pesquisa. Na fase atual, estamos operando doentes completos (sem nenhum movimento abaixo da lesão), crônicos e que possam fazer a reabilitação."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

http://br.noticias.yahoo.com/s/25032009/25/manchetes-celula-embrionaria-bebe-diz-especialista.html

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Cientistas criam células-tronco (adultas!) para 10 tipos de doença

Nova técnica permitirá que pesquisadores observem melhor desenvolvimento das doenças em busca da cura

AP

NOVA YORK - Cientistas da Universidade Harvard disseram ter criado células-tronco para dez problemas genéticos, que vão permitir que pesquisadores observem o desenvolvimento das doenças em laboratório.

Esse passo inicial, que usa uma nova técnica, poderia acelerar os esforços para encontrar tratamentos para algumas das doenças mais difíceis de se compreender, disseram os cientistas.

O novo trabalho foi relatado online na quinta-feira, 7, na revista Cell, e pesquisadores disseram planejar fazer com que as linhagens celulares estejam disponíveis rapidamente para outros cientistas.

George Daley e seus colegas no Instituto de células-tronco de Harvard usaram células normais da pele e da medula óssea de pessoas com uma variedade de doenças, incluindo Parkinson, Huntington e Down para produzir as células-tronco.

As novas células vão permitir que os pesquisadores "observem o progresso da doença em laboratório, isto é, ver o que dá certo e o que dá errado", disse Doug Melton, co-diretor dos instituto.

"Eu acho que veremos que essa descoberta levará, nos próximos anos, a uma nova maneira de tratar doenças degenerativas", disse.

A nova tecnologia reprograma células, que passam a ter as características mutáveis das células-tronco embrionárias, que podem se transformar em qualquer tipo de tecido.

O novo laboratório foi criado para servir como um repositório de células, e para distribuí-las para outros cientistas que pesquisem as doenças, disse.

sábado, 23 de agosto de 2008

Célula-tronco é criada a partir de dente

VEJA
http://vejaonline.abril.com.br:80/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&pageCode=1&textCode=147340&date=currentDate

Genética
Célula-tronco é criada a partir de dente
22 de Agosto de 2008
Com agência France-Presse

Uma equipe de cientistas japoneses do Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias Avançadas (AIST) informou nesta sexta-feira que conseguiu criar, a partir de um dente do siso extraído precocemente, células-troncos similares às embrionárias. Elas têm a capacidade se transformar em qualquer tecido humano e ajudar na reconstrução de diversos órgãos danificados por uma doença.

Caso confirmada a sua viabilidade, este avanço traz novas esperanças para o uso de células-tronco pela medicina, sem que estas tenham que ser extraídas de embriões humanos. Seria mais uma alternativa para contornar o problema ético apontado por alguns grupos contrários à conservação e à utilização direta de células embrionárias.

As células-tronco, chamadas pluripotentes induzidas (iPS), foram criadas a partir do material retirado de um dente do siso. Após a coleta, o material foi conservado no frio durante três anos e posteriormente congelado. "Na criação de células iPS, a idade da fonte de extração e sua natureza são fatores importantes", explicaram cientistas na apresentação de seus trabalhos.
"Se podemos tirar células de uma estrutura jovem, que pode ser conservada durante muito tempo e reprogramada em células iPS, poderemos cuidar posteriormente da mesma pessoa a partir de suas próprias células indiferenciadas", destacou.

As células iPS assim criadas são, em efeito, quase regredidas ao estágio embrionário (não diferenciada). Em todo caso, os resultados desta e de outras pesquisas do ramo ainda são insuficientes para permitir o uso médico, pois ainda é preciso avaliar os riscos, desenvolver as técnicas e elaborar dispositivos terapêuticos.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Cientistas criam células-tronco - adultas - para 10 tipos de doença

estadão sexta-feira, 8 de agosto de 2008
http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid220106,0.htm

Nova técnica permitirá que pesquisadores observem melhor desenvolvimento das doenças em busca da cura

NOVA YORK - Cientistas da Universidade Harvard disseram ter criado células-tronco - adultas - para dez problemas genéticos, que vão permitir que pesquisadores observem o desenvolvimento das doenças em laboratório.
Veja também:

Entenda o uso das células-tronco

Esse passo inicial, que usa uma nova técnica, poderia acelerar os esforços para encontrar tratamentos para algumas das doenças mais difíceis de se compreender, disseram os cientistas.

O novo trabalho foi relatado online na quinta-feira, 7, na revista Cell, e pesquisadores disseram planejar fazer com que as linhagens celulares estejam disponíveis rapidamente para outros cientistas.

George Daley e seus colegas no Instituto de células-tronco de Harvard usaram células normais da pele e da medula óssea de pessoas com uma variedade de doenças, incluindo Parkinson, Huntington e Down para produzir as células-tronco.

As novas células vão permitir que os pesquisadores "observem o progresso da doença em laboratório, isto é, ver o que dá certo e o que dá errado", disse Doug Melton, co-diretor dos instituto.

"Eu acho que veremos que essa descoberta levará, nos próximos anos, a uma nova maneira de tratar doenças degenerativas", disse.

A nova tecnologia reprograma células, que passam a ter as características mutáveis das células-tronco embrionárias, que podem se transformar em qualquer tipo de tecido.

O novo laboratório foi criado para servir como um repositório de células, e para distribuí-las para outros cientistas que pesquisem as doenças, disse.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Pesquisa embargada

Nota por dr. Rodrigo Pedroso

Enquanto a mídia podre faz um estardalhaço para liberar a destruição de seres humanos para o fim de obter células-tronco embrionárias (as quais não curaram ninguém em mais de 20 anos de pesquisas), a burocracia do Ministério da Saúde (ou Cemitério da Saúde) impede a pesquisa com células-tronco adultas (aquelas cuja eficácia terapêutica já foi comprovada e que não precisam de que alguém seja morto para serem extraídas), como mostra a notícia a seguir.

Na verdade, os interesses poderosos que estão por trás desta manipulação midiática têm muito pouco que ver com a cura dos que sofrem de doenças degenerativas. O objetivo oculto desse processo é a clonagem humana, em que empresas supercapitalistas globais estão investindo pesadamente, conforme a Dra. Lily E. Kay, PhD em História das Ciências pela Universidade John Hopkins, expôs em seu livro The Molecular Vision of Life: Caltech, the Rockefeller Foundation and the Rise of the New Biology, publicado em conjunto pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology) e pela editora da Universidade de Oxford. Infelizmente, este livro só se encontra em sua versão original em inglês, que pode ser adquirida aqui:
http://www.amazon.com/Molecular-Vision-Life-Rockefeller-Foundation/dp/0195111435

Que a liberação da destruição de seres humanos para a obtenção de células-tronco embrionárias seja o primeiro passo para a liberação da clonagem humana foi confessado por uma de suas defensoras, a dra. Lygia da Veiga Pereira:

"Quanto à clonagem terapêutica, a colaboração entre grupos que fazem clonagem animal e aqueles que trabalham com CTs embrionárias poderia tornar esta prática uma realidade no país. Porém, como resultado das negociações envolvidas na aprovação do PL de Biossegurança, este proíbe a clonagem terapêutica. Não tem problema, a conquista do direito de utilizar embriões congelados para pesquisa foi um primeiro e importantíssimo passo – quem sabe em uma segunda rodada a clonagem terapêutica possa ser re-negociada?"
http://www.sbpcnet.org.br/livro/57ra/programas/CONF_SIMP/textos/lygiapereira.htm

Ciência e burocracia / Estudo da USP, que poderia mudar a vida dos diabéticos, está parado há dois anos em conselho de ministério

GUILHERME TAVARES
Gazeta de Ribeirão
guilherme.tavares@gazetaderibeirao.com.br

Uma pesquisa pioneira que poderia mudar a vida dos pacientes com diabetes do tipo 1 está parada há dois anos na Comissão de Ética em Pesquisa, em Brasília (Conep), do Ministério da Saúde, à espera de um parecer. O procedimento que usa infusão de células-tronco em humanos, desenvolvido pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP, proporcionaria melhor qualidade de vida aos pacientes.

Intitulado “infusão de células-tronco mesenquimais (MSC) como tratamento do diabetes do tipo 1”, a pesquisa foi desenvolvida pela equipe de transplante de células-tronco da FMRP, do Hemocentro e do Hospital das Clínicas.

O Conep informou, por meio de nota, que o projeto foi analisado na última reunião de junho e o seu parecer encontra-se em fase de finalização para posterior envio ao Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da USP de Ribeirão, mas não há uma data determinada. A diretoria do CEP da FMRP não foi encontrada para comentar o assunto.

De acordo com Carlos Eduardo Barra Couri, médico endocrinologista e um dos pesquisadores, o procedimento é revolucionário, barato e traria mais conforto aos pacientes. O tratamento é baseado na utilização de células mesenquimais, que são células-tronco adultas e não embrionárias, que regeneram o pâncreas e impedem que o sistema imunológico agrida o órgão. “É uma pena que demore tanto para aprovar uma pesquisa importante como essa. Poderia mudar a vida de muita gente”, disse Couri.

Atualmente existe um tratamento com células-tronco direcionado aos diabéticos, desenvolvido pela USP de Ribeirão que elimina o uso de insulina, mas utiliza quimioterapia. O tratamento consiste em “desligar” o sistema imunológico do paciente para que ele pare de agredir o pâncreas, mas também deixa a pessoa vulnerável a qualquer tipo de doença. Além disso, o paciente passa por todos os inconvenientes da quimioterapia, como queda de cabelo, mal estar e vômitos. Esse procedimento só pode ser feito em pacientes com idades entre 12 e 5 anos, que tenham diabetes tipo 1 há menos de 42 dias. Em cinco anos, 22 pessoas submeteram-se a esse procedimento, 15 nunca mais tomaram insulina. O processo com células-tronco mesenquimais eliminaria esse procedimento e as conseqüências de mal estar.

Dados do Ministério da Saúde mostram que a cada dez segundos, uma pessoa morre por conseqüências do diabetes, e nesses mesmos dez segundos, seis pessoas adquirem a doença.

Auxiliar fez quimioterapia

Com apenas 18 anos, o auxiliar administrativo Humberto Flauzino Guimarães já passou pela experiência de ser diabético. Ele descobriu a doença no ano passado e submeteu-se ao tratamento quimioterápico da FMRP para "desligar" o sistema imunológico e nunca mais precisou aplicar insulina.

"Escolhi fazer o tratamento porque queria mais qualidade de vida", disse ele, que ao descobrir o diabetes tipo 1 em abril de 2007 começou a tomar insulina imediatamente.

"As taxas de glicemia estavam muito altas e precisava tomar insulina imediatamente para controlar a doença", disse.

Guimarães submeteu-se ao tratamento com células-tronco para prevenir doenças futuras. Mas para isso teve que passar pela quimioterapia. "Não é ingratidão, mas se eu pudesse ter feito algum tratamento que não fosse o da quimioterapia seria muito melhor. Os efeitos colaterais são fortes e fiquei um semestre todo com uma vida muito limitada."

Hoje, livre da doença, a única preocupação é que todos deveriam ter: alimentação saudável e atividades físicas regulares. (GT)

Fonte: http://www.gazetaderibeirao.com.br/conteudo/mostra_noticia.asp?noticia=1586776&area=92020&authent=526E21725A0560EBD72AE9CABCD9E0

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Alemão facilita obtenção de células "éticas"

da Folha de S.Paulo
Cientistas alemães acabam de simplificar a receita para a obtenção das chamadas células pluripotentes induzidas, as ansiadas células-tronco equivalentes às embrionárias que podem ser produzidas sem o uso de embriões.

Em estudo publicado on-line ontem na revista "Nature", eles mostram que é possível induzir esse comportamento usando apenas metade dos genes necessários --e eliminando o risco de câncer.

As células-tronco de pluripotência induzida (iPS) são criadas ao se injetar em uma célula comum quatro genes. No entanto, um deles, o c-Myc, traz risco potencial aos pacientes, por estar envolvido em tumores.

O grupo liderado por Hans Schöler, do Instituto Max Planck de Biomedicina, descobriu como induzir pluripotência em células de camundongo usando apenas dois genes.

O problema é que as células transformadas pelo grupo são células-tronco adultas neurais, elas mesmas difíceis de obter. O grupo acha, não obstante, que o estudo ajudará a acelerar o desenvolvimento de terapias em humanos, pois torna a técnica mais fácil e segura.

sábado, 21 de junho de 2008

Técnica com célula-tronco pode renovar músculos

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/06/080620_musculosjovens_fp.shtml

Cientistas americanos da Universidade de Berkley, na Califórnia, afirmam ter encontrado uma fórmula para rejuvenescer as fibras musculares.

Os especialistas explicaram que a experiência se concentrou em células-tronco adultas

O estudo, divulgado na publicação cientifica Nature, afirma que um experimento realizado com ratos testou com sucesso a capacidade das células-tronco de restaurar o vigor do tecido muscular danificado.

A pesquisa aumenta as esperanças de criação de novos tratamentos para doenças degenerativas relacionadas à idade, como Mal de Parkinson e de Alzheimer.

“Avançamos mais um passo na busca para rejuvenescimento das células, o que no futuro poderá significar uma redução na incidência dessas doenças degenerativas”, afirmou Morgan Carlson, um dos pesquisadores envolvidos.

Via do envelhecimento

Os especialistas explicaram que a experiência se concentrou em células-tronco adultas, que desempenham um papel crucial na reposição das células que compõem o tecido muscular.
Eles conseguiram identificar as vias pelas quais as células-tronco atuam e conseguiram modificar sua forma de reagir a sinais químicos do envelhecimento.

Eles compararam a capacidade de regeneração muscular de ratos de 2 anos de idade (equivalentes a um humano de 75 a 85 anos ) com roedores de apenas 2 meses de idade (equivalentes a pessoas com 20 a 25 anos).

Como esperado, eles verificaram que o tecido muscular dos ratos mais jovens reparava as células danificadas com muito mais facilidade do que os mais velhos.

Para tentar melhorar a capacidade de rejuvenescimento dos mais velhos, os cientistas conseguiram bloquear a “via do envelhecimento”, interrompendo a produção da proteína TGF-beta.

Em seguida, eles observaram que o nível de regeneração celular nos animais mais velhos foi semelhante ao dos mais jovens.

A coordenadora do estudo, Irina Conboy, disse que a chave para o sucesso do tratamento com base no experimento é encontrar um equilíbrio entre a capacidade de rejuvenescimento celular e o processo natural do envelhecimento.

“Precisamos identificar os níveis de substâncias químicas que promovem a reposição celular entre os jovens para tentar calibrar os organismos dos mais velhos”, disse ela.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Sangue de menstruação pode reparar problemas cardíacos, diz estudo

Mais um avanço da ciência que não fere a dignidade do embrião humano. Nossos aplausos a sã medicina.

Sangue de menstruação pode reparar problemas cardíacos, diz estudo
MIWA SUZUKI

da France Presse, em Tóquio

O incômodo que para muitas mulheres representa o ciclo menstrual pode ser compensado no futuro pelo poder de cura de seu sangue, aplicável a corações debilitados, segundo pesquisadores japoneses.

Os cientistas estudaram o sangue da menstruação de nove mulheres e se concentraram em um tipo de célula que atua de maneira similar às células-tronco.

Aproximadamente 20% das células menstruais começaram a pulsar espontaneamente três dias depois de serem introduzidas in vitro em células de coração de ratos.

As primeiras formaram uma espécie de capa própria do tecido muscular do coração.

A proporção de sucesso é cem vezes maior que a obtida com células-tronco extraídas da medula humana (entre 0,2% e 0,3%), segundo Shunichiro Miyoshi, cardiologista da Faculdade de Medicina da Universidade de Keio e um dos autores da pesquisa.

As experiências posteriores revelaram que o estado dos ratos que sofreram ataques cardíacos melhorava após receber células procedentes do ciclo menstrual.

"É possível desenvolver um sistema no futuro próximo que permita às mulheres usarem o sangue para seu próprio tratamento", declarou.

Recorrer ao próprio sangue é uma maneira de eliminar um dos principais riscos que apresenta o uso de células: ao se tratar as pacientes, o sistema imunológico não as rejeita.

Miyoshi defendeu que o sangue menstrual poderia ser usado para fazer provisão de um tipo de células que contêm vários sistemas de HLA (Antígenos dos Leucócitos Humanos, na sigla em inglês), chave para o sistema imunológico.

Estas células podem ser armazenadas em um tubo do tamanho de um dedo e serem cultivadas quando necessário. "As células podem ser guardadas por 300 anos", de acordo com um especialista.


sexta-feira, 18 de abril de 2008

Cientistas dos EUA tratam Parkinson com células-tronco ADULTAS "reprogramadas"

Obs.: A palavra "adulta" foi novamente adicionada no título da matéria pelo blog. O pessoal anda se esquecendo que o papel do jornalismo é elucidar, e não confundir.


CHICAGO, EUA (AFP) - A terapia com células-tronco obtidas a partir de células da pele reduziu consideravelmente os sintomas do mal de Parkinson em ratos, de acordo com estudos publicados nesta segunda-feira nos Estados Unidos.

Cientistas do Instituto de pesquisa Biomédica Whitehead em Cambridge, Massachusetts, utilizaram uma técnica recente para reconstruir células-tronco a partir de células da pele e depois tratarem as cobaias que sofriam dessa doença neurológica degenerativa.

Quando os ratos foram estudados várias semanas depois do transplante dessas células, os sintomas do Mal de Parkinson haviam reduzido consideravelmente, confirmando que as células-tronco "reprogramadas", que faz as vezes das embrionárias, poderiam substituir neurônios perdidos ou afetados.

"É a primeira demonstração de que as células reprogramadas podem se integrar ao sistema cerebral ou ter um efeito positivo sobre uma doença neurodegenerativa", indicou Marius Wering, principal autor da pesquisa divulgada nas Atas da Academia Nacional de Ciências.

A terapia celular é apresentada como promissora para as enfermidades neurodegenerativas como o mal de Parkinson e o Alzheimer, já que as células-tronco têm a capacidade de se diferenciar no corpo, substituindo as células mortas ou afetadas pela doença. No entanto, o uso de células-tronco embrionárias gera controvérsia devido às implicações éticas.

No final de 2007, cientistas americanos e japoneses anunciaram haver concebido métodos para reprogramar as células da pele dando-lhes características das células-tronco.

As experiências dos pesquisadores do Instituto Whitehead demonstraram pela primeira vez em animais que as células-tronco reprogramadas atuam como se pensava.

"Provamos que as células reprogramadas têm o potencial de ser utilizadas em terapia, mas ainda temos que encontrar meios mais seguros e melhores para gerar estas células", admitiu Wernig.

O mal de Parkinson é uma desordem que afeta ou provoca a morte dos neurônios, caracterizada pela lentidão nos movimentos voluntários, debilidade e rigidez muscular e tremor rítmico dos membros.

Cientistas enxertam células-tronco "ADULTAS" em coração com infarto

Obs.: A palavra "adulta", foi acrescentada pelo blog (chega de ambiguidades na hora de tratar coisas absolutamente diferentes).

da France Presse, em Miami

Uma equipe de médicos de Miami enxertou células-tronco em um coração de um homem que havia sofrido um infarto, com o objetivo de fortalecer o órgão. A técnica pode significar um avanço significativo nesse tipo de tratamento.

A cirurgia, que foi feita após cinco anos de estudos em animais, foi realizada nesta quinta-feira (17) no Hospital Jackson Memorial de Miami (UM) em um cubano de 56 anos que --junto com grupo de outros 44 pacientes-- será submetido nos próximos meses a uma série de testes de avaliação.

"Trata-se da primeira tentativa de reparar tecido danificado no coração de um paciente com células-tronco extraídas de células ósseas da própria pessoa", afirma Joshua M. Hare, médico cardiologista, chefe da Divisão Cardiovascular da Universidade de Miami.

"Estamos muito, muito otimistas', disse Hare, destacando que se trata de um assunto de enorme transcendência para a medicina por ser "um enorme problema da saúde pública em todo o mundo". Devido aos infartos, "milhões de pessoas possuem tecidos danificados em seu coração", relembrou.

As provas e exames previstos em 45 pacientes, que serão separados em grupos de 15 para que sejam injetadas maior ou menor quantidade de células, ou mesmo placebos, devem proporcionar uma conclusão definitiva em 2009.

"O êxito irá permitir de imediato evitar transplantes de coração, um órgão que apenas 5% dos pacientes que necessitam de um transplante conseguem", acrescentou Hare.

Testes

Juan Zambrano, cardiologista equatoriano e professor de medicina cardiológica da Universidade de Miami, também participou da operação. "Estamos bem otimistas que vai funcionar, temos visto como se desenvolve esse processo nos animais, com um sistema muito similar aos humanos. As células-tronco se integram a outras células do coração e podemos segui-las e identificá-las para ver como funciona", afirma.

Zambrano explicou que as células que são enxertadas no coração que sofreu infarto são "células-tronco mesenquimatosas, que são obtidas na medula óssea".

Após serem extraídas da pessoa, elas são desenvolvidas por seis semanas até chegarem a quantidades entre 20 milhões e 200 milhões de células e "são injetadas nas áreas do coração do mesmo paciente, onde existe uma área que foi danificada por um infarto ou ataque cardíaco prévio", acrescentou.

O processo de pesquisa e aplicação é apoiado pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, segundo os médicos.

domingo, 16 de março de 2008

Placar das células-tronco: 73x0

Se você é um defensor passional das pesquisas com células-tronco embrionárias, se desce a lenha na Igreja e nas pessoas contrárias as essas pesquisas porque supostamente estão na contra-mão do avanço científico, porque querem voltar as trevas medievais e deixar milhares de pacientes morrendo no mundo todo, há algo que precisa saber: suas pesquisas favoritas estão perdendo de 73x0 para as minhas prediletas.

A Profª Dra. Lenise Aparecida Martins Garcia da UnB é quem disponibilzou essa auditoria para colocar os pingos nos is e mostrar que é tempo de mudar de opinião. Se ser a favor das pesquisas com células-tronco adultas é atraso científico, imagine o que é avanço.

Veja abaixo todos os gols que as pesquisas com células-tronco adultas já marcaram e os gols das pesquisas com células-tronco embrionárias.

Saldo das Células-Tronco Adultas

Cânceres:

1. Câncer de Sistema Nervoso Central

2. Retinoblastoma

3. Câncer de Ovário

4. Câncer de Pele: Carcinoma de Células Merkel

5. Câncer Testicular

6. Linfoma de orgãos abdominais

7. Linfoma não-Hodgkin

8. Linfoma de Hodgkin

9. Leucemia Linfoblástica Aguda

10. Leucemia Mielogênica Aguda

11. Leucemia Mielogênica Crônica

12. Leucemia Mielomonocítica Juvenil

13. Leucemia Mielomonocítica Crônica

14. Câncer dos nodos linfáticos: Linfadenopatia Angioimunoblástica

15. Mieloma múltiplo

16. Mielodisplasia

17. Câncer de mama

18. Neuroblastoma

19. Carcinoma de células renais

20. Sarcoma dos Tecidos Moles

21. Diversos Tumores Sólidos

22. Sarcoma de Ewing

23. Macroglobulinemia de Waldenstrom

24. Linfohistiocitose Hemofagocítica

25. Síndrome de POEMS

26. Mielofibrose

Doenças auto-imunes:

27. Diabetes Tipo 1 (Juvenil)

28. Lúpus Sistêmico

29. Síndrome de Sjögren

30. Miastenia

31. Citopenia Auto-imune

32. Escleromixedema

33. Esclerodermia

34. Doença de Chrohn

35. Doença de Behçet

36. Artrite Reumatóide

37. Artrite Juvenil

38. Esclerose Múltipla

39. Policondrite

40. Vasculite Sistêmica

41. Alopécia Universal

42. Doença de Buerger Cardiovasculares:

43. Danos Cardíacos Agudos

44. Doença crônica da artéria coronariana

Oculares:

45. Degeneração macular

Imunodeficiências:

46. Síndrome da imunodeficiência severa combinada

47. Síndrome Linfoproliferativa Ligada ao X

48. Síndrome da Hiper Imunoglobulina M Ligada ao X

Doenças Neurais Degenerativas e Lesões:

49. Doença de Parkinson

50. Lesão Medular

51. Acidente Vascular Cerebral

Anemias e Outras Condições do Sangue:

52. Anemia Falciforme

53. Anemia sideroblástica

54. Anemia Aplástica

55. Aplasia de Célula Vermelha

56. Trombocitopenia Amegacariocítica

57. Talassemia

58. Amiloidose Primária

59. Anemia do Diamante-Blackfan

60. Anemia de Fanconi

61. Infecção Crônica Epstein-Barr

Ferimentos e Lesões:

62. Gangrena de Membro

63. Cicatrização de Superfície

64. Recolocação de Mandíbula

65. Reparo Ósseo do Crânio

Outras Desordens Metabólicas:

66. Síndrome de Hurler

67. Osteogênese Imperfeita

68. Leucodistrofia Krabbe

69. Osteopetrose

70. Adrenoleucodistrofia Cerebral Ligada ao X

Doenças do Fígado:

71. Insuficiência hepática crônica

72. Cirrose

Doença da Bexiga

73. Doença da Bexiga em Estágio Final


E agora segue o saldo das Células-Tronco Embrionárias após 10 ANOS DE PESQUISA em outros países:

1. Nada; nadica de nada; 15 - 15; logarítimo de 1; 50 x 0: Z-E-R-O.

Agora falando sério: mesmo que este placar fosse o inverso, ainda assim seria ético elminarmos uma vida humana em sua primeira idade para fazermos dele um remédio? That's the point.

sábado, 15 de março de 2008

Células-tronco ADULTAS estão revertendo caso de paralisia cerebral

Guarde bem esse rosto, você não o verá na nossa grande imprensa preocupada em fazer sua agenda pró-destruição de embriões. Trata-se de um pequeno garoto que se recupera incrivelmente de uma paralisa cerebral graças a um tratamento com células-tronco ADULTAS, ou seja, não proveninentes de embriões humanos. Uma notícia que merece ser lida e repassada, pois refere-se a verdadeira medicina e ciência, aquela que se dirige ao homem com ética e respeito a vida humana.

Stem Cell Transplant Changes Boy's Life
KNBC-TV
updated 8:54 p.m. ET March 12, 2008

SACRAMENTO - A little boy diagnosed with cerebral palsy appears to have made a dramatic recovery after a transplant using his own umbilical cord blood, his family says. Images

Dallas Hextell of Sacramento was diagnosed with cerebral palsy as a baby. According to his parents, he's now doing everything a typical toddler would do, thanks to a stem-cell transplant using his own blood.

Cynthia and Derak Hextell conceived in vitro after three years of trying. They said their son was a blessing -- but soon after his birth they knew something was wrong.

"He would cry for three hours straight like he was in pain," Cynthia said. "He couldn't really focus on things. When he started eating baby food he had chew-trouble, controlling his tongue."

A specialist eventually diagnosed Dallas as having brain damage that impaired his muscle control. Cynthia remembered they had preserved blood from his umbilical cord.

"There are a few places in the country that are offering services to store stem cells," said Dr. Steven Lindheim, a fertility specialist from San Diego. "People don't think about having something just in case something goes wrong," he said.

When Dallas was accepted to undergo a potentially life-changing procedure as part of a Duke University clinical trial, his parents jumped at the chance. Dallas's cord blood cells infused intravenously in less than an hour. His mother said just five days later, the child who had never uttered a word said, "Mama, mama."

"And of course, him and I started crying, and he grabbed the video camera," Cynthia said.

Once withdrawn, Dallas started waving, laughing and appeared more curious. Doctors said there's no way to prove Dallas' cord blood explains the change, but neither his mom nor dad said they need an explanation.

"I see hope. It just makes you believe in miracles," said Cynthia.

"I think in the next five to 10 years it'll be standard of care just to have those stem cells in case they're needed," said Lindheim.

San Diego does not have private cord-blood storage centers. The closest ones are in Tucson, Ariz. and Los Angeles. And doctors charge an extra fee to collect the blood and forward it to the storage center.

No part of cord-blood storage or use is covered by insurance.

http://www.knbc.com/slideshow/health/15567960/detail.html