Dra. Lenise Garcia em entrevista na Rede Record sobre a posição católica frente ao aborto. Vale a pena ver e divulgar.
http://noticias.r7.com/record-news/videos/211-jornal-da-record-news/professora-fala-sobre-posicao-catolica-frente-ao-aborto/50a6dde06b7148676bb025d7/
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domingo, 25 de novembro de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Rapper canta a decisão de sua mãe de não abortá-lo
O que você vai ver abaixo é um lindo relato pró-vida de um famoso cantor de rap americano, Nick Cannon. Se trata de um videoclip chamado "Can I live", "Posso viver", em português. O rapper narra um episódio verídico de sua vida, quando sua mãe, ainda grávida com 17 anos e 300 dólares na mão, procurou uma clínica de aborto decidida a abortá-lo. Nas cenas dirigidas pelo próprio cantor, Nick Cannon se mostra já adulto tentando entrar em contato com sua mãe momentos antes de praticar o aborto. É quando ela começa a sentir uma forte conexão com seu bebê e ganha forças para desistir de tudo."O aborto é um assassino silêncioso de muitos afro-americanos, afirma Day Gardner, diretor dos Negros Americanos pela Vida. A maioria das mulheres que decidem abortar suas crianças o fazem sem um conhecimento total das implicações morais, espirituais e físicas. Neste vídeo, elas podem ver que existe um esforço, bebês que foram quase abortados podem crescer e se tornarem cientistas, advogados, professores e até rappers".
fonte: www.nrlc.org/news/2005/NRL07/Cannon.pdf
segunda-feira, 16 de abril de 2012
O que uma mãe faz quando espera um bebê com anecefalia?
Um testemunho real que mostra que aonde existe amor nunca há espaço para desespero e revolta. Assista até o final e compartilhe esse relato de vidas tão dignas!
segunda-feira, 26 de março de 2012
Feminismo: representante das mulheres?
http://vivopelavida.com.br/
Neste pequeno vídeo que está dando o que falar por aí, uma mulher (até então desconhecida) pede a palavra na sessão do Senado em comemoração ao Dia Internacional da Mulher e questiona os movimentos que se dizem “representantes das mulheres”, nas pessoas das senadoras ligadas a eles, sobre os reais interesses da legalização do aborto.
É uma pergunta que deve ser feita: se todas as pesquisas indicam que a grande maioria da população brasileira é contra a legalização, e se metade dessa maioria é constituída por mulheres, por que os movimentos feministas, que tantas conquistas já trouxeram a elas, hoje têm a legalização do aborto como uma de suas principais bandeiras? Eles dizem que as representam – dizem até que “se as mulheres tivessem mais poder no Estado/na Igreja, o aborto já teria sido legalizado”. Será mesmo??
Pois a mulher do vídeo foi além: “50% das crianças abortadas são mulheres.” É verdade…. E isso sem contar que, com o aborto legalizado numa sociedade cujos alguns setores ainda têm um forte resquício de machismo, eu não me espantaria se o número de mulheres abortadas passasse a ser até maior que o de homens…
Parabéns a essa mulher, pela coragem – e pela verdadeira lucidez, ao ser incisiva sem nem mesmo deixar de considerar o “comprometimento com o bem” de quem luta do lado contrário. Se este comprometimento existe ou não, o tempo dirá… O que não se pode deixar passar é o debate claro, direto, sem hipocrisia de parte alguma. É assim que tem que ser!
E em tempo: se você não quer que o aborto, a eutanásia e até a incitação ao suicídio (!) passem a ser permitidos pela lei, não deixe de se manifestar contra asmudanças do Código Penal. Entre aqui para entender e saber como agir!
PS1: Ficaram duas curiosidades, para mim: assistir ao resto da sessão, com a resposta das senadoras, e saber quem é esta mulher. A primeira vou tentar satisfazer depois, no site da TV Senado. Já a segunda, a única pista que tenho é o sotaque paulistano…
UPDATE (15-03-12): Pronto, descobri. Seu nome é Renata Gusson Martins, é Farmacêutica-bioquímica aqui em São Paulo. Aqui ela se apresenta e manda uma mensagem pra todos…
PS2: Para saber mais sobre as Fundações Ford, Rockefeller, McArthur e outras que mantêm suas estruturas gigantes difundindo a política do aborto pelo mundo, cliqueaqui.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Aborto: debate na TV Justiça, no STF, em junho de 2007
06/04/2011 — Celso Galli Coimbra
__
Programa Fórum
“Legalização do Aborto em Debate”
Produção TV Justiça, 18/06/2007
Produção TV Justiça, 18/06/2007
Convidados:
- Ministro da Saúde do Governo Lula
- Lia Zanota, Representante da Rede Feminista de Saúde e de Direitos Reprodutivos no Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres
- Advogado Celso Galli Coimbra
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Dra. Elizabeth Kipman, um exemplo feminino de coerência e virtude
Convido-os a ver a brilhante participação da dra. Elizabeth Kipman, no programa Canal Livre, apresentado pela Rede Bandeirantes no ultimo domingo (29 de março):
http://band.com.br/canallivre/videos.asp
A obstetra simplesmente destruiu a procuradora de justiça Luiza Nagib Eluf, que estava lá defendendo o aborto. Ver uma representante do Ministério Público, que possui o encargo constitucional de defender a ordem jurídica (art. 127, CF), chamando as leis brasileiras de "hipócritas e machistas" é de doer.
Vocês podem entrar em contato com a Corregedoria Geral do Ministério Público do Estado de São Paulo, dizer-lhes que assistiram ao programa da Bandeirantes e perguntar-lhes como pode uma procuradora de justiça, estipendiada pelo contribuinte para defender a ordem jurídica, ir a um programa de televisão dizer que a lei brasileira sobre o aborto é "hipócrita e machista". Pergunte, é seu direito.
Correios eletrônicos do Ministério Público do Estado de São Paulo:
cgmp@mp.sp.gov. br (corregedoria)
comunicacao@ mp.sp.gov. br (imprensa)
Rodrigo R. Pedroso.
http://band.com.br/canallivre/videos.asp
A obstetra simplesmente destruiu a procuradora de justiça Luiza Nagib Eluf, que estava lá defendendo o aborto. Ver uma representante do Ministério Público, que possui o encargo constitucional de defender a ordem jurídica (art. 127, CF), chamando as leis brasileiras de "hipócritas e machistas" é de doer.
Vocês podem entrar em contato com a Corregedoria Geral do Ministério Público do Estado de São Paulo, dizer-lhes que assistiram ao programa da Bandeirantes e perguntar-lhes como pode uma procuradora de justiça, estipendiada pelo contribuinte para defender a ordem jurídica, ir a um programa de televisão dizer que a lei brasileira sobre o aborto é "hipócrita e machista". Pergunte, é seu direito.
Correios eletrônicos do Ministério Público do Estado de São Paulo:
cgmp@mp.sp.gov. br (corregedoria)
comunicacao@ mp.sp.gov. br (imprensa)
Rodrigo R. Pedroso.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Se o aborto é um direito da mulher, aonde ficou o direto dessa mulher?
Depoimento de Gianna Jessen por ela mesma. Sofreu um aborto por envenenamento salino aos 7 meses de gestação. Tem legendas do inglês. É uma sobrevivente. Repassem para os amigos. Publiquem em todos os lugares, a verdade precisa de apenas uma brecha.
terça-feira, 24 de março de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
Não soube do mundo
Quando ví este filme pela primeira vez me lembrei automáticamente daquela frase célebre de Mario Quintana: "O aborto não é, como dizem, simplesmente um assassinato. É um roubo... Nem pode haver roubo maior. Porque, ao malogrado nascituro, rouba-se-lhe este mundo, o céu, as estrelas, o universo, tudo. O aborto é o roubo infinito". Confesso que lágrimas verteram de meus olhos ao pensar nos mais de 50 milhões de abortos que são praticados todos os anos no mundo, ao pensar nos mais de 50 milhões de roubos infinitos que acontecem a céu aberto, sem ninguém para impedir.
Este filme toca fundo porque chega no cerne de toda a questão, a luta entre justiça e injustiça, entre direito e privação, entre posse e roubo. E toca, porque mais do que qualquer outro injustiçado, ou desprovido, ou lesado, este pequeno bebê, este a quem chamamos "tú", não tem voz para pedir uma segunda chance. Até teria, mas adiantarão essa fase para não serem atormentados pela lembrança de um choro inocente.
Já que as baleias e as tartarugas tem quem os defendam, mas esses pobres pequeninos não, sejamos nós, a partir de agora, essa voz de justiça que ao menos gritará "Pega Ladrão!", "Pega Ladrão!", quando tentarem roubar-lhe infinitamente.
Era tão pequeno
que ninguém o via.
Dormia sereno
enquanto crescia.
Sem falar, pedia
- porque era semente -
ver a luz do dia
como toda a gente.
Não tinha usurpado
a sua morada.
Não tinha pecado.
Não fizera nada.
Foi sacrificado
enquanto dormia,
esterilizado
com toda a mestria.
Antes que a tivesse,
taparam-lhe a boca
- tratado, parece,
qual bicho na toca.
Não soltou vagido.
Não teve amanhã.
Não ouviu "Querido"...
Não disse "Mamã"...
Não sentiu um beijo.
Nunca andou ao colo.
Nunca teve o ensejo
de pisar o solo,
pezito descalço,
andar hesitante,
sorrindo no encalço
do abraço distante.
Nunca foi à escola,
de sacola ao ombro,
nem olhou estrelas
com olhos de assombro.
Crianças iguais
à que ele seria,
não brincou com elas
nem soube que havia.
Não roubou maçãs,
não ouviu os grilos,
não apanhou rãs
nos charcos tranquilos.
Nunca teve um cão,
vadio que fosse,
a lamber-lhe a mão
à espera do doce.
Não soube que há rios
e ventos e espaços.
E invernos e estios.
E mares e sargaços.
E flores e poentes.
E peixes e feras -
as hoje viventes
e as de antigas eras.
Não soube do mundo.
Não viu a magia.
Num breve segundo,
foi neutralizado
com toda a mestria.
Com as alvas batas,
máscaras de entrudo,
técnicas exactas,
mãos de especialistas
negaram-lhe tudo
( o destino inteiro...)
- porque os abortistas
nasceram primeiro.
(Renato de Azevedo)
Este filme toca fundo porque chega no cerne de toda a questão, a luta entre justiça e injustiça, entre direito e privação, entre posse e roubo. E toca, porque mais do que qualquer outro injustiçado, ou desprovido, ou lesado, este pequeno bebê, este a quem chamamos "tú", não tem voz para pedir uma segunda chance. Até teria, mas adiantarão essa fase para não serem atormentados pela lembrança de um choro inocente.
Já que as baleias e as tartarugas tem quem os defendam, mas esses pobres pequeninos não, sejamos nós, a partir de agora, essa voz de justiça que ao menos gritará "Pega Ladrão!", "Pega Ladrão!", quando tentarem roubar-lhe infinitamente.
Era tão pequeno
que ninguém o via.
Dormia sereno
enquanto crescia.
Sem falar, pedia
- porque era semente -
ver a luz do dia
como toda a gente.
Não tinha usurpado
a sua morada.
Não tinha pecado.
Não fizera nada.
Foi sacrificado
enquanto dormia,
esterilizado
com toda a mestria.
Antes que a tivesse,
taparam-lhe a boca
- tratado, parece,
qual bicho na toca.
Não soltou vagido.
Não teve amanhã.
Não ouviu "Querido"...
Não disse "Mamã"...
Não sentiu um beijo.
Nunca andou ao colo.
Nunca teve o ensejo
de pisar o solo,
pezito descalço,
andar hesitante,
sorrindo no encalço
do abraço distante.
Nunca foi à escola,
de sacola ao ombro,
nem olhou estrelas
com olhos de assombro.
Crianças iguais
à que ele seria,
não brincou com elas
nem soube que havia.
Não roubou maçãs,
não ouviu os grilos,
não apanhou rãs
nos charcos tranquilos.
Nunca teve um cão,
vadio que fosse,
a lamber-lhe a mão
à espera do doce.
Não soube que há rios
e ventos e espaços.
E invernos e estios.
E mares e sargaços.
E flores e poentes.
E peixes e feras -
as hoje viventes
e as de antigas eras.
Não soube do mundo.
Não viu a magia.
Num breve segundo,
foi neutralizado
com toda a mestria.
Com as alvas batas,
máscaras de entrudo,
técnicas exactas,
mãos de especialistas
negaram-lhe tudo
( o destino inteiro...)
- porque os abortistas
nasceram primeiro.
(Renato de Azevedo)
segunda-feira, 17 de março de 2008
Dóris Hipólito, um exemplo de defesa a vida humana
Dica do Wagner Moura: Dóris Hipólito, presidente da Associação Nacional Mulheres pela Vida, instituição que assiste gestantes em dificuldades, na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, fala na Universidade Federal de Juiz de Fora sobre a problemática da legalização do aborto. Essa mulher deveria ganhar um prêmio nobel por sua ajuda humanitária em favor das gestantes que, pelo governo, iriam parar necessariamente na tragédia sem volta do aborto.
Vale a pena ver e passar a diante.
Vale a pena ver e passar a diante.
quinta-feira, 13 de março de 2008
Testemunho que diz mais do que mil debates
A palavra chama, mas o testemunho arrasta. Este vídeo arrasta. Eloquente e necessário para todos aqueles que desejam debater o aborto mas que se esquecem que o produto final desta prática é um corpo multilado, uma psique manchada, e uma vida inocente covardemente destruída. Precisamos de mulheres como Eula Carvalho, mães no sentido mais verdadeiro da palavra, aquelas que dão a vida por seus filhos e os aceitam como são.
quarta-feira, 12 de março de 2008
Quer debater o aborto? Debata isso.
É muito comum ouvir por parte de quem defende o aborto a suposta necessidade de debater-se o assunto sem fim, como se ela nunca tivesse sido feita antes, ou como se não tivesse sido ainda esgotada. Geralmente nesses debates se fala sobre tudo, sobre religião, sobre Estado laico, sobre mortalidade materna, sobre humanização do aborto, mas o foco principal de verdade sempre se esquiva: o bebê. A mãe pode morrer num caso ou noutro (ainda que seja muito raro - vide os dados do DataSus), mas o bebê por nascer, esse morre 100% das vezes. Portanto o bebê é ponto central, o cerne de toda a questão.
O vídeo abaixo serve como matéria-prima, conteúdo sólido para aqueles que desejam debater a fundo essa questão, sem se esquivar da realidade total do que está em jogo.
O vídeo abaixo serve como matéria-prima, conteúdo sólido para aqueles que desejam debater a fundo essa questão, sem se esquivar da realidade total do que está em jogo.
domingo, 9 de março de 2008
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