sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Enade: a questão é mais complexa,
Na prova de história do Enade, apareceu a seguinte questão:
“Cidadãs de segunda classe? As melhores leis a favor das mulheres de cada país-membro da União Européia estão sendo reunidas por especialistas. O objetivo é compor uma legislação continental capaz de contemplar temas que vão da contracepção à eqüidade salarial, da prostituição à aposentadoria. Contudo, uma legislação que assegure a inclusão das cidadãs deve contemplar outros temas, além dos citados.
São dois os temas mais específicos para essa legislação:”
A seguir, apresentavam-se as alternativas e a resposta correta era letra A: aborto e violência doméstica.
Meu primeiro pensamento, em seguida descartado, foi de que o governo não perdera a oportunidade de, subliminarmente, fazer presente sua visão abortista, induzindo, com uma questão sobre a União Européia, os alunos a pensarem que possibilitar o aborto às mulheres equivaleria a lhes conferir cidadania. Entendi que o governo de meu país não se prestaria a um ato abominável de manipulação, sutil, do pensamento dos jovens: seria muita baixeza.
No entanto, a questão está em pauta e é polêmica. Por isso mesmo, penso que algumas considerações são importantes. Vamos a elas.
Cidadão, segundo o Houaiss, é “um indivíduo que, como membro de um Estado, se acha no gozo de direitos que lhes permitem participar da vida política”. Portanto, antes de se pensar em aborto, há que se pensar em garantir moradia, alimentação, escolaridade, trabalho, salários dignos. Isso faz com que mulheres e homens deixem de ser de segunda classe e passem a ser cidadãos no pleno sentido da palavra. A questão, como se vê, é mais complexa.
A questão é mais complexa. Trabalha, subliminarmente, com a concepção de que a mulher tem direito a fazer o que quiser com seu corpo, mas não traz à tona a verdade irrefutável de que aquela vida que se encontra em seu útero não é seu corpo, mas um outro corpo que no seu se abriga, uma vez que, sendo ainda muito frágil, precisa de um lugar em que esteja protegido de qualquer perigo (!).
Insinua-se, sutilmente, que, legalizado o aborto, muitas mulheres que morrem vítimas de abortos clandestinos teriam direito a atendimento de qualidade, garantindo, assim, sua vida. No entanto, deixa-se de dizer que a garantia de sua vida dever-se-á à morte de outra. De acordo com a ciência, sabe-se que, do momento em que o óvulo foi fecundado, até o momento em que o embrião começa a desenvolver a placenta, tudo o que ocorre é feito sem a interferência da mãe: a única interferência a ela possibilitada é expulsar o embrião e impedir que se desenvolva. Ele é um ser vivo, sobre o qual a Constituição assegura o direito à vida. É verdade que o texto fala na União Européia, mas há o texto oculto. A questão é mais complexa.
Por isso, a questão da prova, embora possa refletir o pensamento da União Européia, é lamentável, porque induz a erro de raciocínio e manipula o pensamento dos jovens, levando-os, subliminarmente, a acreditar que a plena cidadania das mulheres, que as tiraria da segunda classe, passa, inquestionavelmente, pela legalização do aborto.
Conferir cidadania às mulheres passa por muitas outras instâncias, que, sem sombra de dúvida, não a do aborto. Se assim fosse, seria o mesmo que defender a idéia de que, para acabar com a fome, é preciso matar os famintos, e não investir numa agricultura forte e numa distribuição mais igualitária de renda. Como se vê, a questão é muito mais complexa.
*Professora
14 de novembro de 2008 | N° 15789Alerta - Jornal ZERO HORA, de Porto Alergre-RS
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2293484.xml&template=3898.dwt&edition=11097§ion=1012
Após teram aprovado "na surdina" a lei, presidente veta a mesma...
http://www.estadao.com.br/internacional/not_int277386,0.htm
Presidente do Uruguai veta lei que descriminaliza aborto
ARIEL PALACIOS - Agencia Estado
BUENOS AIRES - O presidente uruguaio Tabaré Vázquez vetou hoje a lei de descriminalização do aborto, que havia sido aprovada na terça-feira pelo Senado após longos e intensos debates. Desde 2005, Vázquez havia antecipado que não toleraria a aprovação do projeto, oficialmente conhecido como Lei de Saúde Sexual e Reprodutiva, que permitia que qualquer cidadã uruguaia ou residente estrangeira no país pudesse interromper a gravidez nas primeiras doze semanas de gestação.
Nas últimas semanas, o presidente uruguaio disse que estava disposto a vetar a lei. Hoje, Vázquez, casado com María Auxiliadora Delgado, católica fervorosa, argumentou que seu veto era realizado por "graves razões filosóficas". O veto foi acompanhado pela rubrica da Ministra de Saúde Pública, María Julia Muñoz.
A descriminalização do aborto, segundo diversas pesquisas, conta com o respaldo de mais de 60% da população uruguaia. Estimativas oficiais e de organizações não-governamentais (ONGs) indicam que são realizados 33 mil abortos clandestinos no país anualmente.
Agora, o Parlamento conta com um prazo de 30 dias para convocar um plenário conjunto da Câmara de Deputados e do Senado para tentar anular o veto presidencial. Mas, para isso, será necessário que três de cada cinco parlamentares votem a favor da descriminalização do aborto. A lei uruguaia vigente só permite a realização do aborto nos casos de estupro ou de risco de vida da mãe.
Sugestão:
Cumprimentar e elogiar o presidente uruguaio pela sua atitude, através do link da Plataforma Cidadã Hazteoir (http://www.hazteoir.org/node/15464) em espanhol.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Malícia Política e Aborto
Político malandro é esperto. Seu olhar fisiológico não se desprega do próprio umbigo. Concorda sempre com o possível eleitor. Surfa nas ondas da contradição e leva o voto de pessoas de concepções mais díspares. Simpático, fala coisas bonitas, ri, chora, esbraveja, protesta, sempre segundo as circunstâncias. Afirma ou nega convictamente algo que lhe dê pontos. Humilde, reconhece ignorância diante de polêmica que lhe possa subtrair votos. Nega, olimpicamente, se for surpreendido em ações comprometedoras. Carrega uma aura de alva e comovente pureza. Diante dele, até a testemunha ocular da falcatrua chega a duvidar de seus sentidos. Se tudo está perdido, com ares de comovida indignação, esbraveja: “as coisas sempre foram assim desde que o mundo é mundo! Mas agora, nunca como antes, é por uma causa sublime!”
Digo isso, porque a Câmara dos Deputados fulminou o Projeto nº 1.135/91, que pretende a legalização do aborto no Brasil. Primeiramente, na Comissão de Seguridade Social e Família por unanimidade (33X0). Depois, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania por expressiva maioria (57X4). Nesta, o parecer aprovado, por força do Regimento da Casa, é terminativo, isto é, põe fim ao processo legislativo, salvo se houver recurso. Ocorre que o deputado José Genoíno (PT-SP) interpôs o recurso nº 201/2008 contra o parecer da Comissão de Constituição e Justiça. O apelo foi subscrito por ele e mais sessenta e dois deputados federais.
Três deputados, Carlos Santana (PT–RJ), Carlos Abicalil (PT–MT) e Vicentinho (PT–SP) apresentaram requerimento de retirada da assinatura do requerimento. Os pedidos foram indeferidos nos termos do artigo 102, §4º, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, porque, uma vez publicado o recurso, não cabe a retirada da assinatura. Antes mesmo dos indeferimentos o assessor parlamentar Jaime Ferreira Lopes já o havia previsto. O fato pode ser comprovado aqui:
http://www2.camara.gov.br/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/sileg/prop_detalhe.asp?id=16299
Além dos deputados que desaparecem na hora do voto, eis aí outro álibi. Os eleitores a favor da vida são informados pela assessoria de que houve desistência e pedido de retirada da assinatura. A petição protocolada pode até ser apresentada ao embasbacado eleitor, mas o pedido de desistência não tem efeito jurídico algum. É um zero à esquerda.
Outros juram por tudo aos defensores da vida, que são contra o aborto, o assassínio de crianças não nascidas, que nunca votaram nada a favor da medida, até porque não fizeram parte de nenhuma daquelas comissões. Apenas subscreveram o recurso, a fim de que a matéria pudesse ser debatida em plenário. Notem bem: recurso é meio processual para os inconformados se socorrerem de instância superior, para combater e reformar uma decisão.
Será que alguém assinaria recurso para discutir a possibilidade de legalização do seu próprio assassínio? São tentativas de ficarem em cima do muro ou pura ingenuidade? Ignoram eles recente pesquisa do Datafolha de que só 3% das pessoas acham o aborto moralmente aceitável? Um dia, questionado por jovens, Ulysses Guimarães disse-nos que alguns parlamentares podem não ter formação superior ou acadêmica, mas lá na Câmara dos Deputados não há ingênuos, lá não há bobinhos. Todos têm muita experiência, já foram presidentes de empresas, de grandes entidades, foram governadores, ministros, prefeitos, secretários de Estado, senadores, deputados estaduais, vereadores. Se ainda assim concluirmos que o deputado não tem malícia, merecerá ele o nosso voto?
Matias Aires dizia que malícia é aquela inteligência ou ato que prevê o mal ou o medita, espécie de arte natural, que se compõe de combinações e conseqüências, sendo, por isso, virtude política. Fazia uma distinção importante: “tem malícia quem descobre o mal para o evitar, é malicioso quem o antevê para o exercer”. Também nós precisamos ter muita malícia e discernimento para não cair nas manobras dos maliciosos.
Cicero Harada
Advogado, Conselheiro da OAB-SP,
Presidente da Comissão de Defesa da República e da Democracia da OAB-SP,
foi Procurador do Estado de São Paulo.
cicero.harada@terra.com.br
Novo espaço pró-vida pela conscientização da anencefalia
http://www.anencefalia.com.br/
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Uruguai legaliza o aborto mediante fraude
sdv@pesquisasedocumentos.com.br
DIFUNDA ESTA MENSAGEM.
EXPLIQUE A SEUS CONTATOS QUE A
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO É
NECESSÁRIA PARA A DEFESA DA VIDA.
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CÂMARA DO URUGUAI APROVA ABORTO
APRESENTAÇÃO E RESUMO
O aborto foi votado e aprovado pela Câmara dos Deputados no
Uruguai, por 49 votos a favor e 48 contra, durante a madrugada de
4 para 5 de novembro de 2008.
A Presidência da República anunciou que irá vetar o projeto na
parte que se refere ao aborto, mas ele deverá antes disso ser
devolvido para ser rediscutido pelo Senado, provavelmente na segunda
semana de novembro de 2008, porque o artigo que afirma que "os
direitos sexuais e reprodutivos são direitos humanos universais,
intransferíveis e inalienáveis" foi rejeitado por um voto.
http://www.elpais.com.uy/08/11/05/pnacio_379785.asp
A IMPRENSA NÃO INFORMA AO PÚBLICO QUE O
PROJETO VOTADO HAVIA SIDO REPROVADO
PELO SENADO E PORTANTO NÃO PODERIA MAIS
SER VOTADO PELA CÂMARA NESTA
LEGISLATURA.
POR MEIO DE VÁRIAS FRAUDES QUE NÃO
FORAM DIVULGADAS PARA O POVO, EMBORA
PERFEITAMENTE DOCUMENTADAS, A LEI FOI
VOTADA COMO SE TIVESSE SIDO APROVADA
PELO SENADO.
Advogados dos grupos que trabalham a favor da vida apresentaram um
relatório detalhado aos deputados sobre estas irregularidades, mas a
presidência da Câmara simplesmente não se interessou pelo tema. Os
jornalistas, apesar de que toda a documentação oficial e pública
contém esta informações, somente na manhã desta terça feira 4 de
novembro começaram a falar timidamente sobre isto e reconheceram que,
de fato, houve duas votações do atual projeto no Senado. Mencionam
os fatos, porém, como se se tratasse de algo completamente normal,
em vez de qualificá-lo como fraude, desonestidade e corrupção
legislativa.
Diz o jornal La Republica:
"O PROJETO FOI VOTADO EM DUAS
OPORTUNIDADES PELO SENADO, FAZ JÁ
QUASE UM ANO. NAQUELA OPORTUNIDADE, A
PRIMEIRA VOTAÇÃO FOI NEGATIVA E DIAS
DEPOIS, QUANDO O PROJETO FOI
RECONSIDERADO, FOI APROVADO POR 18
VOTOS A FAVOR E 13 CONTRA, COM A
PRESENÇA NA SALA DOS SENADORES JÚLIO
MARIA SANGUINETTI E JÚLIO LARA".
http://www.larepublica.com.uy/politica/338135-bajo-amenaza-de-excomunion-se-vota-la-ley-de-salud-sexual-y-reproductiva
E diz também El Pais:
"O PROJETO FOI TRATADO DUAS VEZES NO
SENADO. A PRIMEIRA VEZ FOI NO DIA 17 DE
OUTUBRO DE 2007 E O RESULTADO FOI
NEGATIVO. HOUVE DOIS VOTOS CONTRA PELA
FRENTE AMPLA (CARLOS BARÁIBAR E
ALBERTO CID). NO DIA 6 DE NOVEMBRO O
ASSUNTO FOI RECOLOCADO E A ASSEMBLÉIA
URUGUAI PEDIU A CID QUE RECONSIDERASSE
SUA POSIÇÃO. O PROJETO FOI APROVADO
NESTE DIA E APARECERAM OS VOTOS DO
COLORADO JULIO MARÍA SANGUINETTI E DO
BLANCO JULIO LARA".
http://www.elpais.com.uy/081104/pnacio-379554/nacional/vazquez-mantiene-su-veto-esta-tarde-se-defini
OS FATOS QUE DOCUMENTAM A FRAUDE SÃO
OFICIAIS.
No dia 17 de outubro de 2007 foram votados no Senado dois
projetos de defesa da saúde sexual e reprodutiva. O primeiro, que
não legalizava o aborto, foi aprovado no geral. O segundo, que
legalizava o aborto, foi rejeitado totalmente e não poderia ser mais
votado na presente legislatura.
No dia 6 de novembro de 2007 o Senado tinha como único item da
ordem do dia votar no particular o projeto já aprovado no geral e que
não legalizava o aborto. Em vez disso, reconsideraram este projeto,
votaram-no novamente e, nesta ocasião, apesar de que este projeto
já havia sido aprovado, o rejeitaram. Depois votaram novamente, sem
tê-lo reconsiderado, o segundo projeto que já havia sido rejeitado,
o qual legalizava o aborto, e o aprovaram.
A versão taquigráfica das sessões, disponível no site do
Parlamento Uruguaio e em cópias de vários outros sites pro vida,
mostra tudo isto até os mais mais mínimos detalhes, que jamais foram
informados ao público por parte da imprensa.
TEMOS NECESSIDADE DE SUA AJUDA PARA QUE
TODOS O SAIBAM E PARA QUE OS PRÓPRIOS
DEPUTADOS SAIBAM QUE TODO O MUNDO JÁ O
SABE.
Leia mais adiante, na seção "A PROVA DA FRAUDE", o
resumo da versão taquigráfica da sessão do dia 6 de novembro no
Senado Uruguaio que documenta estas irregularidades.
Depois da seção "A PROVA DA FRAUDE" pode-se ler a
MENSAGEM ANTERIOR caso não tenha sido ainda recebida.
A taquigrafia completa da sessão do dia 6 de novembro de 2007 do
Senado pode ser encontrada nos seguintes endereços:
http://www.parlamento.gub.uy/htmlstat/sesiones/pdfs/senado/20071106s0042.pdf
http://www.pesquisasedocumentos.com.br/sesionsenadouy.pdf
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A PROVA DA FRAUDE: RESUMO DA SESSÃO DE 6
DE NOVEMBRO DE 2007 DO SENADO URUGUAIO
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http://www.parlamento.gub.uy/htmlstat/sesiones/pdfs/senado/20071106s0042.pdf
PÁGINA 283: O Presidente do Senado pede a leitura do
primeiro projeto de lei sobre a defesa da saúde sexual e reprodutiva,
que não legalizava o aborto e que já havia sido aprovada no geral na
sessão do dia 17 de outubro. Segundo a ordem do dia, deveria
votar-se no particular os artigos deste primeiro projeto.
PÁGINA 289, FINAL: A Senadora Monica Xavier, que
junto com a Senadora Margarita Percovich são as principais
promotoras da legalização do aborto dentro do Legislativo, dizem ter
recebido uma proposta do Senador Gallinal para seguir uma tramitação
diversa. Esta tramitação consistiria em não votar no particular o
primeiro projeto já aprovado no geral, e em vez disso reconsiderar
este primeiro projeto, votá-lo novamente no geral, rejeitá-lo e
depois votar outra vez o segundo projeto, aquele que já havia sido
rejeitado pelo plenário do Senado no dia 17 de outubro, para que
agora que os que estavam a favor do aborto possuíam a maioria na
Sala, pudessem aprovar este segundo projeto que legalizaria o aborto.
O Senador Gallinal pede a palavra e diz que deve fazê-lo para
evitar, "sobre todas as coisas, que a população do país mal
interprete as decisões que toma o Senado da República", (o que de
fato poderia acontecer neste caso, porque os Senadores estavam para
decidir votar de novo um projeto que já havia sido rejeitado).
Basicamente o Senador Gallinal afirma que o Senado, se seguisse a
ordem do dia, deveria votar no particular cada um dos artigos dos
capítulos do primeiro projeto já aprovado, o qual não legalizava o
aborto. Porém haviam sido feitas novas sugestões para este projeto
já aprovado, sugestões que somente seriam coerentes com o projeto
como um todo se tivesse sido aprovada a legalização do aborto.
Portanto, prossegue o Senador, por uma questão de respeito para com
os senadores que haviam rejeitado a legalização do aborto, agora que
no plenário temos a maioria necessária para aprovar a legalização do
aborto, os Senadores não deveriam votar as novas sugestões sem antes
aprovar o projeto que já havia sido rejeitado e que legalizava o
aborto. Proceder diversamente, considera Gallinal, seria
contraditório. "Consideramos que este é o caminho lógico para a
reconsideração deste tema. Esta é nossa interpretação e a
solução que consideramos corresponder neste caso", conclui o
Senador Gallinal na página 290.
PÁGINA 290: A Senadora Margarita Percovich toma a palavra
e afirma "crer que este é o tratamento lógico na análise deste
tema".
Os senadores fazem um intervalo de 15 minutos, no qual não há
versão taquigráfica. Terminado o tempo, o presidente interpreta que
durante o intervalo houve um acordo entre os partidos e que por isso os
senadores devem decidir se vão reconsiderar e votar novamente o projeto
que já havia sido aprovado, esta vez, porém, para rejeitá-lo
(página 290). Os senadores passam a votar e a proposta
apresentada pelo Senador Gallinal e apoiada pelas senadores Monica
Xavier e Margarita Percovich recebe trinta votos a favor e um
contra.
O Senador Long, provavelmente o único voto contrário, toma a
palavra e diz:
PÁGINA 291: "Quero manifestar algo que minha consciência me
obriga a dizer com toda a sinceridade, porque é o que eu penso e nasce
do meu coração, A sessão anterior, [na qual havia-se rejeitado o
aborto], foi verdadeiramente exemplar. Mantivemos um debate
extenso, que prolongou-se por dois dias. O Senado, completo com
31 senadores na sala, tomou uma decisão. Em nosso julgamento, a
partir deste momento o assunto foi concluído no Senado. Vamos
dizê-lo com toda a franqueza: não nos parece um fato positivo a
colocação que agora se formula no sentido de reconsiderar o tema.
Isto nos lembra, lamento dizê-lo, algumas assembléias do passado,
que se prolongavam e dilatavam reiteradamente tendo em conta os que
estavam presentes, na quais se voltavam a fazer as votações até
obter-se um determinado resultado. Estas práticas não nos parecem
próprias do Senado da República. Isto não é bom para o
funcionamento normal de nosso sistema democrático. Quem sabe teria
acontecido algum fato novo importante, mas o que vemos é que a razão
real da reconsideração, - temos que dizê-lo com toda a franqueza
-, é a mudança da integração do Senado, por alguma suplência ou
algum ingresso, e a partir disto estamos calculando que talvez possamos
alterar o resultado da votação. Que temos que fazer então?
Poderemos dentro de duas ou três semanas propor uma nova
consideração na medida em que vai se alterando a integração do corpo
de senadores? Sinceramente, não nos parece que esta seja a melhor
maneira de atuar, mesmo porque a discussão anterior deste tema foi
realmente exemplar. Obrigado".
PÁGINA 291: Toma a palavra o Senador Vaillant: "Senhor
Presidente, no acordo que acabou-se de fazer durante o intervalo de
quinze minutos, não somente havíamos concordado que todos votaríamos
a reconsideração, mas que também não haveria nenhuma discussão
sobre este assunto. Naturalmente o senhor Senador tem o direito de
fazer as colocações que considere corretas, porém isto nos obriga a
dar uma resposta. Se votamos a reconsideração foi em virtude da
iniciativa apresentada pelo [Senador Gallinal do] Partido
Nacional. Em um acordo político a que chegamos, concordamos em
respeitar a iniciativa e conceder o nosso voto para habilitar a
reconsideração. Simplesmente sinto que tenho a obrigação de fazer
este esclarecimento".
PÁGINA 292: Fala a Senador Monica Xavier: "Senhor
Presidente, creio que não podemos estender mais esta parte da
discussão, e por isto apresento proposta para que passemos à
votação do projeto que se encontra a partir da página 19, (isto
é, o projeto já rejeitado que aprovava a legalização do
aborto)".
Nas páginas seguintes pode-se ler que foi isto que se fêz e se
aprovou. Aprovou-se a reconsideração do primeiro projeto que não
aprovava a legalização do aborto e, em seguida, rejeitou-se este
projeto que já havia sido aprovado em outubro pelo plenário do
Senado; depois votou-se novamente, sem prévia reconsideração, o
segundo projeto que aprovava o aborto e que havia sido rejeitado pelo
Senado em 17 de outubro, justamente pelo motivo de que legalizava o
aborto.
E agora a Câmara dos Deputados, em vez de votar um projeto que
havia sido aprovado pelo Senado, votou, graças a estas fraudes, um
projeto que havia sido rejeitado, como se tivesse sido aprovado.
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MENSAGEM ANTERIOR
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A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA
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DIFUNDA ESTA MENSAGEM.
EXPLIQUE A SEUS CONTATOS QUE A
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO É
NECESSÁRIA PARA A DEFESA DA VIDA.
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MEDIANTE FRAUDE LEGISLATIVA, O URUGUAI
LEGALIZARÁ O ABORTO NA PRÓXIMA TERÇA
FEIRA 4 DE NOVEMBRO DE 2008
APRESENTAÇÃO E RESUMO
No dia 4 de novembro de 2008 o Parlamento poderá aprovar a
legalização do aborto no Uruguai.
A notícia foi transmitida pelo diário El Pais, o principal jornal
do Uruguai, e pelo jornal Gramna, órgão oficial do Partido
Comunista de Cuba.
http://www.elpais.com.uy/081029/pnacio-378437/nacional/los-pro-y-anti-aborto-se-movilizan-votan-el-martes
http://granma.co.cu/2008/10/29/interna/artic14.html
OS GRUPOS A FAVOR DA VIDA DO URUGUAI
PEDEM AOS QUE RECEBEREM ESTA MENSAGEM
QUE ESCREVAM, TELEFONEM E ENVIEM FAXES
AOS DEPUTADOS DO URUGUAI PARA
PEDIR-LHES QUE VOTEM CONTRA O PROJETO.
O QUE SE PRETENDE COM O PROJETO É
UTILIZAR O URUGUAI COMO INSTRUMENTO
PARA DESENCADEAR A LEGALIZAÇÃO DO
ABORTO EM TODA A AMÉRICA LATINA.
O projeto, mesmo tendo sido rejeitado no Senado em 2007, foi
fraudulentamente encaminhado pelos senadores à Câmara como se tivesse
sido aprovado. Denúncias dos grupos a favor da vida do Uruguai
afirmam que, mesmo já derrubado pelo Senado, duas sessões depois,
sob a alegação de que agora já possuíam a maioria, porque haviam
mudado os votantes, substituindo os que eram a favor da vida por outros
que estavam a favor do aborto, o mesmo projeto foi repentinamente
votado de novo e desta vez aprovado. Encaminhado irregularmente à
Câmara dos Deputados, foi votado na Comissão de Saúde e a
votação terminou empatada. Segundo as normas da Câmara, isto
significaria que o projeto havia sido novamente rejeitado e que deveria
portanto ser definitivamente arquivado. A Comissão decidiu,
entretanto, enviar de modo completamente irregular o projeto, agora
também rejeitado pela Comissão, para ser votado no Plenário da
Câmara, sob a forma de duas versões, uma aprovada e outra
reprovada, o que eqüivale a enviá-lo para ser aprovado, já que o
partido do governo, promotor do projeto, possui no plenário as
maiorias necessárias.
Desde 2004, quando a legalização do aborto foi derrubada no
Senado uruguaio por uma estreita margem de três votos, a aprovação
ao povo uruguaio à legalização do aborto tem diminuído em um ritmo
surpreendente, um fenômeno que está acontecendo em toda a América
Latina e Estados Unidos. De uma aprovação ao aborto medida em
68% em janeiro de 2005, o Uruguai passou a 61% em maio de
2007 e novamente para 49% em novembro de 2007. Os grupos
locais que trabalham a favor da vida afirmam que hoje são uma minoria
os que no Uruguai se posicionam a favor da legalização do aborto.
http://www.cifra.com.uy/novedades.php?idNoticia=29
Com o propósito de orientar as próximas eleições em 2009,
grupos a favor da vida, membros de várias igrejas cristãs e uma
multidão crescente de cidadãos estão distribuindo volantes aos
cidadãos uruguaios com a lista dos senadores que votaram a favor do
aborto em 2007. Pretende-se chegar a distribuir mais de um
milhão de volantes antes das próximas eleições.
http://www.providauruguay.com
A MESA COORDENADORA NACIONAL PELA
VIDA, uma agrupação de diversas associações que desenvolvem
atividades para salvaguardar e promover a vida e a família, em
comunicado à imprensa distribuído no dia 28 de outubro de 2008,
convoca todo o povo uruguaio a enviar uma sinal claro aos legisladores
de que o povo quer que se defenda a vida. Na próxima segunda feira
dia 3 de novembro de 2008 irão reunir-se às 19:00 em frente
à Universidade da República, entre as avenidas 18 de Julio e
Tristán Narvaja, de onde percorrerão a avenida 18 de Julho em
uma manifestação contra o Projeto de Saúde Sexual e Reprodutiva,
que além de legalizar o aborto, promove a homossexualidade desde o
ensino primário e marginaliza os pais na educação sexual das
crianças e adolescentes.
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E-MAILS DOS DEPUTADOS
pabdala@parlamento.gub.uy; wabdala@parlamento.gub.uy;
aalonso@parlamento.gub.uy; jamorin@parlamento.gub.uy;
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vsemproni@parlamento.gub.uy; csignorelli@parlamento.gub.uy;
jsouza@parlamento.gub.uy; htajam@parlamento.gub.uy;
htoledo@parlamento.gub.uy; dtourne@parlamento.gub.uy;
mtravieso@parlamento.gub.uy; jtrobo@parlamento.gub.uy;
cvarela@parlamento.gub.uy; avega@parlamento.gub.uy;
hviera@parlamento.gub.uy; hyanes@parlamento.gub.uy;
jorrico@parlamento.gub.uy;
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E-MAILS DOS SENADORES
sabreu@parlamento.gub.uy; eagazzi@parlamento.gub.uy;
ialfie@parlamento.gub.uy; jjamaro@parlamento.gub.uy;
eantia@parlamento.gub.uy; marana@parlamento.gub.uy;
marismendi@parlamento.gub.uy; dastori@parlamento.gub.uy;
jbentancor@parlamento.gub.uy; acid@parlamento.gub.uy;
acouriel@parlamento.gub.uy; edarosa@parlamento.gub.uy;
sdalmas@parlamento.gub.uy; efernandez@parlamento.gub.uy;
fgallinal@parlamento.gub.uy; rgargano@parlamento.gub.uy;
laheber@parlamento.gub.uy; glapaz@parlamento.gub.uy;
jlara@parlamento.gub.uy; jlarranaga@parlamento.gub.uy;
hlescano@parlamento.gub.uy; rlong@parlamento.gub.uy;
rmichelini@parlamento.gub.uy; camoreira@parlamento.gub.uy;
jmujica@parlamento.gub.uy; rnin@parlamento.gub.uy;
gpenades@parlamento.gub.uy; jmsanguinetti@parlamento.gub.uy;
jsaravia@parlamento.gub.uy; vvaillant@parlamento.gub.uy;
mxavier@parlamento.gub.uy; ltopolansky@parlamento.gub.uy;
hrodriguez@parlamento.gub.uy; sgonzalez@parlamento.gub.uy;
cpalacio@parlamento.gub.uy; elorenzo@parlamento.gub.uy;
seccss@parlamento.gub.uy; cbaraibar@parlamento.gub.uy;
abreccia@parlamento.gub.uy; jkorzeniak@parlamento.gub.uy;
elorier@parlamento.gub.uy; cmoreira@parlamento.gub.uy;
mpercovich@parlamento.gub.uy; erios@parlamento.gub.uy;
erubio@parlamento.gub.uy;
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COMUNICADO DOS GRUPOS PRO VIDA DO
URUGUAI
Este informe contém uma apresentação do estado do suposto projeto de
lei de legalização do aborto, chamado de "DEFESA DO
DIREITO DE SAÚDE SEXUAL E
REPRODUTIVA", no Uruguai.
O projeto de lei foi rejeitado na Câmara dos Senadores, o qual
deveria ter causado o seu arquivamento, não podendo ser votado
novamente nesta legislatura. Mesmo assim, entretanto, duas sessões
a seguir, o presidente da Câmara colocou-o novamente em votação,
fazendo caso omisso do necessário instrumento da reconsideração
(haviam caducado os prazos que permitiam fazê-lo) e em uma clara
violação das normas constitucionais e as normas regulamentares
vigentes (não estava na ordem do dia (artigo 61), não se havia
pedido a sua inserção (artigo 66) e já não podia ser
reconsiderado (artigo 105).
Estas irregularidades implicam violação da normativa vigente e
determinam que o projeto de lei enviado à Câmara dois Deputados seja
inexistente enquanto tal.
Assim o texto do projeto rejeitado foi votado de novo, desta vez com
aprovação do mesmo, e foi enviado antijuridicamente à Câmara dos
Deputados, onde tramitou de forma indevida na Comissão de Saúde,
pois não estávamos diante de um procedimento legislativo já que o
suposto projeto ao ter sido rejeitado não existe enquanto tal.
Nesta Comissão a votação terminou empatada, com o que um projeto
é rejeitado e deve ser arquivado, de acordo com o regulamento da
Câmara (artigo 134).
Porém por um acordo político, a Comissão decidiu enviá-lo assim
mesmo, também de forma anti-regulamentar, ao Plenário da Câmara
para ser discutido.
Na realidade isso eqüivale a enviá-lo para que o aprovem, pois em
tal plenário o partido do governo, promotor do projeto, possui as
maiorias necessárias.
Entre outras coisas este projeto de lei
1. Autoriza a abortar mediante o simples pedido da mulher até as
12 semanas, porém na realidade, com as "exceções" que prevê,
permite o aborto à vontade em qualquer momento da gravidez.
2. Possibilita que as menores de idade possam abortar contra a
vontade de seus pais, e obriga ao juiz a aprovar o aborto nestes
casos.
3. Restringe o prazo da objeção de consciência para os médicos a
30 dias depois de promulgada a lei, sem possibilidade de mudar depois
de opinião, e com a obrigação em qualquer caso de praticar abortos
"em casos graves e urgentes".
4. Obriga as instituições particulares de saúde a realizarem
abortos independentemente dos princípios em que se baseiam.
Mas, além disso, seu capítulo primeiro inclui:
1. A negação na prática do pátrio poder, destituindo os pais do
direito de decidir o que será ensinado aos seus filhos menores de idade
em matéria de sexualidade e negando-lhes a possibilidade de conhecer o
que se lhes prescreve ou ensina nas escolas.
2. A educação obrigatória sobre o "exercício dos direitos
sexuais e reprodutivos" para meninos e meninas desde a escola
primária.
3. O dever do Estado de "combater as pressões sociais e
culturais" em matéria de sexualidade. Com isto fica aberta a porta
para a perseguição por parte do estado e da lei das instituições de
ensino que não comungam com os princípios da ideologia chamada
"perspectiva de gênero".
4. A adoção por parte do Estado da "ideologia de gênero" e a
imposição por parte da lei desta mesma ideologia a toda a cidadania,
em uma clara violação da tradicional "laicidade" do Estado
Uruguaio.
Interessa-nos que se tome consciência a nível internacional do que
se está querendo fazer aqui no Uruguai, que entendemos interessar a
todo o continente. Em poucos dias informaremos sobre o curso dos
acontecimentos e as ações com que os cidadãos poderão contribuir
para a defesa do direito à vida em nosso país.
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COMUNICADO DE IMPRENSA DA MESA
COORDENADORA NACIONAL PELA VIDA
28 de outubro de 2008
MARCHA PROVIDA PELA AVENIDA 18 DE JULHO
Sob o lema: "PELO DIREITO DE NASCER E AO
PÁTRIO PODER", na próxima segunda feira 3 de novembro às
19:00 concentrar-se-ão diante da Universidade da República,
entre a avenida 18 de Julho e Tristán Narvaja, diversas
organizações provida convocadas pela Mesa Coordenadora Nacional
Pela Vida, marchando em seguida pela avenida principal.
Neste comunicado à imprensa expressam que manifestar-se-ão, mais
uma vez, em firme repúdio ao projeto de Saúde Sexual e
Reprodutiva, em tramitação na Câmara dos Deputados, que legaliza
o aborto e que, segundo já se informou, promove a homossexualidade
desde o ensino primário, marginalizando aos pais na educação sexual
das crianças e adolescentes.
mesanacionalporlavida@gmail.com
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COMUNICADO: O ABORTO ELIMINA UMA VIDA
http://www.providauruguay.com
Os dias 17 de outubro e 6 de novembro de 2007 vários Senadores
votaram a favor da lei que despenaliza o aborto no Uruguai.
Seus nomes estão listados no folheto. Clique na imagem ou neste link
para baixar o original do folheto em formato pdf:
http://www.providauruguay.com/folleto.pdf
Faça cópias deste folheto em sua impressora. Baixe o documento
original em PDF, leve-o a uma gráfica e imprima muitas mais
cópias para distribuí-las em seu emprego, em sua comunidade, entre
seus amigos, etc..
Em todo o Uruguai já se distribuíram quatrocentas mil cópias deste
folheto, e logo chegaremos a mais de um milhão de cópias. Mas
queremos também a sua ajuda. Sua ajuda é valiosa. Somente você
conhece seus amigos, seus vizinhos, seus colegas e queremos que estas
informações cheguem a TODOS, absolutamente TODOS, os
eleitores do Uruguai.
Desejamos que nas eleições de 2009 todos os eleitores uruguaios
saibam claramente quem foram os senadores que votaram a favor da
legalização do aborto em 2007.
DOBRE E GUARDE ESTE FOLHETO JUNTO AOS
TEUS DOCUMENTOS ATÉ ÀS ELEIÇÕES DE
2009.
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TELEFONE GERAL DO PARLAMENTO URUGUAIO
142
Telefonando do estrangeiro disque 00 598 2 142.
Telefonando do Brasil disque 00 21 598 2 142.
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TELEFONES E FAX DOS DEPUTADOS DO
URUGUAI
Se estiver telefonando do estrangeiro, acrescente [00 598 2]
antes do número.
Se estiver telefonando do Brasil, acrescente [00 21 598 2]
antes do número.
DEPUTADOS . . . TELEFONE . . . FAX
Pablo Abdala . . . 9249460 . . . 9249460
Washington Abdala . . . 9246104 . . . 9241172
Alvaro Alonso . . . 9243731 . . . 9247651
José Amorin . . . 9249707 . . . 9246112
Pablo Alvarez . . . 9246112 . . . 9249871
Beatriz Argimon . . . 9249883 . . . 9241451
Roque Arregui . . . 9247689 . . . 9247689
Miguel Asqueta . . . 9249254 . . . 9244560
Alfredo Asti . . . 9249811 . . . 9247574
Manuel Maria Barreiro . . . 9248909 . . . 9249208
Juan Jose Bentancour . . . 9245109 . . . 9249370
Bertil R. Bentos . . . 9246110 . . .9247429
Daniel Bianchi . . . 9247312 . . .9242565
Jose Luis Blasina . . . 9245570 . . . 9242186
Gustavo Borsari . . . 9248683 . . . 9246644
Luis Sergio Botana . . . 9243888 . . .9246523
Eduardo Brenta . . . 9249139 . . . 9248096
Juan Bruno . . . 9243399 . . . 9246608
Diego Canepa . . . 9245325 . . . 9249655
Rodolfo Caram . . . 9248187 . . . 9247442
German Cardoso . . . 9241073 . . .9248914
José Carlos Cardoso . . .9248114 . . . 9246918
Julio Cesar Cardozo . . .9247159 . . . 9243403
Federico Casaretto . . . 9291420 . . . 9244022
Alberto Casas . . . 9243939 . . . 9248724
Nora Castro . . . 9247422 . . . 9249125
Heber Clavijo . . . 9245554 . . . 9248865
Alba Cocco . . . 2009928 . . . 9248404
Roberto Conde . . . 9242483 . . . 9291449
Mauricio Cusano . . . 9246696 . . . 9249312
Richard Charamelo . . . 9244034 . . . 9246749
Silvana Charlone . . . 9242706 . . .9240755
Guillermo Chiflet . . . 9249151 . . . 9245267
Alvaro Delgado . . . 9246706 . . . 9249926
Juna Dominguez . . . . 9248710 . . . 9249704
David Dotti . . . 9246714 . . . 9247382
Carlos Enciso . . . 9246704 . . . 9246704
Gustavo Espinosa . . . 9248115 . . . 9248115
Sandra Etcheverry . . . 9247391 . . . 9245090
Julio Cesar Fernandez . . . 9242650 . . . 9245668
Luis Jose Gallo . . . 9247423 . . . 9241301
Carlos Gamau . . . 9240973 . . . 9246845
Jorge Gandini . . . 9245952 . . . 9249839
Javier Garcia . . . 9242373 . . . 9240681
Daniel Garcia . . . 9248678 . . . 9246861
Nora Gauthier . . . 9243945 . . . 9243174
Carlos Gonzales . . . 9248807 . . . 9247431
Rodrigo Goñi . . . 9246825 . . . 9246825
Guarino Gustavo . . . 9241417 . . . 9246138
Tabare Hackenbruch . . . 9248390 . . . 9248791
Uberfil Hernandez . . . 9246200 . . . 9249211
Doreen Javier Ibarra . . . 2097595 . . . 9248168
Pablo iturralde . . . 9244310 . . . 9247419
Lilian Kechichián . . . 9248205 . . . 9249032
Luis A. Lacalle Pou . . . 2098219 . . . 9240672
Fernando Longo . . . 9248575 . . . 9248623
Alvaro Lorenzo . . . 9249947 . . . 9248623
Guido Machado . . . 9246697 . . . 9244448
José Carlos Mahía . . . 9244080 . . . 9241147
Daniel Mañana . . . 9249591 . . . 9245576
Ruben Martinez . . . 9249677 . . . 2009485
Carlos Maseda . . . 9291421 . . . 9249101
Carlos Mazzulo Gaitan . . . 4013638 . . . 9249973
Jorge Menendez . . . 9243726 . . . 9240015
Gonzalo Mujica . . . 9247824 . . . 9246111
Gonzalo Novales . . . 9246751 . . . 9245589
José Olano Llano . . . 9248117 . . . 9248145
Edgardo Ortuño . . . 9249319 . . . 9249132
Passada Ivonne . . . 9240604 . . . 9249267
Jorge Patrone . . . 2006403 . . . 9249134
Daniela Payssé . . . 9247783 . . . 9246285
Adriana Peña . . . 9245960 . . . 9246743
Daniel Peña . . . 9248897 . . . 9249904
Alberto Perdomo . . . 9249136 . . . 9245373
Anibal Pereyra . . . 9246116 . . . 9248846
Dario Perez . . . 9246077 . . . 9246982
Pablo Perez . . . 9247402 . . . 9243412
Esteban Perez . . . 9248781 . . . 9245387
Enrique Pintado . . . 9246904 . . . 9242330
Ivan Posada . . . 9245019 . . . 9247214
Jorge Pozzi . . . 9248680 . . . 9248865
Edgardo Rodriguez . . . 9243947 . . . 9243622
Nelson Rodriguez . . . 9246701 . . . 9248238
Jorge Romero . . . 9249372 . . . 9242217
Luis Rosadilla . . . 9244383 . . . 9249138
Javier Salsamendi . . . 9249143 . . . 9249301
Victor Semproni . . . 9246857 . . . 9246113
Carlos Segnorelli . . . 9248748 . . . 9249963
Jjuan Carlos Souza . . . 9246105 . . . 9277574
Hector Tajam . . . 9246091 . . . 9248929
Hermes Toledo . . . 9248439 . . . 9248842
Daisy Tourne . . . 9244407 . . . 9245918
Monica Travieso . . . 2036478 . . . 9246957
Jaime Trobo . . . 9245567 . . . 9243407
Carlos Varela . . . 9245923 . . . 9244558
Alvaro Vega . . . 9249533 . . . 9243127
Homero Viera . . . 9248769 . . . 9248681
Horacio Yanes . . . 9244758 . . . 9248827
Jorge Orrico . . . 9248528 . . . 9240621
===========================================
TELEFONES E FAX DO SENADO
Se discar do estrangeiro, acrescente [00 598 2] antes do
número.
Se discar do Brasil, acrescente [00 21 598 2] antes do
número.
===========================================
PRESIDENCIA DEL SENADO
Senador Rodolfo Nin Novoa
rnin@parlamento.gub.uy
Números internos 2293 e 2536
Telefonos externos 924 6881, 200 02 32
Fax 209 9632 e 200 7410
==============================
SALA DE PRENSA
Telefonos externos 203 3994, 924 8132
Fax 203 3994 e 924 8132
==============================
DEPARTAMENTO DE COMUNICACIONES Y
PRENSA
Telefono externo 924 9572
Fax 401 6151
==============================
SENADOR SERGIO ABREU
Números internos 2338 - 2484 - 2508
Fax 924 84 21
sabreu@parlamento.gub.uy
==============================
SENADOR ISAAC ALFIE
Números internos 2516
Números externos 203 4510 - 209 1226 - 209 0980
Fax 924 9514
ialfie@parlamento.gub.uy
==============================
SENADOR JUAN JUSTO AMARO
Números internos 2457 - 2497 - 3428 - 3429
Números externos 924 6075 - 924 2622
jjamaro@parlamento.gub.uy
==============================
SENADOR ENRIQUE ANTIA
Números internos 2580 - 2581
Número externo 200 9817
Fax 200 9733
eantia@parlamento.gub.uy
==============================
SENADOR CARLOS BARAIBAR
Números internos 3232 - 3233
Números externos 924 7703 - 203 6155
Fax 924 8113
cbaraibar@parlamento.gub.uy
==============================
SENADOR ISAAC ALFIE
Número interno 2516
Número externo 924 9514
Fax 924 9514
ialfie@parlamento.gub.uy
==============================
SENADOR ALBERTO CID
Números internos 2351 - 2498
Número externo 203 6998
Fax 924 9517
acid@parlamento.gub.uy
==============================
SENADOR EBER DA ROSA
Números internos 2540 - 2570
Fax 924 7405
edarosa@parlamento.gub.uy
==============================
SENADOR ELEUTÉRIO FERNANDEZ HUIDOBRO
Números internos 2509 - 2538 - 2548
Números externos 209 7054 - 209 7420
Fax 924 7814
efernandez@parlamento.gub.uy
==============================
SENADOR FRANCISCO GALLINAL
Números internos 3400 - 3401 - 3412 - 3413
Números externos 929 1139 - 924 5177 - 929 0310
- 924 0171
Fax 924 3756
fgallinal@parlamento.gub.uy
==============================
SENADOR LUIS ALBERTO HEBER
Números internos 3458 - 3459
Número externo 924 8548
Fax 924 8757
laheber@parlamento.gub.uy
==============================
SENADOR GUSTAVO LAPAZ
Números internos 3410 - 3411
Números externos 924 4784 - 924 7182
Fax 401 4429
glapaz@parlamento.gub.uy
==============================
SENADOR JULIO LARA
Números internos 2441 - 2454 - 3312 - 3313
Números externos 203 4699 - 924 2827 - 924 6242
Fax 924 6242
jlara@parlamento.gub.uy
==============================
SENADOR RUPERTO LONG
Números internos 2535 - 2589 - 2548
Número externo 203 4398
Fax 401 6917
rlong@parlamento.gub.uy
==============================
SENADOR RAFAEL MICHELINI
Números internos 2456 - 2578 -3256 -3257
Número externo 200 4061 - 924 7822 - 924 3594
- 924 6718
Fax 924 9275
rmichelini@parlamento.gub.uy
==============================
SENADOR CARLOS MOREIRA
Números internos 2328 - 2564 - 3450 - 3451
Números externos 209 7823 - 401 7119 - 924 9537
Fax 929 1562
camoreira@parlamento.gub.uy
==============================
SENADOR GUSTAVO PENADES
Números internos 2274 - 2365 - 3456 - 3457
Números externos 203 4062 - 924 8403 - 929 1607
Fax 203 4062 - 924 1607
gpenadesa@parlamento.gub.uy
==============================
SENADOR JULIO MARIA SANGUINETTI
Números internos 2582 - 2583
Números externos 200 0337 - 209 1405
Fax 929 0255
jmsanguinetti@parlamento.gub.uy
==============================
SENADOR JORGE SARAVIA
Números internos 2462
Números externos 203 4968 - 924 6923 - 924 8419
Fax 924 4789
jsaravia@parlamento.gub.uy
==============================
SENADORA LUCIA TOPOLANSKY
Números internos 2569 - 2577
Número externo 929 1465
Fax 929 1464
ltopolansky@parlamento.gub.uy
==============================
SENADOR VICTOR VAILLANT
Números internos 2574 - 2576
Números externos 401 7026 - 209 2904
Fax 400 9210
vvailant@parlamento.gub.uy
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
O que o movimento pró-aborto espera agora de Obama?
Steven W. Mosher
PAYBACK TIME:
WHAT PLANNED PARENTHOOD EXPECTS FROM OBAMA
by Steven W. Mosher and Colin Mason
The decades-long love affair between Barack Obama and Planned Parenthood has reached its political fruition. Obama will soon be ensconced in the Oval Office, with all the people who helped put him there lined up outside for goodies. At the head of the line will be Planned Parenthood and other abortion providers. What will they ask for?
The three things that they want from a President Obama are more money for their contraception and sterilization programs, an end to any and all restrictions on abortions, and taxpayer funding, including funding for abortion itself.
Judging by what Obama has said over the course of the campaign, he will be happy to grant their wishes.
First of all, Barack Obama has pledged to pay for abortions with our tax dollars. According to his own web site, he is an original co-sponsor of the "Prevention First Act," which will "increase funding for family planning and comprehensive sex education that teaches both abstinence and safe sex methods. The Act will also end insurance discrimination against contraception, improve awareness about emergency contraception, and provide compassionate assistance to rape victims."
What this reasonable-sounding languages disguises, of course, is the ugly reality that the Prevention First Act would actually force insurance companies to fund, doctors to prescribe, and pharmacies to dispense, abortifacient contraceptives. "Providing compassionate assistance to rape victims," when translated into plain English, means forcing you and I to pay for morning after pills and abortions.
Second, Obama has also promised--in the strongest possible terms--to sign the radical Freedom of Choice Act (FOCA), which would prohibit the states from "interference with a woman's right to terminate a pregnancy prior to viability or . . . after viability where termination is necessary to protect the life or health of the woman." It would also prohibit so-called "discrimination . . . in the regulation or provision of benefits, facilities, services, or information." If passed, the Freedom of Choic Act would nulligy any and all restrictions on abortion, from parental consent laws, to waiting periods, to informed consent provisions, and the like. All of the hard work of pro-lifers over the past three deacdes would be swept away.
Third, and potentially most damaging in the long run, Obama has pledged to appoint Supreme Court justices based on their friendliness to his agenda, and not their qualifications as impartial arbiters of the law. In Obama's own words, he will surely appoint people of like mind, assuring us that he wants to put "people on the bench who have enough empathy, enough feeling for what ordinary people are going through." So much for the Constitution.
As it stands now, the Supreme Court is currently effectively deadlocked on the Life issues, with Roberts, Alito, Scalia, and Thomas reliable pro-life votes, and Breyer, Ginsburg, Stevens and Souter equally reliably pro-abortion. With at least two justices getting on in years and another reportedly expressing interest in retiring, the next president may have ample opportunity to appoint more than one judge to the land's highest court.
In the face of Obama's expected onslaught against Life what can we do?
Those with pro-life convictions must continue to act on those convictions. We must continue to be a presence outside of abortion centers in order to let women know that there is a "choice" beyond abortion. We must continue to help women who come to our crises pregnancy centers with counseling and baby cribs. We must let our remaining friends in the House and Senate know that we expect them, although outnumbered, to stand and fight for Life. Unless the Party of Abortion can muster 60 votes in the Senate, the Freedom of Choice Act will be a dead letter.
Finally, we must redouble our efforts to expose the abortion movement for what it is: An anti-child, anti-woman movement that has cost America 50 million lives and counting.
Steven Mosher is the President of the Population Research Institute
Colin Mason is the Director of Media Production at Population Research Institute
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Ofensiva antiabortista en la UE
Un día sí y otro también el ginecólogo Christian Fiala se encuentra con un puñado de manifestantes antiaborto a las puertas de la clínica donde trabaja en Viena. Algunas veces hablan con las mujeres y les entregan información sobre sus organizaciones. Otras se limitan a rezar. Fiala se ha acostumbrado a esta imagen, que hace cinco años resultaba insólita en Austria. Una escena muy similar a la que vive cada semana Luisa Torres, portavoz de la clínica Dátor de Madrid, una de las más antiguas de España. Este tipo de manifestaciones no se han intensificado sólo en Austria y en España. Cada semana, en al menos una de las más de un millar de clínicas abortistas que existen en Europa se produce algún tipo de acto en contra de esta intervención.
Las organizaciones antiabortistas han agudizado su ofensiva. Cada vez son más y mejor organizadas. Decenas de estos grupos han florecido en un panorama en el que el aborto se ha convertido en tema de debate internacional. Una polémica alimentada por la posible reforma de la Ley del Aborto en España, la propuesta a la ONU de un político italiano para añadir al artículo 3 de la Declaración de los Derechos Humanos, "todo individuo tiene derecho a la vida", la coletilla "desde la concepción hasta la muerte natural"; la petición en el Reino Unido de una revisión a la baja de los plazos para abortar, o la ofensiva católica en Italia para que se reanime a los fetos de la mujer que aborte.
En Europa se practican entre 500.000 y 800.000 abortos al año, según el Consejo de Europa. Con ese trasfondo y con el aliño del debate político, los antiabortistas han pasado, según las clínicas, de ser grupos desorganizados y formados por un puñado de voluntarios a convertirse en organizaciones semiprofesionales que, cada vez más, utilizan métodos "a la americana". Desde las manifestaciones a las puertas de los centros y la recogida de firmas hasta la distribución de imágenes de fetos o el caso extremo de efectuar ataques a los centros.
Pero, para Fiala, la clave está en la organización. "Ahora se basan en una estructura muy pensada. Además reciben fondos para financiarse", sostiene este ginecólogo, que además de trabajar en una clínica de abortos de Viena es el presidente de la Federación Internacional de Asociaciones y Profesionales del Aborto y la Contracepción (Fiapac). Precisamente, ese aumento de la presión de los antiabortistas ha sido uno de los puntos que se han debatido en el congreso de esta organización, celebrado estos días en Berlín bajo la presión de estos grupos a las puertas de sus reuniones.
Estas manifestaciones y protestas pueden llegar a ser "tremendamente molestas y traumáticas para las mujeres que acuden a las clínicas", dice Torres. "Con esa manera de actuar, con sus rezos, sus manifestaciones o su reparto de fotografías de fetos destrozados intentan hacer que las mujeres tengan miedo y no entren en las clínicas", añade Eva Rodríguez Armario, de la Asociación de Clínicas Acreditadas para la Interrupción Voluntaria del Embarazo (Acai). Organizaciones contrarias al aborto, como la Federación de Asociaciones Provida, no están de acuerdo. "A la puerta de esas clínicas van particulares o grupos de distintas características. Unos ofrecen información, otros rezan...", dice Alicia Latorre, su presidenta, quien asegura que ellos no organizan actos como los que menciona Rodríguez Armario, y que además de ser "profundamente respetuosos" se limitan a dar información y ofrecer ayuda a las mujeres.
"El victimismo funciona muy bien", opina Josep Miró, de E-cristians. Esta organización antiabortista asegura que no ejerce ningún tipo de presión. Si cabe, alguna oración que otra junto a los centros. "Y no creo que rezar intimide a alguien", añade Miró.
La ginecóloga holandesa Rebeca Gomperts lleva unos 10 años capitaneando el barco abortista que su organización, Women on Waves, lleva por todo el mundo para que mujeres de países donde la interrupción voluntaria del embarazo está prohibida puedan practicársela. Gomperts también habla de un incremento de la ofensiva de los antiabortistas. Algo que achaca a los contactos de los grupos europeos con otras organizaciones. "Muchos se alimentan de la financiación de partidos ultracatólicos o de organizaciones similares que operan en EE UU", argumenta.
Efectivamente, Derechoavivir.org, E-cristians o la Federación Española de Asociaciones Provida tienen contactos internacionales y, como otros grupos, cuentan con una red de asociaciones hermanas en otros países. Sin embargo, desmienten esa supuesta profesionalización. "Todos somos voluntarios", dice Blanca Escobar, portavoz de Derechoavivir.org, grupo que forma parte de Hazteoír.org, y que al igual que otras organizaciones ha experimentado un crecimiento de miembros y de actividad alimentado, sobre todo, por la Red. Su presencia en Internet -webs, foros, grupos en redes sociales...- ha sido fundamental para darse a conocer.
Pero, dentro de este panorama, la excepción es el caso de Italia, un país desde el que se lanzó la propuesta a la ONU y donde se debatió sobre la reanimación de los fetos, pero que no cuenta prácticamente con activistas callejeros. "No hacen falta. Esa postura la han asumido ya organizaciones de médicos y también partidos políticos", aclara la ginecóloga Mirella Parachini, que trabaja en una clínica de Roma.
En Alemania, las manifestaciones son más frecuentes en el sur católico, explica la ginecóloga Gabriele Halder. La ofensiva que los mismos trabajadores de las clínicas llaman "a la americana" no ha alcanzado el extremo de EE UU, donde se han registrado incluso ataques con bombas.
http://www.elpais.com/articulo/sociedad/Ofensiva/antiabortista/UE/elpepisoc/20081104elpepisoc_3/Tes
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Mais de 70 anos? Não vale a pena reanimá-lo.
Amesterdão - Uma casa de idosos, na Holanda, propôs em Agosto passado aos seus residentes com mais de 70 anos que assinassem uma declaração informando que não queriam ser reanimados, no caso de sofrerem algum tipo de ataque, a não ser que... (e neste campo se pormenorizam as excepções).
Assinado por Cármen Montón
Data: 18 Outubro 2008
Fonte: http://www.aceprensa.pt/articulos/2008/oct/18/mais-de-70-anos-no-vale-pena-reanim-lo/
A iniciativa do Lar Sint Pieters, em Amersfoort levou o Parlamento a reagir contra e as autoridades de saúde informaram que iriam proceder a uma investigação. Por fim, a residência geriátrica retirou a sua proposta, não sem afirmar que, num futuro próximo, a iria impor.
As pessoas que não estavam de férias reagiram com o habitual comportamento bipolar que estas notícias costumam provocar: ou extremamente assustadas com o facto de poderem vir a impor limites de idade à possibilidade de continuar a viver, ou a favor da referida tomada de posição, invocando o risco de obstinação terapêutica e a autonomia da pessoa sobre a sua própria vida. No semanário Elsevier, uma coluna relaciona esta medida com a "encosta escorregadia" da moral que deu origem à legalização da eutanásia, ao fazer depender do paciente o direito de decidir por si próprio o momento em que deve morrer ou o de ponderar as medidas terapêuticas em função dos seus custos e, ainda mais grave neste caso, impondo um limite de idade.
Para compreender melhor no seu contexto a medida, temos que ter em conta que na Holanda existem casas para idosos, com diferentes propostas de assistência, conforme o nível de dependência e outros lares, exclusivamente para idosos muito doentes. Nestes últimos trabalham médicos com uma especialidade que só existe nos Países Baixos. Aqui já funcionava, há quatro anos, com o consentimento da subsecretaria da saúde, a medida do «não desejo ser reanimado, a não ser que...», embora não associada à idade.
Contudo, na intenção manifestada recentemente pela Casa Sint Pieters em Blokland Gasthuis, trata-se de idosos em princípio, saudáveis, embora a velhice comporte sempre os seus achaques próprios.
«A política de não reanimar os idosos a partir dos 70 anos é um equívoco. Pessoas idosas vivem, normalmente, depois de serem reanimadas», afirma o cardiologista do hospital académico da Universidade de Amesterdão, Ruud Koster, membro do European Resuscitation Council (Conselho europeu para a reanimação).
De acordo com este médico, na Holanda, existe margem legal para recorrer ao desejo para não ser reanimado, mas também o direito a ser ajudado em caso de necessidade e a obrigação de prestar, a todos os indivíduos, cuidados médicos. A referida Casa procederia contra a lei negando aos seus residentes o que a lei estipula.
Koster apresenta percentagens de reanimação com êxito a partir de uma investigação realizada na Holanda do Norte. Também defende que haja em cada centro uma clara política de reanimação e pessoal com conhecimentos técnicos suficientes e que utilizem os meios mais modernos. «No acto de reanimar - afirma Koster numa entrevista - a rapidez e qualidade da ajuda são os primeiros requisitos para um bom resultado»
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Carmen Montón
domingo, 26 de outubro de 2008
A problemática das células tronco embrionárias em apresentação científica
sábado, 25 de outubro de 2008
Universitários desmacaram racismo nos serviços de aborto nos EUA
Margaret Sanger é um dos ícones do movimento pró aborto. Ela é sempre elogiada como uma ativista e feminista pioneira comprometida com a saúde pública. Suas entrevistas sobre estes assuntos são consideradas como se fossem as sagradas escrituras. Entretanto poucos conhecem que também fora uma aberta partidária da eugenêsia quem sempre propôs que houvesse mais crianças filhas de ricos e, conseqüentemente, esterilização ou inclusive segregação para os pobres. O infame Negro Project (Projeto para os Negros), que fez que os programas de anticoncepção e esterilização se dirigissem preferentemente à população negra, foi uma amostra de seu pensamento.
Planned Parenthood, é obvio, sempre tratou que ocultar estes fatos. Assim tenta permanentemente de maquiar a reputação de Sanger e tem que assumir uma atitude de controle de danos cada vez que sai à luz alguma das desagradáveis opiniões de sua heroína.
Entretanto, contrariamente ao que nos indica o senso comum, Planned Parenthood não mudou em nada o marcado racismo de Sanger. Incrivelmente, seguem praticando discretamente o que ela pregou e que tanto se envergonham em reconhecer.
A pesar que Planned Parenthood o negou muitas vezes, o tema racial os segue dominando obsessivamente e continuam concentrando suas atividades sobre as minorias raciais. Como aconselharia qualquer perito em marketing, uma vez identificado seu segmento-objetivo, é sobre estas minorias raciais onde concentram sua propaganda, seus métodos e inclusive a localização de seus centros de atenção.
Como se descobriu o racismo destes programas?
Uma recente investigação sobre a Planned Parenthood levada a cabo por gente pró vida da UCLA e membros de Students for Life of America” (SFLA) colocou-se como meta demonstrar que Planned Parenthood aceita doações especificamente para abortos de bebês negros.
Esta equipe de investigação determinou em primeiro lugar em que Estados de USA era legal gravar conversações telefônicas secretamente e logo fizeram as chamadas clínicas de abortos da Planned Parenthood nos respectivos Estados. contratou-se a um ator, e as chamadas foram realizadas dos escritórios de “Students for Life of America” em Arlington. Os resultados destas chamadas foram publicadas no The Advocate”, a revista estudiantil de estudantes pró-vida da UCLA, mas a história chamou a atenção da maioria de meios da comunicação.
Nas conversações gravadas, o ator deixava bem em claro que ele era racista. Dizia, por exemplo: “há muitos bebês negros nascendo”. Também insistia em que suas doações deveriam ser especificamente destinadas para abortar bebês negros. Qualquer organização sem fins de lucro rechaçaria de plano uma proposta desta classe, tão abertamente racista, mas o pessoal da Planned Parenthood esteve muito feliz de aceitá-la.
“A diretora de desenvolvimento de Planned Parenthood de Idaho se emocionou,” foi o que nos disse Kristan Hawkins, diretor executivo de Students for Life”. “Ela disse que queria assegurar-se de havê-lo entendido bem, porque essa era a primeira vez que lhe tinha acontecido uma coisa assim e estava muito emocionada. Ela também riu quando o ator disse “quanto menos bebe negros existam por aí, melhor” ao que lhe respondeu “é compreensível, é compreensível”. E em Ohio, o assistente administrativo contatado disse “Receberemos seu dinheiro qualquer seja sua motivação”.
A investigação foi parte de uma longa ofensiva de Students for Life of America” contra Planned Parenthood e mostrou que esta organização abortista aceita doações racistas e além disso tem uma clara tendência a construir clínicas em vizinhanças desta minoria racial. A ofensiva de Students for Life” contra Planned Parenthood é digna de admiração não só por sua coragem, mas também porque conseguiu mobilizar à comunidade negra contra as atrocidades que estão sendo perpetradas em seu contrário.
Em 24 de abril, “Students for Life of America” organizou uma manifestação frente a uma clínica de abortos de Planned Parenthood da Rua 16 em Washington DC. Os principais líderes afro-americanos e alguns pastores elevaram sua voz de protesto demandando ao Congresso que deixem de dar recursos a esta organização transparentemente racista. Isto incluiu o respaldo de líderes como Day Gardner (União Nacional de Afro-americanos Pró-vida), Jesse Lee Peterson (Organização da Irmandade por um Destino Novo), Dr. Lillie Epps (Preservando a Vida e o Legado), Rev. Clenard Childress ( LEARN) entre outros.
“Os pastores e líderes recalcaram os recentes alegações por escrito que foram levantadas contra Planned Parenthood” disse Hawkins. Estes incluíram outras acusações que foram apresentadas contra Planned Parenthood em toda a nação por outros grupos e organizações. Entre elas se recordou a atual luta em contra da fraude de Planned Parenthood em Aurora, Illinois, assim como a pouco ética batalha contra o fiscal Phill Kline de Kansas e as acusações prévias pela evidência apresentada pelos mesmos estudantes da UCLA, e pela que Planned Parenthood foi acusada de encobrir casos de estupro.
Planned Parenthood, previsivelmente, insiste em que não é uma organização racista, mas se recusa a dar resposta a estas acusações. Porém, sim admitiu que seus diretores de desenvolvimento demonstraram uma “grave falta de juízo” e disseram que “seus empregados tinham sido devidamente preparados para esta classe de ataque, deveram ter compreendido que as chamadas não eram mais do que brincadeiras pesadas, feitas para mostrar à Planned Parenthood como uns cobiçosos racistas.”
Em outras palavras, Planned Parenthood adotou como toda resposta dizer que os estudantes que realizaram a investigação são uns mesquinhos e rancorosos direitistas que de alguma forma enganaram a seus sofisticados coletores de recursos fazendo-os aparecer como uns “racistas sovinas”.
Ao que nós respondemos: “Se eles aparecerem como avaros racistas”, é porque eles, provavelmente, sejam uns avaros racistas. Se virmos que um animal caminha como um pato, grasna como um pato, jogamos água nele e vemos que não se molha, não é difícil chegar a uma conclusão.
Mais e mais casos estão saindo à luz por toda a nação que mostram como Planned Parenthood tem um perfil racista encoberto ou às vezes abertamente explícito. Recentes investigações de Population Research Institute mostram que os nativos de Alaska e indígenas nativos da América do Norte foram também um objetivo de diminuição de nascimentos, apesar de ser minúsculas minorias demográficas.
Population Research Institute espera que investigações audazes como as realizadas por grupos como “Students for Life of America” e “The Advocate” possam reunir um sólido corpo de evidências que acabem de uma vez por todas com a herança genocida de Margaret Sanger e Planned Parenthood.
Colin Mason é Diretor de Comunicações do Population Research Institute
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Nos EUA, 84% das pessoas são a favor de restrições ao aborto
O Globo
WASHINGTON - Segundo uma pesquisa conduzida pelo Marist College nos EUA, a pedido da organização católica americana Cavaleiros de Colombo, 84% dos americanos se mostraram favoráveis a alguma forma de limitação para a prática do aborto, que é legalizada no país. A pesquisa oferece um retrato dos eleitores católicos, uma realidade importante em um país com cerca de 70 milhões de católicos. A pesquisa mostra significativas diferenças entre os 65% dos católicos que se dizem praticantes e os 35% que se dizem não praticantes. Por exemplo, 59% dos católicos praticantes são "pro life", ou seja, contrários ao aborto, enquanto 65% dos não praticantes são "pro choice", ou seja, a favor da escolha da mulher.
Sobre o aborto, 32% dos americanos, segundo a pesquisa, pede que seja praticado apenas nos casos de estupro, incesto, ou para salvar a vida da mãe, enquanto 24% gostariam de limitá-lo a apenas os primeiros três meses de gravidez e 8% aos primeiros seis meses. Para outros 15%, o aborto deveria ser praticado apenas para salvar a vida da mãe. Apenas 8% dos norte-americanos acreditam que a interrupção da gravidez deve estar disponível para a mulher em qualquer momento no arco de nove meses, e 13% gostariam de proibi-la em qualquer circunstância. As informações são da Ansa
- A pesquisa indica que o termo 'pro choice', quando utilizado sem especificar, polariza de maneira desnecessária a discussão sobre o aborto e esconde a existência de um amplo consenso entre os americanos sobre o fato de que o aborto deveria ser significativamente restringido - afirmou Carl Anderson, representante da organização Cavaleiros de Colombo, que encomendou a pesquisa.
Maioria dos americanos a favor de limitar aborto
NEW HAVEN, quarta-feira, 15 de outubro de 2008 (ZENIT.org).- Uma ampla pesquisa realizada nos Estados Unidos evidencia que quase todos os cidadãos deste país pensam que o aborto deve ser restringido.
A pesquisa, realizada para os Cavaleiros de Colombo pelo Instituto da Opinião Pública Marista, entre 24 de setembro e 3 de outubro, tinha como objetivo facilitar a comparação da opinião dos votantes católicos com a do eleitorado em geral.
Perguntou-se aos pesquisados qual de seis afirmações era a mais próxima a descrever sua opinião sobre o aborto.
Apenas 8% dos residentes nos Estados Unidos escolheram a afirmação de que o aborto deveria ser livre em qualquer etapa da gravidez.
A mesma porcentagem disse que o aborto deveria ser permitido apenas durante os primeiros seis meses de gravidez; 24% se mostraram partidários de colocar limite nos três primeiros meses de gravidez.
A maior porcentagem, 32%, disse que o aborto deveria ser permitido apenas nos pressupostos de estupro, incesto ou para salvar a vida da mãe.
Cerca de 15% optou pela quinta possibilidade: que o aborto seja permitido apenas para salvar a vida da mãe.
E 13% dos participantes afirmaram que o aborto não deveria ser permitido em nenhuma circunstância.
A pesquisa indica que inclusive entre aqueles que se descrevem como partidários da «liberdade de eleição», 71% eram favoráveis a restringir os abortos. Destes, 43% queriam restringir o aborto ao primeiro trimestre, 23% o aceitaria só em casos de estupro, incesto ou para salvar a vida da mãe.
O supremo cavaleiro de Colombo, Carl Anderson, disse que os resultados da pesquisa assinalam o fato de que «o termo ‘pela liberdade de escolha’, quando se aplica amplamente, necessariamente polariza o debate do aborto e mascara o fato de que há um amplo consenso entre os americanos quanto a que o aborto deveria ser restringido de modo significativo».
Votar e Lutar pela Vida
Por Dom Gil Antônio MoreiraBispo de Jundiaí-SP
Há poucos dias, assisti em Brasília, a um documentário sobre as atrocidades cometidas no tempo do regime militar com torturas, sumiços e mortes de pessoas. Foi, contudo impossível não me lembrar, ao mesmo tempo, de um documentário gravado por um médico dos Estados Unidos, sobre o aborto. Ele fizera mais de cinco mil abortos em seu consultório e depois que viu a filmagem de seu ‘trabalho’, ficou tremendamente chocado e além de nunca mais ter feito um só abortamento, passou a ser um dos maiores batalhadores na luta em favor da vida em todo o mundo. Não se cansa de afirmar que o aborto, mesmo feito nas melhores clínicas é um assassinado hediondo, resultante de um processo de tortura horripilante contra um ser humano que não tem nem mesmo condição de gritar socorro. Vi este filme várias vezes. Muitos políticos, antes favoráveis ao aborto, já o viram e mudaram de opinião.
O que mais me impressionou ao ver o documentário de Brasília sobre o regime militar, é que entre os que foram lesados em seus direitos humanos, alguns agora militam na política e defendem abertamente o aborto, sem o mínimo escrúpulo, sem a mínima sensibilidade diante de uma criancinha que a natureza protege, mas pessoas humanas não. Não consigo compreender como fazer distinção entre torturar um adulto e torturar, até à morte, um ser indefeso no começo de sua existência.
Acabo de ver um impressionante comentário de Dr.Luiz Roberto Fontes, Médico Ginecologista e Obstetra e Biólogo, de São Paulo, que nos últimos dias resolveu também emitir sua opinião sobre o assunto e contribui de forma consciente, consistente e honesta, para a crescente campanha em defesa da vida. Para a sua reflexão, caro leitor, não terei preocupação em economizar espaço para a citação, mesmo porque, é difícil perder uma só das palavras do conceito médico. Ele propõe a questão a respeito da vida humana, não só da vida em si. Abaixo, resumidamente, exponho parte de seu texto. Afirma: “Para responder a questão essencial, reviso os meus conhecimentos médico-biológicos:
1- O óvulo é liberado pelo ovário. Mas não sai sozinho do ovário, senão acompanhado de um séqüito de células acessórias, que o envolvem durante todo o trajeto na tuba feminina, rumo ao útero.
2- Ao ocorrer a fecundação, imediatamente a parede envoltória do óvulo e as células acompanhantes bloqueiam a entrada de novos espermatozóides. Esse processo é comandado pelo óvulo que virou ovo. A mãe (mulher) não interfere.
3- Imediatamente, reações fisiológicas complexas são deflagradas, com produção hormonal abundante pelo conjunto ovo-células acessórias. Esses produtos deflagram reações no organismo materno, com vistas a sustentar a gravidez: o útero se prepara para receber o ovo; o ovário que ovulou manterá ativo o corpo lúteo, até o completo desenvolvimento da placenta, na 12ª semana. A mãe (mulher) não interfere.
4- O ovo recém-formado caminha mais 2 a 3 dias na tuba uterina, rumo ao útero. Sofre algumas divisões celulares, até configurar uma massa de células, agora denominada embrião. Nesse trajeto, o embrião está por sua conta. A mãe (mulher) não interfere.
5- Ao chegar ao útero materno, o embrião se implanta no tecido uterino, onde formará a placenta. Esse processo é ativo e depende da atividade do embrião. A mãe (mulher) não interfere.
6- Uma vez implantado, o embrião começa imediatamente a desenvolver a placenta, que tem duas grandes funções: A) prover alimento e oxigênio para o embrião, subtraído do sangue materno. B) constituir uma barreira placentária, que é um filtro altamente eficaz, que impedirá a entrada de inúmeras substâncias maternas que são agressivas ou letais ao embrião, e impedirá que a mãe (sim, a mãe) expulse o embrião...
7- Agora o diminuto embrião vai crescer, desenvolver tecidos e sistemas orgânicos, futuramente terá um encéfalo e um cérebro (cujo desenvolvimento completo somente ocorrerá no 7° ano de vida da criança), vai assumir gradualmente a forma humana e será denominado feto...Das fases 2 a 6, o concepto esteve por sua conta. Se falhar no conjunto de procedimentos iniciados no momento da fecundação, será eliminado. Portanto, a conclusão é óbvia: o ser é autônomo desde a fecundação. É nesse momento que tem início a vida humana. Para chegar a essa conclusão, utilizei apenas conhecimentos técnicos, de matéria médica. Abstive-me de sentimentalismo, emoções, conceitos ou dogmas religiosos...O ovo, tão logo constituído, é um ser autônomo, o único responsável por sua sobrevivência dentro do organismo materno. Isso posto, tenho que dizer que a gestante é depositária do novo ser humano, que é autônomo desde o momento da concepção. A mulher não pode, a seu exclusivo critério e defendendo uma suposta liberdade de usar o corpo como lhe convém, como se grávida não estivesse, optar por interromper a gestação. Não é opção, o caminho é único: é dever da mulher respeitar o novo ser abrigado provisoriamente em seu útero; é dever (eu disse DEVER) do Legislador gerar mecanismos legais de proteção ao novo ser autônomo e portador da condição humana, inclusive no estado unicelular de célula-ovo. Portanto, legislar a favor de "impressões pessoais", ou de uma suposta "dignidade do casal" ou suposto "direito da mulher", como vem ocorrendo na decisão exarada por certos Juízes de Direito em nosso país, é, apenas e tão somente, condenar à morte um ser humano (uni ou pluricelular, com ou sem cérebro, anencéfalo ou não). As feministas também estão erradas em sua visão do assunto e defendem, pura e simplesmente, um crime contra a vida humana”.
Até aqui as palavras de Dr. Fontes. Concluo: eis aí, eleitor, uma boa razão para você negar o seu voto a qualquer candidato favorável ao aborto.
Rússia: 64% das gestações Acabam em Aborto
250.000 mulheres por ano ficam inférteis devido às complicações de aborto.
Por Tim Wagoner
ST. PETERSBURG: - Assustadoramente as altas taxas de aborto na Rússia estão deixando um número crescente de mulheres inférteis, disse Marina Tarasova, chefe-adjunto do Instituto de Pesquisa de São Petersburg Para Ginecologia e Obstetrícia da Academia Russa de Ciências , Em uma conferência internacional na Segunda-Feira.
O jornal The St. Petersburg Times relatou que, com 64 por cento das mulheres russas fazendo abortos, de 200000 a 250000 mulheres por ano são despojadas de suas capacidades biológicas de procriar devido a efeitos permanentes a partir do procedimento abortivo.
"Durante os últimos cinco anos, a infertilidade feminina na Rússia aumentou 14 por cento, e mais de 1,5 milhões de russas precisam de uma avançada tecnologia médica para engravidar e manter uma gravidez saudável", disse Tarasova.
Ela também mencionou que até o final do ano passado, havia 5,5 milhões de casais inférteis no país.
Na população adolescente, uma em quatro mulheres têm uma doença ginecológica ou distúrbio reprodutivo. Além disso, ao longo dos últimos cinco anos, tem havido um aumento de 30 por cento no número de mulheres com idades compreendidas entre os 15-17 anos que sofreram estes problemas de saúde.
O governo russo está a tentar promover os valores familiares no país, nomeando 2008, "O Ano da Família." Abortos, no entanto, ainda são oferecidos, gratuitamente, em todas as clínicas estatais.
Fonte: lifesitenews.com (08/10/08)
sábado, 18 de outubro de 2008
“O que é mais importante que garantir o direito à vida?”
Sarah Palin, candidata republicana à vice-presidência dos EUA, destacou a importância da cultura da vida na agenda política durante um discurso em Johnstown, Pennsylvania.
Criticando o abortista Obama ela questionou que assunto poderia ser mais importante que a decisão a respeito de quem é protegido pela lei e quem não é, sobre quem tem a garantia do direito à vida e a quem essa garantia é negada.
A cidade de Johnstown foi a mesma em que Obama declarou ser a favor do aborto porque jamais gostaria de ver suas filhas adolescentes punidas com um bebê.
Segue tradução livre do discurso de Sarah Palin (no vídeo acima):
“Há um assunto que ainda não falamos muito durante a campanha, mas eu o acho muito importante. É o seguinte: como governante, como irei manifestar meu compromisso com a vida?
Enquanto defensores da vida, John McCain e eu acreditamos no potencial de cada vida humana, de cada vida inocente. Eu acredito que a melhor forma de se julgar uma sociedade é sabendo como ela trata aqueles que estão menos capacitados para defenderem-se e falar por si mesmos.
E quem é mais vulnerável ou mais inocente que uma criança?
Sabe… Quando eu me dei conta de que meu filho Trig [,que tem síndrome de down,] iria precisar de cuidados especiais… Para ser sincera com vocês, eu tive rezei para que meu coração estivesse preparado para os desafios que viriam. Foi um choque, eu não estava preparada para isso.
Eu pedi força. E no começo eu estava muito amedrontada… Todd e eu tivemos que pedir por essa força e compreensão… Mas deixem-me dizer algumas coisas que eu aprendi: sim, por certo cada vida humana importa! E todos cabemos nesta certeza. E todas as crianças têm algo com o que contribuir com este mundo se dermos uma chance a elas.
É claro que há os padrões de ‘perfeição’ do mundo. Mas há também os padrões de Deus… E estes é que contam como medida definitiva.
Toda criança é bela e querida diante de Deus de um modo particular, assim como nosso belo neném. Para Todd e para mim, Trig é mais precioso porque ele é mais vulnerável. E sabe de uma coisa? Nós aprendemos mais com ele que ele com a gente.
Bem… Quando nós pegamos o Trig no colo, não nos sentimos mais amendrontados. Sentimo-nos abençoados!
É difícil pensar em questões que sejam mais importantes que aquelas que definem quem é protegido pela lei e quem não é. Quem tem a vida por garantia e a quem isso é negado. Por isso que quando o nosso oponente fala sobre questões referentes à vida eu o ouço com muito cuidado…
E eu adoro esse som! Por favor deixe esse bebê chorar… Nós adoramos esse som! Ele não está chorando… Só fazendo manha…
Mas então… Eu ouço quando nosso oponente defende o apoio incondicional que ele dá ao aborto sem restrições. Ele disse que as mulhes, abre aspas, não podem ser punidas com um bebê… Senhoras e senhores, ele disse isso aqui mesmo em Johnstown! ‘Punidas com um bebê!’
Está na hora de pedir-lhe satisfações.”
***
A título de informação: o senador abortista, Obama, votou contra um projeto de lei que visava proteger a criança que sobrevivesse a um aborto. Para quem não sabe, tem criança que sobrevive a um aborto e… Advinhe… Nasce. Fica jogada ali na mesa do assassino médico esperando por cuidados que lhe são negados. É o que pode-se chamar de eutanásia infantil (ou infanticídio?).
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Uma alternativa para o aborto
- Doutor, o sr. terá de me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro...
E então o médico perguntou : Muito bem. E o que a senhora quer que eu faça?
A mulher respondeu : Desejo interromper esta gravidez e conto com a suaajuda.
O médico então pensou um pouco e depois do seu silêncio disse para a mulher: Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.
A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.
E então ele completou : Veja bem, minha senhora, para não ter de ficar com os dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco...
A mulher apavorou-se e disse : Não doutor! Que horror ! Matar um criança é um crime!.
Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la. O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito.
Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Campanha pela valorização dos filhos
Este vídeo foi feito para fomentar uma maior aceitação social das crianças na Alemanha. Foi realizado por diversos meios de comunicação privados, dentro de uma campanha que contou com o apoio de personalidades da vida pública, apresentadores de televisão e esportistas que não cobraram cachê pela sua participação. Também receberam o apoio de importantes grupos editoriais e financeiros. Desde a liberalização do aborto no país os dados oficiais falam de quatro milhões de abortos, e não é leviano dizer que a cifra real seja o dobro. Este clima tem provocado que as crianças sejam valorizadas como um efeito não desejado do prazer sexual. Curiosamente, depois da campanha, a natalidade tem crescido na Alemanha. O vídeo é emocionante. Olha aquí:
Santiago Chiva (Granada, Espanha)
Nasceu sem cérebro, e hoje tem seis anos
Nasceu sem cérebro, e hoje tem seis anos
Setembro 30, 2008 por Jorge Ferraz


Todo mundo sabe que o STF pretende julgar a ação sobre o aborto dos fetos anencéfalos em novembro. Todo mundo sabe que o momento em que o assunto veio à baila no STF foi meticulosamente calculado pelos abortistas togados que se arrogam o poder de tomar decisões irracionais, baseadas somente na própria ideologia assassina. Todo mundo sabe que a última audiência pública do Supremo (e, talvez em menor grau e com honrosas exceções, todas as outras) foi uma verdadeira militância pró-aborto.
Por conseguinte, todo mundo sabe que os fatos e as evidências são completamente indiferentes a esta raça de canalhas que não vai sossegar enquanto não se inebriar no sangue inocente de crianças indefesas. No entanto, na esperança de que haja pessoas sensíveis que não compactuem com a sanha criminosa dos ilustres magistrados, reproduzo a história a seguir, retirada do site do Regnum Christi.
Jimena é uma garota mexicana que tem seis anos de idade. Quando engravidou, a sua mãe tinha 15 anos e, o pai, 16; ao nascer, a garota foi entregue para adoção, sendo acolhida mais tarde por um casal de membros do Movimento Regnum Christi, Pepe e Celia, que nos oferecem hoje este belo testemunho.
Não sou médico e não entendo as distinções entre os diversos tipos de patologias neurológicas que atingem os fetos ainda em formação e, portanto, não sei dizer exatamente qual o problema que a Jimena possui, que também não é precisado pelo site; no entanto, sei que Jimena não tem cérebro. O neurologista da menina diz que ela nasceu assim, somente com o tronco cerebral e um pouco do cerebelo e, por conseguinte, não ouve e nem enxerga. Chama a menina de "milagrezinho", porque crianças com este problema não vivem mais do que oito meses, no máximo um ano, e Jimena tem seis.
Segundo o pai da menina, Jimena é "a grande lutadora em favor da vida. Minha esposa a tem levado a vários congressos de deputados, onde estão tratando de leis em relação à vida, e ela [a mãe] lhes põe [a menina] nos braços, fala-lhes de como ela é, e os deixa tocados. [Jimena e]stá mudando a forma de pensar de muita gente".
"Dios nos manda seres de luz como Jimena, los quiere para que cambien a los demás", dice convencido su padre.
Verdade. Será, então, que a insistência em exemplos como este não será capaz de sensibilizar as autoridades do nosso país? Para Deus, nada é impossível. Vale a pena conhecer, vale a pena divulgar. Que Nossa Senhora continue abençoando esta família, e rendamos graças a Deus pela pequena mexicana que tanto bem está fazendo no mundo.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Abaixo assinado pela vida na ONU
Por favor, percam 5 minutos lendo este importante recado de Austin Ruse, presidente do Instituto da Família Católica e dos Direitos Humanos:
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29 de setembro de 2008
Caro amigo,
A ONU irá celebrar o 60° aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos no dia 10 de dezembro deste ano.
Para celebrar esta ocasião, grupos radicais pró-aborto pretendem apresentar à Assembléia Geral da ONU vários abaixo-assinados exigindo o direito universal ao aborto.
Os maiores, mais opulentos e mais poderosos grupos pró-aborto estão neste exato momento planejando seu ataque aos nascituros na Assembléia Geral.
Campanhas estão sendo promovidas hoje pela IPPF (International Planned Parenthood Federation) e pela Maire Stopes International, dois grupos que, juntos, são responsáveis por mais abortos do que qualquer outro grupo no mundo. Ambos os grupos são bastante estimados pelos poderes estabelecidos da ONU; e seus esforços em promover um direito internacional ao aborto são bem-vistos por muitos Estados Membros das Nações Unidas, talvez pela maior parte da burocracia da ONU, e por poderosas fundações norte-americanas que repassam milhões para promover o aborto na ONU e ao redor do mundo.
Nós precisamos pará-los em dezembro.
Eu estou escrevendo para lhe pedir que assine um abaixo-assinado exigindo dos Estados Membros da ONU, uma interpretação da Declaração Universal dos Direitos Humanos que proteja as crianças nascituras do aborto. Você sabia que a Declaração Universal exige o direito à vida? Você sabia que, hoje em dia, os comitês da ONU interpretam-na como favorecendo o direito ao aborto? Nós podemos pará-los.
Por favor, clique AQUI para assinar o abaixo-assinado que nós iremos apresentar à ONU no dia 10 de dezembro, dia da celebração do 60° Aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos. No mínimo, precisamos alcançar o número de signatários que aqueles que defendem o aborto conseguirão. Eles irão apresentar milhares e milhares de nomes. NÓS PRECISAMOS ALCANÇÁ-LOS!
Para assinar o abaixo-assinado, clique AQUI, e por favor, repasse esta mensagem para todos os teus familiares e amigos. Nossa meta é apresentar mais de 50 mil nomes à Assembléia Geral. Nós precisamos da tua ajuda desde já, para impedir os abortistas de fazerem seus planos progredirem na ONU.
Nós estaremos promovendo esta campanha pelas próximas seis semanas. Há tempo suficiente para fazer este abaixo-assinado chegar a todos os seus contatos, e ao redor do mundo inteiro. Este apelo é internacional. Por favor, ajude-nos.
Imagine o espanto estampado em seus rostos quando atirarmos sobre a mesa 50 mil nomes! Seja parte disso. Assine o abaixo-assinado AQUI e faça com que esta mensagem se espalhe ao redor do mundo.
Sinceramente seu,
Austin Ruse
Presidente
C-FAM - Catholic Family & Human Rights Institute
(O único grupo pró-vida trabalhando exclusivamente nas políticas sociais da ONU.)