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sábado, 10 de agosto de 2013

Não dá mais para ser Pró-Vida sem ser Pró-Ativo.

Faz 25 anos que a Fundação Macarthur unida a uma rede de Ongs e Partidos de esquerda, em especial PT, PSDB, apresentam ininterruptamente ações para a legalização do aborto no Brasil. 25 anos ininterruptos! Desde a empreitada de José Serra, até a sanção de Dilma, sempre caminham pela via da exceção, brecha após brecha, ampliando a aceitação do aborto até a sua abrangência total e irrestrita sem que a maioria contrária se quer repare. Eles possuem dinheiro, tempo, paciência, inteligência, estratégia, mas principalmente, possuem militância. Não param, não descansam. São como que vocacionados para a morte.

E nós? Bem, muitos de nós são verdadeiros heróis, mas heróis em volta de uma imensa maioria apática e morna, correndo para lá e para cá como manadas de gnus que se deixam assaltar por uns poucos e valentes leões. Já passou da hora de assumirmos nossa vocação para a defesa da vida com uma gana no mínimo, no mínimo igual a dos abortistas. Se os bons não o fizerem, ninguém o fará. Você que está lendo essa mensagem agora: assuma como responsabilidade tua salvar vidas, salvar almas!

É preciso que essa missão faça parte do DNA de cada pró-vida, e que cada pró-vida faça da sua existência um grito incansável e perene pela dignidade humana. Não é mais concebível que um pró-vida assuma um hábito puramente reativo, que só age depois de levar um ataque, que só corre atrás do leite derramado, que só sai catando água em copinhos de plástico para conter incêndios épicos, e depois já sonha com períodos de calmaria! Não haverá mais períodos de calmaria para um pró-vida: uma vez legalizado o aborto, a revolução cultural marxista não pára. Isso é uma bola de neve que só faz aumentar. Ou derretemos com todas as nossas forças essa imensa bola de gelo, ou o impacto será cada vez mais irreversível.

Católicos e evangélicos páram, pelo menos uma vez por semana, para seu culto a Deus. Isso faz parte de suas vocações. Faz parte das suas vidas. O pró-vida precisa encontrar um momento, TODA semana, para agir em defesa da vida. Seja para fazer uma ligação para o Senado e para a Câmara, pedindo apoio a bons projetos, ou rechaço a ruins, seja para escrever emails a políticos, seja para dar palestras de formação, seja para atuar na opinião pública, seja para simplesmente estudar e rezar, TODOS precisamos incorporar em nossas agendas fixas um momento em defesa da vida e da família.

A vida é brevíssimo segundo, instante que ou perdemos ou fazemos valer a pena. Façamos a decisão, pois o lado pró-morte já se decidiu.




quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Quando começa o direito da mulher? Quando se inicia a vida da mulher.

Queremos direitos iguais para todas as mulheres. E isso não exclui as que estão para nascer.

Aborto é a máxima opressão, é pena de morte a quem não pode se defender.


Cartaz feito pelo Cultura da Vida e divulgado na nossa fanpage do Facebook 


domingo, 25 de novembro de 2012

Uma imagem que vale por mil tratados.



Essa fotografia foi feita na recente Marcha Pela Vida, em Fortaleza, que reuniu milhares de pessoas contra políticas que fomentem a legalização do aborto no Brasil. Seu argumento já é um velho conhecido do movimento pró-vida, e ficou amplamente conhecido quando o ex presidente dos EUA, já falecido, Ronald Regan, a proclamou em um dos seus vários posicionamentos contra a prática abortista.
A foto é um verdadeiro hit nas redes sociais. No Facebook, já foi compartilhada por mais de 40 mil pessoas!

Não é a toa que estão tentando loucamente aprovar o tal "marco civil" da Internet. A Internet, goste ou não, se tornou um dos últimos redutos dos que ousam ir contra a maré deste mundo enlouquecido.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Um gigante defensor da vida, agora no céu.

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, arcebispo emérito de Guarulhos, veio a falecer depois de uma prolongada luta contra uma pneumonia. O bispo católico notabilizou-se em anos recentes por sua ferrenha e obstinada oposição às iniciativas que objetivavam relativizar a a sacralidade da vida humana e da família, como a revisão do Código Penal pelo Senado. No dia 11 de abril deste ano, ele esteve pessoalmente ao lado das centenas de católico que acorreram à Praça dos Três Poderes para uma vigília-protesto contra o referendamento da despenalização da prática do aborto de anencéfalos. Em 2010, ele tomou a frente da resistência católica à candidatura presidencial abortista da atual presidente Dilma Rousseff, culminando com a confecção dos 1 milhão de panfletos críticos ao histórico pró-aborto do Partido dos Trabalhadores (PT) e sua então candidata, os quais acabaram apreendidos pela Polícia Federal, cuja distribuição estava prevista para ocorrer nas missas em Aparecida-SP. Em novembro de 2011, a luta de Dom Bergonzini contra o aborto e pelos valores familiares tradicionais foi reconhecida internacionalmente com a outorga do Prêmio Cardeal Von Galen, purpurado cognominado Leão de Münster pela corajosa oposição que moveu ao socialismo hitlerista.

Dom Luiz Bergonzini, Deus possa acolhê-lo em Sua corte de príncipes celestiais. Interceda por este país tolo e insensato que confia seus destinos a pessoas tão visceralmente comprometidas com tudo que é contrário à sacralidade da vida humana e dos legítimos valores familiares judaico-cristãos ocidentais.




quarta-feira, 9 de maio de 2012

Ex-"campeão do aborto" se converte ao movimento pró-vida

http://www.catholicnewsagency.com/news/another_champion_of_abortion_becomes_defender_of_life_the_story_of_stojan_adasevic/



Tradução livre: Cultura da Vida

Madrid, Espanha, 12 de novembro, 2008 / 09:21 (CNA) -. O jornal espanhol "La Razón" acaba de publicar um artigo sobre a conversão ao movimento pró-vida de um ex-"campeão do aborto."  Stojan Adasevic, que realizou 48,000 abortos, às vezes chegando ao número de até 35 abortos por dia, é agora o mais importante líder pró-vida na Sérvia, após 26 anos como o médico mais renomado do aborto no país.

Segundo Adasevic "Os manuais de medicina do regime Comunista diziam que o aborto era apenas a remoção de uma mancha de tecido", e "a chegada dos aparelhos de ultra-som que permitiam a visão da vida fetal chegaram apenas depois dos anos 80, mas mesmo depois eles se recusaram a mudar aquela opinião histórica. Contudo, eu comecei a ter pesadelos". 

Ao descrever sua conversão histórica, Adasevic "sonhou com um belo campo cheio de crianças e jovens que estavam brincando e rindo, de 4 a 24 anos de idade, mas que fugiam dele com medo. Foi então quando um homem vestido com um hábito preto e branco começou a olhar mim, em silêncio. Este sonho foi se repetindo a cada noite, ao que eu acordava suando frio. Uma noite, eu perguntei ao homem de preto e branco quem ele era. "Meu nome é Tomás de Aquino", respondeu". Adasevic, educado em escolas comunistas, nunca tinha ouvido falar do santo e gênio Dominicano. "Eu não reconheci o nome ".

"Por que você não me pergunta quem são essas crianças?", questionou o santo a Adasevic em seu sonho. 

"Eles são aqueles que você matou com seus abortamentos", São Tomás afirmou a ele.

"Então Adasevic acordou impressionado e decidiu não realizar abortos nunca mais", afirmou o artigo. 

"Naquele mesmo dia um primo veio até o hospital com sua namorada, grávida de 4 meses, que gostaria de realizar nela o seu nono aborto - um hábito bem frequente nos países do bloco soviético. O médico concordou. Ao invés de remover o feto pedaço por pedaço, ele decidiu desmontá-lo e removê-lo como uma massa única. Contudo, no momento em que o feto foi totalmente destruído e retirado, seu coração pequeno ainda batia. Adasevic percebeu isso, e se deu conta de que tinha acabado de matar um ser humano".

Após essa experiência, Adasevic "disse ao hospital que ele deixaria de fazer abortos. Nunca antes um médico na Iugoslávia comunista havia se recusado a fazer abortos. Então eles cortaram seu salário pela metade, demitiram sua filha de seu emprego, e impediram seu filho de ingressar na universidade".

Depois de anos de pressão e sofrimento, e quase a ponto de voltar ao antigo hábito de fazer abortos, ele teve um outro sonho com Santo Tomás. 

"Você é um bom amigo, não desista", lhe disse o homem de preto e branco. Adasevic buscou se envolver com o movimento pró-vida e por fim acabou conseguindo o feito de exibir na TV da Iugoslávia o filme "O Grito Silencioso" do Dr. Bernard Nathanson, duas vezes.

Adasevic já contou a sua história em diversos jornais e revistas do leste europeu. Ele voltou a fé ortodoxa, que viveu durante sua infância, voltou sua atenção aos escritos de São Tomás de Aquino. 

"Influenciado por Aristóteles, Tomás escreveu que a vida humana começa quarenta dias após a fertilização", escreveu Adasevic em um artigo. O jornal La Razon comentou que Adasevic "sugere que talvez o santo queria fazer as pazes para esse equívoco." Hoje o médico sérvio continua a lutar pela vida dos nascituros.

sábado, 5 de maio de 2012

Agradeça a Joanne Simpson

Um filho não planejado, vindo ao mundo 18 anos após a legalização do aborto nos EUA. Filho de um imigrante Sírio e de uma norte-americana, Steve foi entregue para a adoção após seu nascimento. Seus pais eram muito jovens e seus avós recusaram a criança.

"Minha história começou antes mesmo do meu nascimento. Minha mãe biológica era uma jovem solteira, ainda graduanda, quando ela decidiu colocar-me para adoção. Ele desejava muito que eu fosse adotado por um casal já formado, então planejou tudo para que eu fosse adotado, assim que nascesse, por um advogado e sua esposa.

Mas na última hora o casal decidiu que, na verdade, eles queriam uma garota. Foi quando meus pais adotivos, que estavam numa lista de espera,receberam uma ligação no meio da noite, perguntando: “Nós temos um garotinho inesperado; vocês o querem?” Eles responderam: “Claro.” Depois minha mãe biológica descobriu que minha mãe adotiva nunca se graduou e que meu pai adotivo sequer tinha completado o ensino médio. Por isso ela se recusou a assinar os papéis da adoção de imediato. Mas após alguns meses, quando meus pais adotivos prometeram que um dia eu iria para a faculdade, ela aceitou a adoção.” – Steve Jobs, durante conferência, em 2005, na Universidade de Stanford.

Exemplos de crianças rejeitadas e quase abortadas como Jobs, Beethoven, Bocelli, entre tantos outros, nos mostram como o aborto não é uma decisão que afeta apenas o corpo e a vida da mulher, mas afetam o curso e a história do mundo inteiro.

sábado, 28 de abril de 2012

Pensamentos de Santa Gianna Beretta Molla.

Uma homenagem do Cultura da Vida ao dia 28 de abril, dia em que se celebra esse grande exemplo de mulher e de mãe.




quinta-feira, 19 de abril de 2012

Você sabia que o jogador da NBA JaVale McGee quase foi abortado?

A notícia saiu na Sport Illustration e conta como por uma inspiração de Deus, a mãe do jogador acabou desistindo de abortar o seu ilustre filho. 


"Eu rezava, rezava, rezava e senti como se ouvisse a voz de Deus"

"Deus me disse...ele é seu presente".



"No dia seguinte ela foi para um culto cristão e ouviu o pregador falar contra o aborto; em seguida ela ligou para a clínica e cancelou o aborto. No dia 19 de janeiro de 1988 deu à luz um menino com habilidades físicas que fazem fronteira com o sobrenatural"

http://www.lifesitenews.com/news/nba-player-javale-mcgee-was-nearly-abortedbut-then-god-intervened



segunda-feira, 26 de março de 2012

Notícias sobre a manifestação pró-vida em São Paulo


Finalmente a mídia prestando atenção ao grito dos que defendem os sem vozes. Quando o brasileiro cristão descobrir a força que vêem da união fará possível a retomada dos valores do evangelho na sociedade. Até lá seguirá vítima dos grupos de pressão globalista, marxista e de esquerda.
Jornal O Estado de S. Paulo, editoria Nacional, 22/03/12
Jornal Folha de S. Paulo, editoria Poder, 22/03/12
Jornal Valor Econômico, editoria Política, 22/03/12

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Ministério público divulga oposição ao aborto de anencéfalos

Pela primeira vez o tema “Anencefalia e Direito à Vida” foi abordado a partir do Maranhão para todo Brasil, por meio de videoconferência, na última terça-feira, 1º de novembro, com a procuradora-geral de Justiça, Maria de Fátima Rodrigues Travassos Cordeiro. A iniciativa foi fruto de um convite do II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida, promovido pela Human Life International (HLI), organização presente em 105 países, que desenvolve ações pela promoção da vida humana. 

A videoconferência, com duração de 45 minutos, foi transmitida pelo canal oficial de vídeos do congresso, www.livestream/congressoprovida, e contou com a participação dos espectadores por meio de chat. Na ocasião, a procuradora-geral de Justiça do Maranhão comentou sobre a importância da atuação do MP na defesa do direito à vida e argumentou sobre a inconstitucionalidade do aborto de fetos anencefálicos, uma vez que o Brasil é signatário do Pacto de São José da Costa Rica, o qual garante a proteção à vida humana desde a concepção. 

Fátima Travassos lembrou que o Brasil já foi punido por violar pactos internacionais de Direitos Humanos. Em 2005, com o caso dos “meninos emasculados”, no Maranhão, o Brasil respondeu pelo Pacto formado na Convenção Americana de Direitos Humanos, ratificada em 1992. O acerto, estruturado em quatro pontos, exigiu: julgamento e punição dos responsáveis, reconhecimento de responsabilidade, reparação dos danos e elaboração de políticas públicas para que violações de direitos dessa natureza não se repitam. 

No caso do aborto de anencéfalos, a procuradora foi enfática: “A vida humana precisa ser defendida! E o Ministério Público é um órgão que está comprometido em fazer valer o direito dos cidadãos, principalmente por ocasião da concepção, direito inalienável a todos”. Durante a videoconferência, moderada pela assessoria de comunicação do congresso, o canal do evento contou com a maior audiência desde o último sábado, 29, quando foram debatidas questões relacionadas à morte cerebral. 

Entenda a discussão 

Na segunda metade de junho de 2004, foi promovida a ação ADPF/54 – Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 54-DF. Promovida perante o Supremo Tribunal Federal, requeria autorização em todo o território nacional, para a prática do aborto, em qualquer período da gestação, nos casos de fetos com anencefalia (ausência de parte variável do encéfalo). A ação foi pedida em nome da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde. Ainda não foi preferida a decisão do STF. 

Como o Supremo Tribunal Federal não tem autoridade para derrogar leis ou abrir novas exceções às proibições legais, o autor da ação pede que o STF interprete que a antecipação do parto de uma gestação de um anencéfalo, com a conseqüente morte do concepto, não se considere como prática de aborto. "Uma decisão favorável a esta ação pode abrir um precedente jurídico para a legalização do aborto no Brasil que, de acordo com o código penal, é crime em qualquer situação, porém não é punido nos casos de estupro e de risco de vida para a mãe", declarou a procuradora-geral de Justiça. 

Para Fátima Travassos, o feto anencefálico não é um natimorto por natureza. "Colocar em pauta os abortos de anencéfalos é inconstitucional, pois fere o direito natural à vida”, explicou a chefe do MPMA, que se colocou, durante a videoconferência, contra todo e qualquer aborto, baseando-se na Constituição Federal e no Pacto Internacional de São José da Costa Rica. 

Para o jornalista pró-vida Wagner Moura, um dos colaboradores do II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida, “o tema é atual, uma vez que está na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF), que decidirá a respeito da constitucionalidade do aborto de anencefálicos”, explicou pontuando o motivo do tema na videoconferência. 

Expectativa de vida 

Em sua videoconferência, Fátima Travassos, citou o caso da menina nascida em Patrocínio Paulista (SP), Marcela de Jesus, diagnosticada com anencefalia. O bebê viveu durante um ano, oito meses, e 12 dias, contrariando todas as expectativas médicas, pois, em geral, crianças anencefálicas têm uma breve vida extra-uterina. 

Enquanto Marcela esteve viva a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental n. 54 (ADPF 54), que pretende que o Supremo Tribunal Federal declare “atípico” o aborto de anencéfalos, ficou paralisada. 

A respeito da expectativa de vida dos fetos anencefálicos, uma comissão de especialistas gravou o documentário “Quantos eu te amo eu poderia ter escutado em 15 min”, disponibilizado para as redes sociais de vídeo. 

A videoconferência da procuradora-geral de Justiça será disponibilizada em DVD para pesquisa e aprofundamento do tema, na biblioteca do MPMA. Além disso, está disponível (sem edição) a todos no site www.livestrem/congressoprovida. Como fruto da ocasião, a procuradora comprometeu-se ainda em motivar grupos de estudos e defesa sobre casos de anencefalia e sobre o direito à vida. 

Redação: Virgínia Diniz - CCOMMPMA

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O mundo hoje chora o fruto de uma gravidez indesejada – Steve Jobs, R.I.P.


Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era jovem e não era casada; estava fazendo o doutorado, e decidiu que me ofereceria para adoção.
Faleceu ontem. No entanto, poderia ter morrido 55 anos atrás, assassinado no ventre da sua mãe que não o queria. Poderia não ter sequer nascido. E então como seria o mundo agora…?
Será que Steve Jobs nasceria no “mundo dos sonhos” dos abortistas modernos?No mundo onde as mulheres têm o “direito” de “interromper” uma gravidez indesejada? Será que, neste mundo, os “direitos sexuais e reprodutivos” delas não privariam o mundo da inteligência do fundador da Apple? Aliás, quantos “Steves” o mundo já não perdeupor conta do egoísmo assassino de algumas mães? Se os “direitos” hoje reivindicados como “humanos” estivessem em vigor em 1955, é possível que Steve Jobs não viesse ao mundo.
Hoje o mundo chora a morte daquele que nasceu de uma gravidez indesejada. Quantas lágrimas seriam derramadas se ele tivesse sido abortado? Aliás, quantos choram os que são assassinados diariamente, às escondidas, sem que ninguém saiba ou se importe? Como seria o mundo de hoje, em um Universo Paralelo onde o aborto era legal na década de 1950?
Todos deveriam poder deixar saudades. Todos deveriam ter o direito de tentar fazer do mundo um lugar melhor. Todos deveriam ter a chance de fazer os outros chorarem. Todos têm direito a luto – e não podem ser descartados como lixo hospitalar, sem que façam nada, sem que ninguém os conheça. Hoje o mundo está mais triste porque houve um gênio que partiu. Mas este gênio um dia foi uma criança indesejada que poderia não ter nascido.Que, segundo a lógica de alguns, poderia ser “interrompido”.
Não ao aborto. Quando menos, porque nunca se sabe de quem se estará privando o mundo.
Steve Jobs, R. I. P.

terça-feira, 10 de maio de 2011

EUA aprovam a lei contra financiamento público do aborto

Sexta-feira, 06 de maio de 2011, 16h29


Nicole Melhado
Da Redação, com Rádio Vaticano (Tradução equipe CN Notícias)


A Igreja nos Estados Unidos comemora uma grande vitória na luta pela defesa da vida: A Câmara dos Representantes aprovou uma lei contra o financiamento público do aborto.


“Um passo decisivo para a proteção da vida humana que reflete o desejo do povo americana”, destacou o secretário da Conferência Episcopal dos Estados Unidos, Deirdre McQuade.


A “No Taxpayer Funding for Abortion Act, H.R.3”, foi aprovada nesta quarta-feira, 4, com 251 votos contra 175, e impede o financiamento direto ou indireto por parte do governo federal para qualquer tipo de aborto.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Ex-abortista morre aos 84 anos como ativista pró-vida

Terça-feira, 22 de fevereiro de 2011, 16h44

Leonardo Meira
Da Redação, com informações de National Catholic Register (em inglês - tradução de CN Notícias)


Arquivo
http://img.cancaonova.com/noticias/noticia/280566.jpg
O médico ginecologista Bernard Nathanson
O ginecologista norte-americano Bernard Nathanson - que atuou em mais de 75 mil abortos antes de se tornar um importante líder pró-vida e converter-se à fé católica - morreu na segunda-feira, 21, em Nova Iorque, após uma prolongada batalha contra o câncer. Ele estava em casa e tinha 84 anos.

O último aborto que praticou foi em 1979, mesmo ano em que deu uma guinada em sua trajetória e tornou-se pró-vida. Devido ao número de intervenções que praticou, era conhecido como "Rei do Aborto".

Anos depois, em 1985, produziu o
 filme "O Grito Silencioso", considerado um marco, pois foi o primeiro a mostrar imagens ultrassonográficas de uma criança sendo destruída por instrumentos durante um aborto. Ele também produziu o documentário "Eclipse da Razão", em que mostra e explica diversos procedimentos abortistas em um gráfico detalhado.

Nathanson também publicou diversos livros influentes sobre a temática, incluindo "Aborting America", em 1979, juntamente com Richard Ostling, no qual revelou os enganosos e desonestos inícios do movimento pró-aborto e destruiu o argumento de que o aborto seria seguro para as mulheres.

Ele admitiu muitas vezes que ele e outros médicos defensores do aborto, nos anos 1960, mentiam sobre o número de mulheres que morria em decorrência da prática ilegal naquela época, inflacionando o valor de algumas centenas a cada 100 mil para ganhar simpatia para sua causa.

"A mão de Deus"

Na sua autobiografia "A Mão de Deus", lançada em 1996, ele narrou sua trajetória de pró-aborto a pró-vida. Nathanson contou que foi através da nova tecnologia da ultrassonografia que, em 1970, ele convenceu-se que o recém-nascido já era um ser humano.

Acerca dos enormes desafios para restaurar uma ética pró-vida, ele escreveu: "Aborto é, agora, um monstro tão inimaginavelmente gigantesco que pensar em colocá-lo de volta na jaula atrás das grades… é ridiculamente impensável. No entanto, essa é nossa responsabilidade - um esforço gigantíssimo".

Ele observou, lamentando-se: "Eu sou um daqueles que ajudaram a iniciar essa era bárbara".

No fim da década de 1960, ele ajudou a fundar a Liga Nacional de Ação pelo Direito ao Aborto (Naral, na sigla em inglês), que teria um papel decisivo na legalização da interrupção da gravidez nos Es tados Unidos, em 1972.

Globalmente, as estimativas de Nathanson é de que tenha presidido cerca de 60 mil abortos como diretor de unidade, foi diretor de práticas na performance de outros 15 mil, e pessoalmente realizou outros 5 mil, incluindo o de um filho concebido com uma namorada, nos anos 1960.

Batizado Católico

Por mais de uma década após tornar-se pró-vida, Nathanson descrevia a si mesmo como um judeu ateísta. No entanto, em dezembro de 1996, foi batizado como católico pelo Cardeal John O’Connor em uma Missa privada, da qual participou um grupo de amigos, na Catedral São Patrício, em Nova Iorque. Ele também recebeu o Crisma e a Primeira Comunhão do Cardeal.

Sobre o batismo, ele disse: "Eu estava em um verdadeiro turbilhão de emoções, e então estava lá esta cura, água de refrigério em mim, e vozes suaves, e uma sensação indescritível de paz. Eu tinha encontrado um lugar seguro".

Entre os que concelebraram a Missa estava o padre C. John McCloskey, um sacerdote do Opus Dei que instruiu Nathanson na fé durante muitos anos.

"Ele foi um profeta pró-vida", disse padre McCloskey em uma entrevista recente. "Ele observou a vinda de toda a cultura de morte, e sabia que o aborto era apenas a ponta do iceberg".

Nathanson visitou padre McCloskey periodicamente durante mais de uma década, conta o sacerdote, até que, em uma dia de 1994, disse que queria se tornar católico. Depois de seu batismo, conta padre McCloskey, Nathanson "viveu a fé, frequentou os sacramentos, e falou sem medo sobre o catolicismo".

Nathanson contou que foi atraído para mais perto de Deus quando viu um massivo evento Operação Resgate, quando centenas de pessoas sentaram em frente a um prédio da Planned Parenthood (organização abortista) em Nova Iorque, bloqueando o tráfico. A visão de tantos pró-vidas arriscando-se desinteressadamente e com o risco de serem presos fez ele perceber que deviam estar atendendo a um chamado maior, explicou.

Nathanson casou-se e divorciou-se três vezes antes de ser casado na Igreja pelo padre McCloskey, logo depois de se tornar católico. Sua esposa, Christine, continua viva, assim como seu filho, José, fruto de uma união anterior.




quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Paes de Lira, fez por merecer o nosso voto



Ele é candidato a Deputado Federal pelo PTC, com o número 3638. 

Para quem se interessa pelos temas relativos à dignidade da vida humana e à família, parece ser uma ótima opção.

 Abaixo a lista de vídeos do Deputado Paes de Lira no Youtube.
Para conhecimento do eleitor de São Paulo 
  
Deputado Paes de Lira enquadra Ministro Minc 

Deputado Paes de Lira critica novo plano nacional de direitos humanos 

Paes de Lira critica PNDH-3 na frente de Vanucchi 
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DEFESA DA FAMÍLIA NO SEMINARIO LGBT 
  
Paes de Lira no 3º Encontro pela Vida 
  
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Paes de Lira Não Apoia Dilma   

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Candidatos contra o aborto no estado de SP


Os candidatos acima assinaram termo de compromisso contra a defesa do aborto no Brasil. Detalhe para os candidatos do PT que por motivos de partidarismo estão obrigados a votar pela defesa do aborto e por tanto nem deveriam estar listados acima.