quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Tempos interessantes


http://www.gazetadopovo.com.br/colunistas/conteudo.phtml?tl=1&id=1195579&tit=Tempos-interessantes
Como dizia a praga, chinesa, vivemos “em tempos interessantes”. Estes são os tempos em que acontecem as coisas que são lembradas em livros de História: guerras, ditaduras, desastres... Os tempos “desinteressantes”, em que se vive pacificamente, nada têm que os faça memoráveis.
E, nestes nossos interessantíssimos tempos, ocorreu um episódio curioso que mostra bem a situação atual da política e da mídia no Brasil. A estação de tevê católica Canção Nova contratou e descontratou em tempo recorde nada menos que o presidente do PT de São Paulo para apresentar um programa.
Pelo que ouvi dizer, parece que o sujeito é um dos envolvidos na triste tentativa de calar a boca dos bispos que apontaram, na época da eleição, o fato de o PT ter a legalização do aborto em sua plataforma. Ora, não fizeram os bispos mais que seu dever. Se um partido tem uma posição definida, é mais que correto que esta posição seja conhecida, tanto pelos que a apoiam quanto pelos que lhe são contrários, e na Igreja compete aos bispos dar este tipo de orientação pastoral.
O fim do programa provavelmente se deve ao escândalo que causou, com farta mobilização das redes sociais, apelos a Roma e ao bispo local (aliás, uma das vítimas da tentativa de censura na época da eleição). Diplo­maticamente, ao invés de um mea culpa público e uma demissão fragorosa, foram cortados todos os programas de pessoas que têm mandato eletivo, o dele inclusive.
A questão, contudo, é outra: que país é este, em que pode parecer uma boa ideia a uma emissora de televisão católica dar espaço em sua programação para alguém que prega o contrário do que prega a Igreja? Em que a presidência estadual do partido que ocupa o governo federal equivale a uma qualificação para ensinar o que não se sabe? Em que as emissoras comerciais apresentam tamanha quantidade de anúncios do governo federal – pagos com os nossos impostos e frequentemente inúteis, como os anúncios milionários com o pretexto do Enem – que sua perda súbita lhes causaria sérios problemas de caixa? Em que a fragilidade e arbitrariedade do sistema federal de concessões de telecomunicação faz com que uma emissora religiosa, que não transmite anúncios, se veja tentada a ganhar alguma estabilidade dando um programa a um político governista?!
O PT não conseguiu aprovar a Lei de Imprensa que propôs, mais restritiva que a do governo militar, mas está acabando com a liberdade da mídia pelas beiradas. Este é só mais um caso. São, realmente, tempos interessantes estes em que vivemos.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Primeira mão: Canção Nova tira do ar programas de Chalita e Edinho Silva

A notícia abaixo feita pela Folha de São Paulo não poderia ser melhor: respeitando sua dignidade e a voz justa de seus sócios e contribuidores, a TV Canção Nova decidiu retirar da sua grade de programação todos os apresentadores que são também políticos. E com isso, retira também a presença de Edinho Silva, presidente do PT de São Paulo, perseguidor da Igreja, militante das bandeiras gayzistas, abortistas e marxistas. É um ato de honestidade e retidão que precisa ser reconhecida e divulgada na mesma medida das críticas que foram feitas, até para que seus dirigentes permaneçam firmes nessa direção e para que também se sintam incentivados a fazer a coisa certa, ainda que custe. Que também esteja claro que o que importa para os católicos não é uma programação de TV católica feita por pessoas não partidárias, mas sim por pessoas fiéis a voz do Magistério, da Tradição e das Sagradas Escrituras, sempre. O que se espera e se vai continuar esperando da TV Canção Nova é coerência, honestidade e fidelidade aos princípios que construíram essa emissora ao longo dos anos e que assim permaneça para o bem da Igreja e de todo o povo de Deus. 


Rede Canção Nova tira do ar programas de Chalita e Edinho Silva

A rede Canção Nova, emissora de TV e rádio ligada ao movimento católico Renovação Carismática, resolveu tirar do ar os programas comandados pelos deputados federais Gabriel Chalita (PMDB-SP) e Eros Biondini (PTB-MG), pelos estaduais Edinho Silva (PT-SP), Paulo Barbosa (PSDB-SP) e Myriam Rios (PDT-RJ), e pela primeira-dama paulista, Lu Alckmin, informa o "Painel", editado por Renata Lo Prete e publicado na Folha desta segunda-feira (íntegradisponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Embora a decisão tenha sido tomada no atacado, o elemento precipitador foram as reações negativas de fiéis e lideranças da igreja à recente incorporação de Edinho, presidente do diretório estadual petista, ao quadro de apresentadores da Canção Nova.

Conexões "Justiça e Paz", o programa de Edinho, estreou em 3 de novembro tendo como convidado Gilberto Carvalho. Principal mentor político do deputado petista, o secretário-geral da Presidência foi também articulador da aproximação entre a campanha de Dilma Rousseff e a Canção Nova no segundo turno da eleição presidencial. Até então, a candidata vinha sendo duramente combatida por religiosos da Renovação Carismática.
Leia mais na edição da Folha desta segunda-feira, que já está nas bancas.

domingo, 13 de novembro de 2011

Canção Nova, aliada dos inimigos da Igreja

Não é de hoje que minha família deixou de contribuir financeiramente com a Canção Nova. Quando em 2010, em plena época eleitoral, a TV Canção Nova tirou do ar e pediu desculpas ao público pelas palavras do Pe. José Augusto, que na ocasião proferiu uma pregação contra os planos institucionais do PT para legalização do aborto - entre outros ataques a família - e em seguida um dos seus pupilos, Gabriel Chalita, veio a público defender Dilma Roussef de não ser a favor do aborto - o que era uma falsidade comprovada - já não precisavámos de mais nenhum motivo para deixar de financiar quem transigia com o inegociável.

Essa semana a Canção Nova se superou mais uma vez na sua busca obstinada pela corrupção da verdade e pela deformação intelectual do seu público. Deram um programa a nada mais, nada menos, do que ao Presidente do PT de São Paulo, Edinho Silva, responsável pela apreensão dos folhetos da Regional Sul da CNBB (que alertava a população acerca dos compromissos do PT para a legalização do aborto em 2010), e também defensor da ideologia revolucionária, da ideologia militante homossexual entre outras flagrantes incoerências com uma emissora que se diz Católica, Apostólica e Romana.

Seria como se a TV Record desse um horário exclusivo em sua grade de programação para o Papa Bento XVI! Seria irônico se não fosse mais uma atitude em linha de continuidade com os absurdos cometidos desde o ano passado e que merece uma reação enérgica de toda a comunidade católica do Brasil - que aliás, construiu com seu dinheiro a Canção Nova - para que essa associação com o esquerdismo anti católico cesse de uma vez e para que ela volte a agir como uma rede verdadeiramente católica e coerente com seus princípios e valores inegociáveis. Eu e minha casa serviremos ao Senhor, e não financiaremos mais a mentira e a corrupção. 

É possível ver várias mensagens de repúdio na FanPage da Canção Nova no Facebook, entre outras iniciativas populares contra esse ato genuíno de traição e vilipêndio a fé católica. Não fique em silêncio, manifeste-se também, escrevendo emails, avisando seus amigos e familiares e principalmente, rezando para que a Canção Nova retifique seu comportamento. Leia também as manifestações de outros sites a respeito do mesmo tema:

http://www.deuslovult.org/2011/11/11/mais-uma-vela-para-o-demonio-cancao-nova-da-programa-a-inimigo-da-igreja/

http://diasimdiatambem.com/2011/11/11/presidente-do-pt-estreia-programa-na-cancao-nova/ 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Ministério público divulga oposição ao aborto de anencéfalos

Pela primeira vez o tema “Anencefalia e Direito à Vida” foi abordado a partir do Maranhão para todo Brasil, por meio de videoconferência, na última terça-feira, 1º de novembro, com a procuradora-geral de Justiça, Maria de Fátima Rodrigues Travassos Cordeiro. A iniciativa foi fruto de um convite do II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida, promovido pela Human Life International (HLI), organização presente em 105 países, que desenvolve ações pela promoção da vida humana. 

A videoconferência, com duração de 45 minutos, foi transmitida pelo canal oficial de vídeos do congresso, www.livestream/congressoprovida, e contou com a participação dos espectadores por meio de chat. Na ocasião, a procuradora-geral de Justiça do Maranhão comentou sobre a importância da atuação do MP na defesa do direito à vida e argumentou sobre a inconstitucionalidade do aborto de fetos anencefálicos, uma vez que o Brasil é signatário do Pacto de São José da Costa Rica, o qual garante a proteção à vida humana desde a concepção. 

Fátima Travassos lembrou que o Brasil já foi punido por violar pactos internacionais de Direitos Humanos. Em 2005, com o caso dos “meninos emasculados”, no Maranhão, o Brasil respondeu pelo Pacto formado na Convenção Americana de Direitos Humanos, ratificada em 1992. O acerto, estruturado em quatro pontos, exigiu: julgamento e punição dos responsáveis, reconhecimento de responsabilidade, reparação dos danos e elaboração de políticas públicas para que violações de direitos dessa natureza não se repitam. 

No caso do aborto de anencéfalos, a procuradora foi enfática: “A vida humana precisa ser defendida! E o Ministério Público é um órgão que está comprometido em fazer valer o direito dos cidadãos, principalmente por ocasião da concepção, direito inalienável a todos”. Durante a videoconferência, moderada pela assessoria de comunicação do congresso, o canal do evento contou com a maior audiência desde o último sábado, 29, quando foram debatidas questões relacionadas à morte cerebral. 

Entenda a discussão 

Na segunda metade de junho de 2004, foi promovida a ação ADPF/54 – Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 54-DF. Promovida perante o Supremo Tribunal Federal, requeria autorização em todo o território nacional, para a prática do aborto, em qualquer período da gestação, nos casos de fetos com anencefalia (ausência de parte variável do encéfalo). A ação foi pedida em nome da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde. Ainda não foi preferida a decisão do STF. 

Como o Supremo Tribunal Federal não tem autoridade para derrogar leis ou abrir novas exceções às proibições legais, o autor da ação pede que o STF interprete que a antecipação do parto de uma gestação de um anencéfalo, com a conseqüente morte do concepto, não se considere como prática de aborto. "Uma decisão favorável a esta ação pode abrir um precedente jurídico para a legalização do aborto no Brasil que, de acordo com o código penal, é crime em qualquer situação, porém não é punido nos casos de estupro e de risco de vida para a mãe", declarou a procuradora-geral de Justiça. 

Para Fátima Travassos, o feto anencefálico não é um natimorto por natureza. "Colocar em pauta os abortos de anencéfalos é inconstitucional, pois fere o direito natural à vida”, explicou a chefe do MPMA, que se colocou, durante a videoconferência, contra todo e qualquer aborto, baseando-se na Constituição Federal e no Pacto Internacional de São José da Costa Rica. 

Para o jornalista pró-vida Wagner Moura, um dos colaboradores do II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida, “o tema é atual, uma vez que está na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF), que decidirá a respeito da constitucionalidade do aborto de anencefálicos”, explicou pontuando o motivo do tema na videoconferência. 

Expectativa de vida 

Em sua videoconferência, Fátima Travassos, citou o caso da menina nascida em Patrocínio Paulista (SP), Marcela de Jesus, diagnosticada com anencefalia. O bebê viveu durante um ano, oito meses, e 12 dias, contrariando todas as expectativas médicas, pois, em geral, crianças anencefálicas têm uma breve vida extra-uterina. 

Enquanto Marcela esteve viva a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental n. 54 (ADPF 54), que pretende que o Supremo Tribunal Federal declare “atípico” o aborto de anencéfalos, ficou paralisada. 

A respeito da expectativa de vida dos fetos anencefálicos, uma comissão de especialistas gravou o documentário “Quantos eu te amo eu poderia ter escutado em 15 min”, disponibilizado para as redes sociais de vídeo. 

A videoconferência da procuradora-geral de Justiça será disponibilizada em DVD para pesquisa e aprofundamento do tema, na biblioteca do MPMA. Além disso, está disponível (sem edição) a todos no site www.livestrem/congressoprovida. Como fruto da ocasião, a procuradora comprometeu-se ainda em motivar grupos de estudos e defesa sobre casos de anencefalia e sobre o direito à vida. 

Redação: Virgínia Diniz - CCOMMPMA

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O mundo hoje chora o fruto de uma gravidez indesejada – Steve Jobs, R.I.P.


Tudo começou antes de eu nascer. Minha mãe biológica era jovem e não era casada; estava fazendo o doutorado, e decidiu que me ofereceria para adoção.
Faleceu ontem. No entanto, poderia ter morrido 55 anos atrás, assassinado no ventre da sua mãe que não o queria. Poderia não ter sequer nascido. E então como seria o mundo agora…?
Será que Steve Jobs nasceria no “mundo dos sonhos” dos abortistas modernos?No mundo onde as mulheres têm o “direito” de “interromper” uma gravidez indesejada? Será que, neste mundo, os “direitos sexuais e reprodutivos” delas não privariam o mundo da inteligência do fundador da Apple? Aliás, quantos “Steves” o mundo já não perdeupor conta do egoísmo assassino de algumas mães? Se os “direitos” hoje reivindicados como “humanos” estivessem em vigor em 1955, é possível que Steve Jobs não viesse ao mundo.
Hoje o mundo chora a morte daquele que nasceu de uma gravidez indesejada. Quantas lágrimas seriam derramadas se ele tivesse sido abortado? Aliás, quantos choram os que são assassinados diariamente, às escondidas, sem que ninguém saiba ou se importe? Como seria o mundo de hoje, em um Universo Paralelo onde o aborto era legal na década de 1950?
Todos deveriam poder deixar saudades. Todos deveriam ter o direito de tentar fazer do mundo um lugar melhor. Todos deveriam ter a chance de fazer os outros chorarem. Todos têm direito a luto – e não podem ser descartados como lixo hospitalar, sem que façam nada, sem que ninguém os conheça. Hoje o mundo está mais triste porque houve um gênio que partiu. Mas este gênio um dia foi uma criança indesejada que poderia não ter nascido.Que, segundo a lógica de alguns, poderia ser “interrompido”.
Não ao aborto. Quando menos, porque nunca se sabe de quem se estará privando o mundo.
Steve Jobs, R. I. P.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Mulher canadense está disposta a viver na prisão por evangelizar centros de aborto


Mary Wagner é uma católica canadense de 36 anos que se dedica ao apostolado pró-vida até o preço de sua liberdade e já não recorda quantas vezes esteve na prisão por defender a vida.

Esta semana, Mary –solteira, sem filhos e de escassos recursos econômicos– começou a cumprir uma nova condenação de 40 dias no cárcere. Seu delito foi ter ingressado pacificamente em um centro abortista e dar de presente rosas brancas com mensagens pró-vida às mulheres que procuravam abortar.

Conforme informa o site ReligionenLibertad.com (ReL), Mary Wagner é "interna assídua dos cárceres de mulheres de Toronto e Columbia Britânica", "devota do Rosário e da Madre Teresa, pequena e frágil, doce, nada ameaçadora". "Seu crime é oferecer apoio e alternativas às mulheres que se aproximam de centros abortistas. Quando é presa, aproveita para evangelizar as internas", explica a nota.

Mary "já perdeu a conta das vezes que foi presa desde a primeira, em 1 de fevereiro de 1999. Mas não lhe importa: no cárcere de mulheres já a conhecem, e ela aproveita essas estadias para evangelizar. E para consolar às presidiárias que abortaram".

Esta tenaz mulher cresceu no seio de uma família numerosa e católica, seus pais foram ativistas pró-vida. Entretanto, foi na Jornada Mundial da Juventude 1993 de Denver (EUA), onde experimentou um despertar espiritual.

"Em Denver aconteceu algo. Viu aqueles jovens incontáveis e sua alegria especial. Com 19 anos, Mary entendeu ‘como Deus nos olha e ama a cada um de nós de uma forma próxima e pessoal’. Sempre tinha sabido que Deus ama, mas agora entendia seu amparo e amor inesgotável. Mas como, declarava já em uma entrevista no ano 2000, ‘faz-me sentir feliz, cheia de gozo e posso viver como Cristo nos ensinou’", afirma ReL.

"Em novembro de 1999 ela foi presa pela primeira vez por violar a ‘área de segurança’ de um centro abortista. Foi seu primeiro natal na cadeia".

"Seu crime é entrar em clínicas abortistas, na sala de espera, ou no jardim ante a porta de entrada, e repartir rosas brancas com um cartão às mulheres que estão ali. No cartão está escrito: ‘Você foi feita para amar e ser amada. Sua bondade é maior que as dificuldades. As circunstâncias na vida mudam. Uma nova vida, embora seja diminuta, promete um gozo irrepetível. Há esperança!’".

Esta semana, um juiz de Toronto a declarou culpada de "uso e desfrute ilegal" das instalações da clínica abortista de Bloor West, perto de Toronto, assim como de "atrasar o desenvolvimento do negócio".

As testemunhas afirmaram que "Mary tinha sido amável, tranqüila, pacífica em seu trato com as mulheres da clínica, mas para o juiz deu na mesma".

Mary aproveita seu encarceramento para evangelizar. "No cárcere de mulheres reparte folhetos sobre a Bíblia e a Igreja. Escuta as mulheres que abortaram (o 90% das presas), chora com elas, reza com elas".

"Para quando saírem, recomenda-lhes centros que ajudam a mulher a superar o trauma pós-aborto. Recebe visitas e cartas. As pessoas pró-vida a visitam, como faziam os primeiros cristãos com seus detentos encarcerados pelo César. Mary reza muito: onde Deus quer enviá-la na próxima vez?"

Mary Wagner pode receber cartas de apoio na prisão, através do endereço:

Vanier Centre for Women
665 Martin St
Milton, Ontario
L9T 5E6
CANADA


sábado, 4 de junho de 2011

A mídia brasileira já está censurada! A omissão sobre a Marcha pela Família

http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=42848

Publicado em 03/06/2011 pelo(a) Wiki Repórter Jefferson Nóbrega, Brasília - DF 


Marcha pela Família contra PL 122/2006 - Foto: Portal Exame
Por Jefferson Nóbrega – blog Candango Conservador

Quarta-feira 1 de junho de 2011, manifestantes reuniram-se na Esplanada dos Ministérios para demonstrar o repúdio ao PL 122/2006. Os organizadores calcularam 50 mil pessoas na manifestação[1], a Polícia Militar afirmou ter comparecido aproximadamente 20.000. Mas, independente do número exato de manifestantes é fato que o número é bastante expressivo, especialmente em um país onde a população não costuma ir as ruas contra os mandos e desmandos do governo. Não podendo ser esquecido que foi entregue ao presidente da Câmara mais de 1 milhão de assinaturas contrárias ao projeto.

No mês passado ocorreu a chamada “Marcha contra a homofobia” que reuniu aproximadamente 5.000 pessoas. A manifestação homossexual foi destaque em toda a mídia.

Diferentemente, a marcha contra o PL 122/2006 foi omitida pelos principais meios de comunicação, poucos foram os grandes jornais que publicaram notas decentes como por exemplo o Jornal de Brasília[2] e o Jornal da Band[3]. Alguns publicaram modestas notas, como o Portal Terra que fez questão de reduzir o número de presentes para 10.000 e que só publicou a notícia porque esta foi enviada por um leitor[4], o Jornal Nacional[5] tentou ser imparcial, mas deu grande destaque ao minúsculo grupo de homossexuais que gritavam palavrões e ofensas ao contrário da população ordeira e pacífica que ali estava presente, já o portal do Estadão[6] emitiu uma única e modesta reportagem.

O Jornal de Brasília deu o devido destaque à manifestação[7] e ainda relatou a tentativa de agressão de um homossexual contra o Dep, Jair Bolsonaro[8], um daqueles ativistas LGBT defensores da tolerância.
Troféu vergonha total

O troféu "vergonhosa omissão" vai para vários que ficaram empatados em primeiro lugar, começo pela
Rede Record, que usurpa o nome de cristã, inclusive já mostrando reportagens contra o PLC 122/2006, mas que dessa vez simplesmente calou-se sobre a Marcha da Família, não publicando um linha sequer no R7 Portal [9]. Quem será que calou o Edir Macedo?

E empatado no primeiro lugar da vergonha, está o jornal
Correio Braziliense, que como diz o próprio nome deveria cobrir os acontecimentos ocorridos em Brasília e região, no entanto, este simplismente ignorou o protesto e não emitiu sequer uma nota[10].

A manipulação midiática para calar as vozes “homofóbicas” também ocorreu na
"Agência Câmara de Notícias” órgão oficial da Câmara dos Deputados, esta quando houve a Marcha contra à “homofobia”, deu grande destaque ao episódio e ainda ressaltou a entrega pela ABGLT de 100 mil assinaturas contra a homofobia[11]. No entanto, sobre a Marcha da Família, a tendenciosa agência publicou uma pequena matéria intitulada “Frente Evangélica é recebida pelo 2º vice-presidente da Câmara”[12] onde não cita as mais de 1 milhão de assinaturas recolhidas contra o PL 122/2006 e ainda comete o absurdo de dizer:
"A manifestação contra a criminalização da homofobia, objeto do PLC 122/06, em tramitação no Senado, reuniu centenas de pessoas em frente ao Congresso nesta tarde e contou com a participação de deputados e senadores das frentes evangélica e em defesa da família".

Centenas de pessoas?
Mídia Censurada

Percebe-se que apesar dos gritos pela liberdade de imprensa, esta já foi encarcerada no país. E diga-se de passagem, que é também por essa liberdade, que nós humildes manifestantes ignorados e classificados injustamente de homofóbicos e intolerantes, marchamos no dia 1° de junho na Esplanada dos Ministérios.

É fato, que a mídia já está censurada! Foi calada pelo pior inimigo da liberdade de expressão: O politicamente correto!
Referências:

1 –
http://www.vitoriaemcristo.org/_gutenweb/_site/gw-noticias-detalhe/?cod=459 / http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2011/06/01/marcha-da-familia-reune-50-mil-religiosos-em-brasilia.jhtm
2-
http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticia.php?id=345423
3 –
http://www.youtube.com/watch?v=XBEJbAzVIPQ
4-
http://noticias.terra.com.br/interna/0,,OI5162220-EI11491,00.html
5 -
http://www.youtube.com/watch?v=vnz_NKYREdE
6 -
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110602/not_imp726928,0.php
7-
http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticia.php?id=345423
8-
http://www.jornaldebrasilia.com.br/site/noticia.php?id=345464
9 -
Pesquisa pela palavra "marcha: http://busca.r7.com/s?_te=&q=marcha / Pesquisa pela palavra "manifestação": http://busca.r7.com/s?q=manifesta%C3%A7%C3%A3o / Pesquisa pelo TAG "PL 122": http://busca.r7.com/s?q=pl+122
10 -
Pesquisa pelo tag "Pl 122": http://www.correiobraziliense.com.br/outros/resultado_busca/?cx=018143220533756200952%3Agovbvdn3rq8&cof=FORID%3A9&q=pl+122#1065 / Pesquisa pela palavra "manifestação": http://www.correiobraziliense.com.br/outros/resultado_busca/?cx=018143220533756200952%3Agovbvdn3rq8&cof=FORID%3A9&q=manifesta%E7%E3o#986 / Pesquisa pela palavra "Marcha": http://www.correiobraziliense.com.br/outros/resultado_busca/?cx=018143220533756200952%3Agovbvdn3rq8&cof=FORID%3A9&q=marcha#1018 Obs: A mesma pesquisa foi feita no "CorreioWeb" no qual apresentou os mesmo resultados.
11-
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/DIREITO-E-JUSTICA/197146-ASSOCIACAO-LGBT-ENTREGA-100-MIL-ASSINATURAS-CONTRA-HOMOFOBIA.html
12-
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/DIREITOS-HUMANOS/198025-FRENTE-EVANGELICA-E-RECEBIDA-PELO-2%C2%BA-VICE-PRESIDENTE-DA-CAMARA.html

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Marta Suplicy adiou a votação do PLC 122/2006 para ouvir o lado contrário?

http://www.ipco.org.br/home/noticias/marta-suplicy-adiou-a-votacao-do-plc-1222006-para-ouvir-o-lado-contrario
Edson Carlos de Oliveira
Resposta: não. A afirmação de que Marta Suplicy havia tirado o PLC 122/2006 da pauta da Comissão de Direitos Humanos do Senado por estar “disposta a ouvir e prosseguir o debate”(1) não é verdadeira.

O real motivo se encontra na nota de esclarecimento divulgada no site da senadora (o negrito é nosso):
Retiramos de pauta o PL 122 pois a votação na Comissão de Direitos Humanos estava empatada e corríamos o risco de alguém sair ou chegar. Gostaria de ter votado hoje, pois tínhamos os argumentos e fizemos a emenda que permitia a livre expressão em cultos religiosos.” (2)

domingo, 22 de maio de 2011

Em defesa do berço da vida humana, a família

O blog Cultura da Vida aderiu a campanha da "União das Famílias Cristãs" em defesa da família natural, formada por marido e esposa e seus filhos, e une força aos que se recusam a aceitar "goela abaixo" a banalização dessa instituição de direito natural que tem como finalidade primordial defender, formar e fomentar a vida humana do início ao seu fim natural. Convocamos também a todos os sites e blogs amigos da causa pró-vida, que sempre levantaram a bandeira da defesa da vida humana, especialmente àquela em seu estado mais frágil (o nascituro), para se pronunciarem contra com todas as ideologias do marxismo cultural vigente que visam a destruição da família e de todos os valores que construíram a nossa civilização ocidental/cristã, e que buscam dia e noite com abundantes fontes de recursos a instauração de uma agenda de repressão, usurpação e violação da célula base da nossa sociedade. Dizer não a tais projetos, como o PL122, é dar um forte testemunho de que contratos e convenções não são suficientes para calar a voz daqueles que enxergam no fortalecimento da família o caminho para a construção de uma verdadeira civilização de vida. Não haverá mordaça capaz de calar o clamor da verdade. Não se pretende fomentar a discriminação ou a intolerância a quaisquer formas de união, mas antes proteger e dar o respeito que é devido ao único berço e ambiente natural da vida humana nascente, a família. Coloque esse selo no seu site, blog, assinatura de email, e espalhe essa idéia por todo o Brasil. A família depende da união das famílias. 


Para aumentar a imagem, clique acima.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

A Constituição "conforme" o STF


Penso que o ativismo judicial fere o equilíbrio dos Poderes e torna o Judiciário o mais relevante, substituindo aquele que reflete a vontade da nação.

Escrevo este artigo com profundo desconforto, levando-se em consideração a admiração que tenho pelos ministros do Supremo Tribunal Federal brasileiro, alguns com sólida obra doutrinária e renome internacional. Sinto-me, todavia, na obrigação, como velho advogado, de manifestar meu desencanto com a sua crescente atuação como legisladores e constituintes, e não como julgadores.
À luz da denominada "interpretação conforme", estão conformando a Constituição Federal à sua imagem e semelhança, e não àquela que o povo desenhou por meio de seus representantes.
Participei, a convite dos constituintes, de audiências públicas e mantive permanentes contatos com muitos deles, inclusive com o relator, senador Bernardo Cabral, e com o presidente, deputado Ulysses Guimarães.
Lembro-me que a ideia inicial, alterada na undécima hora, era a de adoção do regime parlamentar. Por tal razão, apesar de o decreto-lei ser execrado pela Constituinte, a medida provisória, copiada do regime parlamentar italiano, foi adotada.
Por outro lado, a fim de não permitir que o Judiciário se transformasse em legislador positivo, foi determinado que, na ação de inconstitucionalidade por omissão (art. 103, parágrafo 2º), uma vez declarada a omissão do Congresso, o STF comunicasse ao Parlamento o descumprimento de sua função constitucional, sem, entretanto, fixar prazo para produzir a norma e sem sanção se não a produzisse.
Negou-se, assim, ao Poder Judiciário, a competência para legislar.
Nesse aspecto, para fortalecer mais o Legislativo, deu-lhe o constituinte o poder de sustar qualquer decisão do Judiciário ou do Executivo que ferisse sua competência.
No que diz respeito à família, capaz de gerar prole, discutiu-se se seria ou não necessário incluir o seu conceito no texto supremo -entidade constituída pela união de um homem e de uma mulher e seus descendentes (art. 226, parágrafos 1º, 2º, 3º, 4º e 5º)-, e os próprios constituintes, nos debates, inclusive o relator, entenderam que era relevante fazê-lo, para evitar qualquer outra interpretação, como a de que o conceito pudesse abranger a união homossexual.
Aos pares de mesmo sexo não se excluiu nenhum direito, mas, decididamente, sua união não era -para os constituintes- uma família.
Aliás, idêntica questão foi colocada à Corte Constitucional da França, em 27/1/2011, que houve por bem declarar que cabe ao Legislativo, se desejar mudar a legislação, fazê-lo, mas nunca ao Judiciário legislar sobre uniões homossexuais, pois a relação entre um homem e uma mulher, capaz de gerar filhos, é diferente daquela entre dois homens ou duas mulheres, incapaz de gerar descendentes, que compõem a entidade familiar.
Este ativismo judicial, que fez com que a Suprema Corte substituísse o Poder Legislativo, eleito por 130 milhões de brasileiros -e não por um homem só-, é que entendo estar ferindo o equilíbrio dos Poderes e tornando o Judiciário o mais relevante dos três, com força para legislar, substituindo o único Poder que reflete a vontade da totalidade da nação, pois nele situação e oposição estão representadas.
Sei que a crítica que ora faço poderá, inclusive, indispor-me com os magistrados que a compõem. Mas, há momentos em que, para um velho professor de 76 anos, estar de bem com as suas convicções, defender a democracia e o Estado de Direito, em todos os seus aspectos, é mais importante do que ser politicamente correto.
Sinto-me como o personagem de Eça, em "A Ilustre Casa de Ramires", quando perdeu as graças do monarca: "Prefiro estar bem com Deus e a minha consciência, embora mal com o rei e com o reino".
* IVES GANDRA DA SILVA MARTINS, 76, advogado, professor emérito da Universidade Mackenzie, da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército e da Escola Superior de Guerra, é presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2005201107.htm

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Empurrados para o armário

NORMA BRAGA | 19 MAIO 2011


Os gays são gente antes de serem gays, e vocês, apoiadores do projeto, estão invertendo isto!
Se o PLC 122 realmente for aprovado, todas as pessoas que, por motivos diversos, não consideram a homossexualidade algo saudável e natural serão empurradas para o armário: não só religiosos mas também psicólogos, psiquiatras, cientistas, sociólogos etc. terão de tapar a boca em público quando o assunto for a prática homossexual. Um singelo "a homossexualidade é uma forma de sexualidade infantilizada" (como já ouvi) será tratado como se fosse o porrete da Ku Klux Klan.


Você ainda duvida? Pois é o que dizem os próprios militantes gays, em notícia do site Mix Brasil da Uol. Leia com cuidado:


A senadora Marta Suplicy, do PT, atual relatora do PLC 122 _a lei que pretende criminalizar a homofobia no Brasil_ fez uma alteração substancial no texto que tramita no Senado Federal. Na prática, a alteração permite que pregações em templos e igrejas condenem a homossexualidade. É a forma encontrada pela Senadora e seus assessores para que o texto do PLC 122 passe pela barricada formada pelos parlamentares evangélicos.


Agora o projeto deixa claro que a lei não se aplicará a templos religiosos, pregações ou quaisquer outros itens ligados a [sic] fé, desde que não incitem a [sic] violência. O novo parágrafo diz: "O disposto no capítulo deste artigo não se aplica à manifestação pacífica de pensamento fundada na liberdade de consciência e de crença de que trata o inciso 6° do artigo 5° (da Constituição)".


A liberdade de pregação e culto contra a homossexualidade, preservada pelo novo texto, não inclui as mídias eletrônicas. Isso é: continua vetado [sic], sob pena de multa, textos, vídeos e falas que condenem a homossexualidade publicados em sites ou transmitidos pela TV.


O conteúdo da notícia é um completo absurdo. Em primeiro lugar, dá a entender que antes o projeto realmente não protegia a expressão dentro das igrejas. Isso é ANTICONSTITUCIONAL, pois a liberdade de consciência e de crença está assegurada pela Constituição brasileira. Em segundo lugar, depois dessa concessão magnânima (que já estava na Constituição), impede que essa liberdade seja exercida fora do armário, ou seja, em público, tanto na mídia quanto nas ruas (pois haverá sempre o risco de denúncia por parte de um militante de plantão). Isso também é ANTICONSTITUCIONAL. Em vez de simplesmente proteger a pessoa homossexual, o projeto força todo mundo, de uma canetada só, a dar um OK para o comportamento homossexual até das formas mais impessoais possíveis, prevendo sanção (prisão e multa!) a "qualquer ação (...) contrangedora (...) ou vexatória de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica" (art. 20) contra a orientação sexual. (Definam "constrangedora" e "vexatória", por favor!) Isso é ambição demais: mandar nas consciências!


Eu compreendo que os homossexuais queiram que todo mundo ache o comportamento homossexual algo bom, normal, bonito até. Compreendo mesmo. Se eu fosse gay, também ia querer isso, óbvio. Mas entre querer e obrigar há uma diferença. Não é? Vou explicar. Eu também queria que o cristianismo - a crença em Deus, a fé em Jesus como Filho de Deus e Salvador, o processo de santificação, a Bíblia como Palavra de Deus, tudo isso - fosse considerado bom, normal e bonito. Que maravilha seria este mundo: todos convertidos, todos cristãos! MAS E SE HOUVESSE UMA LEI QUE PROIBISSE A MANIFESTAÇÃO PÚBLICA DA CONDENAÇÃO DO CRISTIANISMO? A CONDENAÇÃO DA "CRISTOFOBIA"? Professores universitários, jornalistas, escritores, médicos, advogados, todo mundo impedido de contestar a religião cristã ou emitir opiniões anticristãs; livros de Nietzsche proibidos nas livrarias; filmes enaltecendo outras cosmovisões banidos da televisão; jornais e revistas multados ou fechados porque ousaram falar mal de um padre ou de um pastor; ateus proscritos do debate filosófico... já pensaram nisso? (Como cristã, eu não ia querer nada disso, e vocês?) Agora, coloquem "homossexualidade" no lugar de "cristianismo" e percebam o que vai acontecer.


ESSE PROJETO É UMA LOUCURA E INSTITUI A DITADURA GAY NO BRASIL. Os gays serão os intocáveis do país!


Militantes gays, parlamentares, Marta Suplicy e demais apoiadores do PLC 122: coloquem-se por um segundo no lugar das pessoas que vocês empurrarão para o armário com essa lei! Um segundo apenas!


Não custa repetir: considerar a conduta homossexual uma "heterossexualidade que não deu certo" (sorry, folks, na vida a unanimidade não é uma garantia) NÃO EQUIVALE a desprezar, odiar, maltratar e rejeitar gays. (Assim como desprezar o cristianismo não significa desprezar cristãos! Acordem!) Qualquer pessoa com um mínimo de humanidade no coração pode acolher com carinho os homossexuais em seu círculo de convivência ao mesmo tempo em que não concorda com seu estilo de vida, com sua filosofia. Eu mesma faço isso: os gays não me incomodam por serem gays. Pessoas são pessoas e nós gostamos delas também apesar do que creem e fazem. Os gays são gente antes de serem gays, e vocês, apoiadores do projeto, estão invertendo isto!


A pergunta que não quer calar: poderá um grupo intocável ficar livre da ira dos demais grupos que não são intocáveis? ESSA LEI VAI AUMENTAR TERRIVELMENTE A VIOLÊNCIA CONTRA OS HOMOSSEXUAIS. Serão criadas situações de injustiça que muitos vão querer corrigir na base da pancada. Esse projeto vai piorar a situação que vocês querem combater. A lei não serve para ninguém, pois contraria tudo o que uma lei deve ser: justa e fiel ao delicado equilíbrio de forças na sociedade, para que ninguém seja favorecido além da conta, oprimindo os demais.


No post anterior eu disse que aquelas seriam minhas últimas palavras sobre o PLC 122. Não consegui. Vou falar até o último minuto antes da aprovação dessa lei que não é lei, mas uma excrescência.


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Antes que venham argumentar "mas a lei da homofobia é como a lei do racismo", informo que "estar negro" é bobagem, "estar homossexual" é perfeitamente argumentável (que o digam Michael Glatze e Bob Davies). A construção identitária do homossexual é isso mesmo, uma construção. Não há nada constitutivo na homossexualidade, nada que obrigue as pessoas a escolherem parceiros do mesmo sexo. Inclusive há até mesmo os que defendem que todos nós somos, no fundo, bissexuais, assim como há quem defenda que o sexo biológico é o único que existe. Raça e ato sexual não são categorias equiparáveis! Donde se depreende que o projeto proíbe a mais leve crítica de um COMPORTAMENTO e isso é inaceitável, digno de regimes totalitários.






Norma Braga é escritora e doutora em letras. Cristã protestante e conservadora, estuda e analisa nossa época à luz da cosmovisão cristã, denunciando as imposições do marxismo cultural.
http://normabraga.blogspot.com/